• 26out

    DIÁRIO DO PODER

     

    ONGs tentam impedir no TCU obra de ferrovia em uma das regiões mais pobres do País

     

    Ferrovia atravessará quase 1.000km para escoar produção do Centro Oeste e Norte para os portos no litoral

     

     

    Organizações não-governamentais (ONGs), que recebiam milhões do governo (até o presidente Jair Bolsonaro fechar a torneira) agora tentam, através de ação do Ministério Público, atrapalhar investimentos como no caso da ferrovia EF-170.

    Conhecida como Ferrogrão, que liga Sinop (MT) a Itaituba (PA), a ferrovia atravessará quase 1.000km para escoar os produtos da região aos portos, na costa.

    Há previsão de quase R$13 bilhões de investimentos na região, que é uma das mais pobres do País.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    A ideia é parar tudo porque durante o governo Temer o diretor da ANTT, prometeu “ouvir comunidades indígenas”, ou sejam, as próprias ONGs.

    O MPF entrou na “vibe” das ONGs e pediu para o Tribunal de Contas da União suspender a ferrovia até que os indígenas sejam “consultados”.

    A iniciativa se sustenta em uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (nº 169) sobre povos indígenas.

    A ONG Instituto Socioambiental (ISA), que só em 2018 abiscoitou R$19,7 milhões do governo e já não leva mais nada, é uma das autoras da ação.

  • 16Maio

    TREM BALA 2

    GIBA UM

    Ninguém aposta – e nem mesmo os muito próximos de Dilma Rousseff – que o trem-bala sairá do papel no segundo governo da atual presidente, caso se reeleja: os últimos custos estimados apontavam para R$ 55 bilhões.

    Agora a Bombardier acaba de informar oficialmente, que está disposta a participar da licitação e provavelmente de braço dado com a espanhola Talgo na formação de um consórcio.

    As duas já são sócias na construção e operação de um trem-bala entre as cidades de Meca e Medina, na Arábia Saudita.

    A Talgo já teve negócio no Brasil, participando do consórcio que levou a concessão da Supervia, no Rio.

     

  • 14dez

    UOL NOTÍCIAS

    O governo terá uma participação maior na operação do trem-bala e pretende colocá-lo para circular apenas em 2019, quando todo o trajeto deve ficar pronto, segundo o edital divulgado nesta quinta-feira (13) para escolher a empresa que será sócia do governo na operação. O prazo máximo previsto para o início do serviço é 2021.

    Ficou descartada, assim, a possibilidade de o trem-bala começar a circular em 2016 em trecho menores, disse o presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), Bernardo Figueiredo. Ele diz que o trem-bala só é interessante economicamente quando opera em longas distâncias.

    A estatal será o braço do governo na empresa que vai operar o serviço e sua participação, que seria de 30% inicialmente, subiu para 45%.

    De acordo com Figueiredo, a participação estatal foi elevada para diminuir o risco do agente privado, tornando a licitação mais atrativa.

    “Nossa expectativa é de que essa empresa vai ser muito lucrativa. Olhando friamente o mercado aéreo e rodoviário hoje, nós não vemos risco de demanda”, disse.

    Nessa etapa de implantação do trem-bala, o governo vai escolher a empresa que vai fornecer os equipamentos e operar o sistema por 40 anos. As propostas serão recebidas em 13 de agosto de 2013 e o resultado sai no dia 19 de setembro.

    CRONOGRAMA

    No início do próximo ano, o governo pretende contratar um projeto executivo para a obra e, em seguida, escolher uma empresa para construir a linha e as estações. A previsão é começar as obras na segunda metade de 2014.

    Vencerá o leilão da primeira etapa a empresa que apresentar o maior valor de outorga pela operação do trem-bala. O valor mínimo a ser arrecadado é de R$ 27 bilhões, que serão pagos só quando o trem-bala começar a circular. Esses recursos serão usados para bancar os custos das obras de infraestrutura.

    Além disso, a empresa vencedora do leilão, em sociedade com a EPL, vai gastar R$ 7,671 bilhões na construção das estações e na compra dos trens, sendo que R$ 5 bilhões serão financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    Se o valor arrecadado não for suficiente para pagar a construção, o governo vai complementar com recursos próprios.

    CLASSE ECONÔMICA

    O documento estabelece que o preço máximo a ser cobrado na classe econômica no trem expresso Rio-São Paulo, por “perna”, seria de R$ 250 a preços de hoje –o valor será atualizado pela inflação dos próximos anos. Dos 458 lugares, 60% terão de ser dessa categoria (275 lugares).

    O tempo máximo da viagem será de 99 minutos, e haverá 42 trens por dia em cada trecho.

    A previsão é de que 40 milhões de pessoas usem o serviço por ano quando ele começar a operar, em 2020, sendo 10 milhões no eixo Rio – São Paulo. Hoje, cerca de 8 milhões usam a ponte aérea entre as duas capitais, disse Figueiredo.

