• 16jul

    PARANÁ PORTAL

     

    ‘Uber’ dos serviços domésticos chega à Curitiba e cadastra profissionais

     

    Curitiba acaba de receber um novo aplicativo que promete facilitar o dia a dia: o Triider permite  fazer orçamentos e, a partir do preço e da avaliação dada por outros clientes, negociar e fechar serviços domésticos variados.

    Neste primeiro momento, o aplicativo vai cadastrar profissionaisdas áreas elétrica, hidráulica, marido de aluguel e montador de móveis na capital. Mais serviços devem ser ofertados em breve, segundo a empresa.

    No Rio Grande do Sul, seu estado de origem, o aplicativo já movimentou R$ 3 milhões. 

    Desde que entrou em operação, em abril de 2016, a plataforma efetivou 20 mil serviços, divididos em 8 grupos (limpeza, ar-condicionado, elétricos, hidráulicos, reforma, montagem de móveis, fretes e assistência técnica), realizados por cerca de 240 profissionais cadastrados.

    “Optamos por Curitiba por ser uma cidade disposta a usar os produtos digitais. Entendemos que há um amplo potencial de crescimento e que seria uma ótima oportunidade de perceber como nosso serviço será recebido em outras cidades”, afirma o CEO do Triider, Juliano Murlick.

    Profissionais

    A média de ganhos dos profissionais vinculados ao Triider é de R$ 3 mil – mas há relatos de prestadores que conseguem ganhos de até R$ 8 mil ao mês.

    “Esse faturamento vai depender do mês, da disponibilidade do profissional e de outras variáveis. Nós conseguimos criar um fluxo positivo tanto para o cliente quanto para os profissionais”, explica Murlick.

    Do valor fechado entre cliente e profissional, a startup fica com um porcentual do negócio.

    Para os profissionais interessados, é preciso fazer um cadastro.

    A startup checa os antecedentes criminais dos trabalhadores, as referências profissionais, realiza treinamento presencial e obriga a apresentação de seus documentos oficiais, como RG, CPF e comprovante de residência.

    Clientes

    Ao acessar o aplicativo, o cliente pode selecionar o serviço desejado e realizar um cadastro.

    Na sequência, a plataforma disponibiliza aos prestadores de serviço qual é o trabalho buscado, que respondem com orçamentos.

    Os valores ficam visíveis ao usuário, que pode escolher conforme o preço, avaliação de serviços anteriores, entre outros critérios.

    É possível contratar o serviço via chat.

    Os pagamentos são feitos com cartão de crédito por meio da plataforma, assim como acontece no Uber ou no Airbnb, com possibilidade de parcelamento em até seis vezes sem juros.

    A empresa já concluiu 20 mil serviços, com 95% dos atendimentos avaliados com 5 estrelas.

    Os clientes, desde que mantenham relação com o fornecedor estritamente via plataforma, contam com seguro de até R$ 5 mil para negligências.

    Os serviços oferecidos podem ser parcelados no cartão de crédito.

    O Triider está disponível para os sistemas Android e iOS. Mais informações estão disponíveis no site.

  • 19dez

    TWITTER

     

    Só no Brasil, o empregado ganha metade do que o patrão paga e ainda acha que a legislação trabalhista o protege.

    A CLT protege o governo às custas do trabalhador e do empresário.

     

  • 09nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    Embaixadora exige e diretor da OIT manda retirar tuíte criticando Bolsonaro

     

    Guy Ryder pediu desculpas à embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo

     

    Embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo, representante do Brasil junto a organismos internacionais em Genebra.

     

    Após reclamação da embaixadora do Brasil junto às organizações internacionais em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevêdo, o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, desculpou-se e ordenou retirada imediata do tuíte de um funcionário da entidade, ativista próximo ao PT, que criticou no Twitter declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro, sobre a qualidade das estatísticas de desemprego no Brasil.

    A diplomata apresentou sua queixa pessoalmente, no gabinete do diretor da OIT, na tarde desta quinta-feira (8), reclamando que não cabia a um funcionário e nem à organização fazer esse tipo de comentário sobre o Brasil.

    “O Brasil não aceita e não vê com bons olhos comportamento desse tipo”, afirmou a embaixadora, afirmando que se tratava de ativismo político e não trabalho técnico que cabe à OIT.

    O diretor-geral da OIT se desculpou e mandou contatar o ativista para questioná-lo e mostrar sua “inconformidade e desaprovação” com a atitude do funcionário.

    O ativista, funcionário do Departamento de Estatísticas da OIT, considerou “perigosa” a afirmação de Bolsonaro de que os números do IBGE sobre desempregados eram uma “farsa”.

    Na fantasia do ativista, haveria uma “vontade” de se impor sobre a coleta de dados.

    Guy Ryder confirmou à representante brasileira a disposição de dialogar com o governo brasileiro.

    “Espero que isso não se repita para a manutenção do bom relacionamento do Brasil com a OIT”, argumentou a embaixadora.

    Ativistas ligados ao PT, na OIT, têm difundido informações mentirosas sobre iniciativas do governo brasileiro como a reforma trabalhista, desde a época em que a nova lei ainda estava em discussão.

