• 17jan

    vivo

    PORTAL BONDE

    A instabilidade no sinal da Vivo prejudicou milhares de paranaenses nesta quarta-feira (16). O problema fez com que muitos ficassem sem celular durante cerca de cinco horas no período da tarde.

    A operadora informou, por meio da assessoria de imprensa, que “sua rede de sinalização IP nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apresentou instabilidade a partir de 12h15 desta quarta-feira, afetando os clientes da sua rede móvel”.

    Ao todo, mais de 30 milhões foram afetadas. 

    “Os clientes da rede fixa, com centrais privadas convergentes de São Paulo, também podem ter sido afetados. As redes afetadas estão sendo gradualmente recuperadas”, garantiu a Vivo. 

    A operadora ainda não sabe o que causou os problemas.

    “A empresa está procedendo ao diagnóstico da falha e prestará as devidas informações tão logo estejam disponíveis”, destacou a companhia na nota.

    A companhia prometeu se concentrar agora em diagnosticar o incidente, e se garantiu que vai fazer “o ressarcimento aos clientes afetados conforme a legislação em vigor”.

  • 07dez

    REUTERS

    A Telecom Italia, controladora da brasileira TIM, rejeitou nesta quinta-feira (6) uma oferta de investimento de 3 bilhões de euros (cerca de R$ 8 bilhões) feita pelo empresário egípcio Naguib Sawiris.

    A companhia informou em comunicado que seu conselho de administração decidiu “não seguir adiante” em relação ao interesse de Sawiris, que havia proposto injetar capital para ajudar a empresa em seu plano de reestruturação.

    No comunicado, a Telecom Italia não mencionou qualquer decisão sobre uma possível expansão no Brasil, um grande mercado para a empresa. A companhia havia olhado para uma possível compra da operadora GVT, do grupo francês Vivendi.

    A empresa disse que quer continuar a negociar com dois interessados por sua unidade deficitária Telecom Italia Media para conseguir um melhor preço.

      Alessandro Bianchi/Reuters  
    Antenas da Telecom Italia, em Roma; oferta de bilionário egípcio foi recusada pela empresa
    Antenas da Telecom Italia, em Roma; oferta de bilionário egípcio foi recusada pela empresa

     

    Após uma reunião de oito horas, o conselho pediu para a administração executiva investigar mais a fundo a possível venda de fatia de sua infraestrutura para o fundo estatal Cassa Depositi e Prestiti (CDP).

    A decisão do conselho sobre a rede fixa, que tem um valor potencial de 15 bilhões de euros, marca o começo de negociações formais para uma possível venda de fatia.

    O presidente do conselho, Franco Bernabé, havia dito anteriormente que uma decisão sobre se a empresa irá adiante com a cisão da rede em uma nova companhia seria tomada ao final deste ano. A venda de uma fatia na rede pode acelerar o corte de dívida do grupo.

    Pressionada entre a necessidade de pagar dividendos para seus acionistas controladores e manter o controle sobre sua dívida de 29,5 bilhões de euros, a Telecom Italia tem lutado para investir em sua rede doméstica e expandir em outros mercados, como a América Latina.

  • 16nov

    FOLHA.COM

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu suspender uma nova promoção da TIM que oferece chamadas locais ilimitadas por R$ 0,50 por dia.

    A decisão deve ser publicada no “Diário Oficial” da União nesta sexta-feira (16) ou na segunda-feira (19).

    “O viés da suspensão não é o preço da promoção e sim o impacto que isso poderá ter na qualidade da rede.”, afirmou à Folha o presidente da Anatel, João Rezende.

    Segundo Rezende, a TIM não apresentou à agência quais seriam os impactos da ação no serviço.

    A Folha apurou que outro motivo que levou à suspensão foi o temor de que mais operadoras seguissem a promoção, causando uma sobrecarga no sistema e novas quedas no serviço de telefonia do país, o que traria desgaste à Anatel.

    A má qualidade dos serviços levou o órgão regulador a suspender a venda de três operadoras em julho deste ano, mas a agência autorizou que voltassem a comercializar seus produtos pouco tempo depois após as empresas aceitarem investir na qualidade de suas redes.

    A TIM foi, naquela ocasião, a operadora mais punida e, assim como as demais empresas, ainda não cumpriu todo o plano de melhoria de sua rede definido pela agência.

    Isso torna, na avaliação de técnicos, um motivo para que seja proibida de lançar uma nova promoção ainda mais agressiva do que o plano Infinity, que a levou a ter problemas inicialmente.

    A Folha apurou que a Anatel avisou a TIM ontem sobre a decisão numa tentativa de que a operadora recuasse do novo plano.

    Mas a empresa, segundo a Folha apurou, encaminhou uma espécie de folder da promoção como resposta.

    Na promoção suspensa, chamada de “Infinity Day”, a primeira chamada local entre celulares da TIM custaria R$ 0,50 e as demais seriam gratuitas e ilimitadas.

    A promoção da operadora foi oferecida em algumas cidades do país. No plano Infinity, a operadora cobrava R$ 0,25 por ligação.