  • 28nov

    JORNALE

    Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília estariam no trajeto


    O governo brasileiro retomou o estudo de viabilidade para estender o trem de alta velocidade (TAV) para outras cidades do país além do trecho Rio-São Paulo-Campinas, cujo edital com modificações deve ser publicado nesta semana.

    Segundo o presidente da EPL (Empresa  de Planejamento e Logística), Bernardo Figueiredo, já se fala em construir trechos ligando São Paulo a Belo Horizonte, Curitiba e Brasília.

    “Hoje a ferrovia é competitiva porque a tecnologia mudou, é um serviço muito mais adequado [do que rodovia].”

    Figueiredo estima que até a sexta-feira será publicado o edital para contratar o concessionário que vai operar do primeiro trecho de trem de alta velocidade brasileiro, mais conhecido como trem-bala, ligando o Rio de Janeiro a São Paulo e a Campinas.

    “A informação que a gente tem é que a área técnica do TCU [Tribunal de Contas da União] já se pronunciou. É possível que a decisão [do TCU] seja na quarta, e o edital saia na sexta”, informou o executivo após palestra na Câmara Americana de Comércio.

    A expectativa era de que o edital fosse publicado nesta segunda-feira (26), mas as mudanças feitas no edital, que precisam ser avaliadas pelo TCU, adiaram a sua publicação.

    Segundo Figueiredo, entre as mudanças está a queda de exigência de prazo de dez anos de experiência no setor feita a pedido da Hyundai, que lidera um grupo de empresas coreanas interessadas no projeto. O prazo foi cortado para cinco anos.

    Outra modificação foi o aumento de prazo de seis para oito meses do tempo entre o lançamento do edital e a realização do leilão. “Foi um pedido dos participantes, que precisam de mais tempo para analisar [a participação]”, explicou Figueiredo.

    O preço máximo de tarifa que poderá ser cobrada será de R$ 250, mas Figueiredo estima que esse preço caia para entre R$ 180 e R$ 200 com o leilão.

     

  • 21nov

    GAZETA DO POVO/DIEGO ANTONELLI

    Após quatro décadas de esquecimento, o transporte ferroviário está prestes a ganhar um novo impulso no Brasil.

    O traçado do Trem Pé Vermelho passa por Londrina e Maringá: pelo menos 13,2 milhões de passageiros devem ser transportados no primeiro ano de operação da linha – Foto :- Roberto Custódio/ Gazeta do Povo

    O go­­verno federal estuda a implantação de 19 novas linhas re­­­­gionais de trem de passageiros.

    Se todos os projetos vin­­garem, o país terá mais 3 mil quilômetros de trilhos pa­­ra locomoção de pessoas em 14 estados até 2020.

    Um dos estudos é paranaense e pla­­neja ligar as cidades de Pai­­çandu e Ibiporã, passando por Londrina e Maringá, no Norte do estado.

    Mais conhecido como “Trem­­ Pé-Vermelho”, o proje­­to es­­tá inscrito para receber verba do Programa de Aceleração do Cres­­cimento (PAC) Mobilidade Mé­­dias Cidades.

    Por estar em um estágio mais avançado que as outras 18 propostas, ele pode ser o primeiro trem regional a ser analisado pelo gover­­no federal e colocado em práti­­ca. O resultado da seleção deve ser divulgado na primeira quinzena do mês que vem.

    Segundo o presidente da As­­sociação Brasileira da In­­­dús­­tria Ferroviária (Abifer), Vi­­cente Abate, o projeto do Pa­­raná e o que pretende ligar Ben­­to Gonçalves a Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, estão mais adiantados que os demais.

    Contudo, o trem gaúcho não foi inscrito no PAC e dificilmente será apreciado ainda nes­­te ano pela União. Ambos os estudos foram feitos pelo La­­boratório de Transportes da Universidade Federal de San­­ta Catarina.

    Segundo o estudo que embasa o projeto paranaense, a demanda no trecho é de 36 mil passageiros por dia.

    O “Trem Pé-Vermelho” vai interligar 13 cidades de pequeno e médio portes. O custo estimado do investimento, no regime de parceria público privada (PPP), é de R$ 671,8 milhões.

    A ferrovia terá cerca de 150 quilômetros de extensão e a previsão é que transporte pelo menos 13,2 milhões de passageiros no primeiro ano de operação.

    Há ainda a possibilidade de que o trem a ser implantado seja do tipo Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que trafega entre 80 e 100 quilômetros por hora.

    Região rica

    Segundo o projeto, as cidades que serão aten­­didas pela linha têm juntas 1,75 milhão de habitantes.

    A região concentra aproximadamente 26% do Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná, que foi de R$ 251 bilhões em 2011.

    Há mais de 44 mil empresas operando na região, sendo 8,4 mil indústrias e 23 complexos industriais.

    “Temos uma demanda mui­­to grande de passageiros que são funcionários dessas empresas. O trem facilitaria o deslocamento dessas pessoas”, diz Nilvado Benvenho, conselheiro da Associação Comercial e Industrial de Londrina.

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