  • 18set

    UCHO.INFO

     

     

    Recessão eliminará 1 milhão de empregos somente em 2015

     

    Fora de controle, crise econômica avança

     

     

    desemprego_06Segundo as últimas estimativas de consultorias econômicas e órgãos oficiais, a crise pode fazer com que o País termine o ano de 2015 com 1 milhão de vagas formais a menos do que começou.

    “Dado à intensificação da crise, é possível que o ano se encerre com destruição total superior a um milhão de empregos formais”, afirma um documento recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência.

    A GO Associados e um estudo realizado no início do mês passado pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon) também preveem saldo negativo de 1 milhão de vagas.

    A estimativa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) é de perda entre 1,17 milhão e 1,16 milhão.

    De acordo com a LCA Consultores, o número é ainda maior: cerca de 1,2 milhão de vagas formais.

    Também é o pior resultado da série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que começou em 1992.

    Em termos relativos, o fim de 3% a 4% do total de vagas formais é próxima do que ocorreu em 1998, quando 581 mil foram eliminadas (cerca de 3% do estoque de trabalho na época, que dobrou desde então).

    O processo de piora do mercado de trabalho vem acontecendo de forma acelerada desde o começo do ano.

    O saldo de criação de vagas formais caiu todos os anos desde 2010, mas 2014 ainda teve resultado positivo.

    Quando se olha o acumulado dos últimos doze meses, até julho de 2015, encerraram-se 850 mil postos – pior número desde o começo da série em 1996.

    Além disso, conforme o IBGE, cerca de 8,3 milhões de brasileiros procuram emprego e não encontram.

    A taxa de desemprego pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) em 6 capitais pulou de 5,3% em janeiro para 7,5% em julho, maior patamar em 5 anos.

    A taxa de desemprego pela PNAD Contínua foi de 7,9% no 1º trimestre para 8,3% no 2º trimestre.

    O Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias (PDT), declarou não acreditar em uma volta para os dois dígitos.

  • 14maio

    GAZETA DO POVO

    Força-tarefa federal interdita frigorífico da JBS Foods no Paraná

     

    Maior operação do gênero no país encontra 45 irregularidades em unidade da Big Frango/JBS Foods em Rolândia. Unidade tem 3,5 mil funcionários

     

     

    Órgãos federais fizeram pesquisa com os funcionários e constataram mais riscos no trabalho. Foto:  Assessoria MTP

    Órgãos federais fizeram pesquisa com os funcionários e constataram mais riscos no trabalho. Foto:
    Assessoria MTP

    Equipes de auditores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lacraram no início da noite desta quarta-feira (13) o frigorífico da Big Frango/JBS Foods em Rolândia, no Norte do Paraná, depois que a fiscalização constatou que 45 máquinas ofereciam risco aos trabalhadores.

    A empresa só poderá reabrir depois de se adequar. A informação é da RPCTV. A fiscalização fez parte de uma força-tarefa formada por equipes do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Ministério do Trabalho, do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), da Receita Federal e da Advocacia Geral da União (AGU). Os trabalhos começaram na terça-feira (12).

    Segundo a assessoria de imprensa do MPT, esta foi a maior força-tarefa já realizada no Brasil e foi deflagrada após denúncias sobre várias irregularidades no frigorífico em Rolândia.

    Cruzando informações com bancos de dados das outras agências de fiscalização, o MPT definiu a ação conjunta para analisar todas as denúncias.

    Segundo a assessoria, o grande número de acidentes de trabalho registrados na Big Frango levou a AGU a se unir à força-tarefa. Se for constatado que os acidentes ocorreram por culpa da empresa, uma ação ressarcitória será desencadeada.

    De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, os diversos órgãos colheram documentação que será analisada e poderá gerar processos contra a empresa.

    Uma pesquisa realizada com funcionários da Big Frango/JBS Foods, durante a fiscalização, apontou uma série de dados que vão embasar as autuações.

    Entre eles está o fato de que 49,6% dos funcionários passam frio dentro das dependências; mais de 75% saem de cansado a exausto após um dia de trabalho; 53% dos trabalhadores tiveram de tomar algum medicamento para dores causadas pela função e 38% sentem fortes dores durante a realização do trabalho.

    Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Alimentação de Arapongas (Sitiaa), a Big Frango tem 3,5 mil funcionários.

    O segmento de abate de aves, suínos e pequenos animais é, segundo a assessoria do MPT, um dos que mais geram acidentes de trabalho no Brasil. Segundo dados do INSS, em 2013, foram 10.388 acidentes contra 10.030, em 2012.

    Conforme o presidente do Sitiaa, Anderson Zanelato, não foi uma única denúncia que motivou a fiscalização. “Há tempos a gente vem denunciando e apontando os erros. Mudou a empresa que controla tudo, mudou o nome, mas as coisas erradas continuam as mesmas.”

    Segundo Zanelato, foram realizadas várias negociações com a empresa para melhorar as condições, sem respostas.

    “Foram relacionados acidentes de trabalho, irregularidades no transporte de funcionários e riscos para a saúde e segurança nos postos de trabalho”, afirmou.

    De acordo com ele, o sindicato nem está sendo comunicado quando há um acidente. “A gente fica sabendo na porta da fábrica. A empresa não comunica e o funcionário tem receio de falar algo.”

    A reportagem tentou contato com a Big Frango/JBS Foods, mas não houve retorno.

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