    Procurada pela reportagem, a TIM informou, por nota, que “foram transmitidas para a agência todos os detalhes técnicos e mercadológicos da iniciativa, que é limitada em 19 cidades para oportuna análise conforme regulamentação em vigor”.

  • 07ago

    FOLHA.COM

    Relatório da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) acusa a TIM de interromper de propósito chamadas feitas no plano Infinity, no qual o usuário é cobrado por ligação, e não por tempo.

    A agência monitorou todas as ligações no período, em todo o Brasil, e comparou as quedas das ligações de usuários Infinity e “não Infinity”.

    A conclusão foi que a TIM “continua ‘derrubando’ de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity”.

    O documento apontou índice de queda de ligações quatro vezes superior ao dos demais usuários no plano Infinity -que entrou em vigor em março de 2009 e atraiu milhares de clientes.

    O relatório, feito entre março e maio, foi entregue ao Ministério Público do Paraná.

    “Sob os pontos de vista técnico e lógico, não existe explicação para a assimetria da taxa de crescimento de desligamentos [quedas de ligações] entre duas modalidades de planos”, diz o relatório.

    O documento ainda faz um cálculo de quanto os usuários gastaram com as quedas de ligações em um dia: no dia 8 de março deste ano, afirma o relatório, a operadora “derrubou” 8,1 milhões de ligações, o que gerou faturamento extra de R$ 4,3 milhões.

    Durante as investigações, a TIM relatou ao Ministério Público que a instabilidade de sinal era “pontual” e “momentânea”.

    A operadora citou dados fornecidos à Anatel para mostrar que houve redução, e não aumento, das quedas de chamadas -as informações, no entanto, foram contestadas no relatório da agência.

    A Anatel afirma que a TIM adulterou a base de cálculos e excluiu do universo de ligações milhares de usuários com problemas, para informar à agência reguladora que seus indicadores estavam dentro do exigido.

    A agência afirma, por exemplo, que a operadora considerou completadas ligações que não conseguiram linha e cujos usuários, depois, receberam mensagem de texto informando que o celular discado já estava disponível.

    NOVA PROIBIÇÃO

    Com base nos dados, o Ministério Público do Paraná pede a proibição de vendas de novos chips pela TIM no Estado, o ressarcimento de consumidores do plano Infinity no Paraná por gastos indevidos e o pagamento, pela empresa, de indenização por dano moral coletivo.

    A TIM já havia sido suspensa no Estado no final de julho, quando a Anatel proibiu as vendas de novos planos das operadoras com maior índice de reclamação em cada Estado.

    Além do Paraná, onde o índice era de 26,1 reclamações a cada 100 mil clientes, a operadora obteve o pior resultado em 18 unidades federativas.

    Editoria de arte/Folhapress
    CHAMADA INTERROMPIDA Para a Anatel, TIM "derruba" ligações do Infinity
    CHAMADA INTERROMPIDA Para a Anatel, TIM “derruba” ligações do Infinity
  • 04ago

    GAZETA DO POVO

    Loja da TIM no Centro de Curitiba: parlamentares desconfiam que liberação foi motivada por razões comerciais, não técnicas

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Paraná pretende ingressar na segunda-feira com uma ação cautelar na Justiça Federal, solicitando a volta da proibição à venda de novas linhas da operadora TIM no estado.

    A venda de chips e a contratação de novos planos foi suspensa por 11 dias pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    Além da TIM, cujas vendas foram vedadas no Paraná e em outros 17 estados, foram afetadas a Claro (em três estados) e a Oi (em cinco estados).

    Os negócios só foram retomados depois que as companhias apresentaram planos para a melhoria na qualidade dos serviços.

    De acordo com informações da assessoria do deputado Leonaldo Paranhos (PSC), presidente da Comissão, TIM não atendeu aos compromissos assumidos com o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e com o Procon-PR.

    “Acho que houve pressão e que a medida foi tomada em razão do Dia dos Pais, data em que tradicionalmente o celular é um dos presentes mais procurados”, diz o parlamentar.

    A TIM, por meio da assessoria de imprensa, informou que não estava ciente da ação judicial e que, por isso, não se pronunciaria sobre o assunto.

    Dentre os compromissos assumidos, a TIM prometeu aumentar o número de atendentes do call center, melhorar a relação entre número de clientes e de antenas e, assim, a qualidade do sinal, entre outros aspectos.

    À Anatel, a empresa avisou que investiria R$ 8,2 bilhões no período 2012-2015. A companhia não divulgou ao público detalhes sobre esse plano de investimentos, nem dados regionalizados.

    Ministério Público

    Antes das ações tomadas pela Anatel contra a venda de planos, em meados do mês passado, o Ministério Público do Paraná já previa uma ação contra a operadora, mirando na qualidade da prestação de serviços.

    Em maio deste ano, o MP solicitou à agência um relatório detalhado com os números de fiscalização de qualidade e dados do Procon-PR sobre as reclamações e procedimentos instaurados contra a operadora nos últimos três anos.

    De acordo com informações da assessoria do MP-PR, o órgão já está de posse destes dados e divulgará novidades sobre o caso da TIM na segunda-feira.

     

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