• 19jan

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

    Segurança pública se faz com presença física e tecnologia

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse nesta sexta-feira (18), em entrevista à GloboNews, que vai estruturar a segurança pública do Paraná com maior presença de policiais e integração das polícias.

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse nesta sexta-feira (18), em entrevista à GloboNews, que vai estruturar a segurança pública do Paraná com maior presença de policiais e integração das polícias.

    “Segurança pública se faz de duas maneiras: com presença física e tecnologia. Vamos aliar as duas”, afirmou.

    Ele confirmou a implantação da Cidade da Polícia, proposta durante a campanha eleitoral, que integrará em um mesmo local a cúpula da segurança estadual, federal e municipal.

    O objetivo é aproximar todas as corporações, que manterão sua atuação, mas terão a facilidade de desenvolver estratégias conjuntas.

    O governador informou, ainda, que técnicos do Exército na área de inteligência treinarão equipes de segurança do Paraná.

    ESCOLA – Ratinho Junior anunciou, para fevereiro, o início do programa Escola Segura, que terá policiais da reserva na porta de escolas públicas para garantir a segurança de alunos, pais e professores.

    A inspiração vem de um projeto semelhante adotado na década de 90 em Portugal, segundo ele, com ótimos resultados.

    “Essa medida também deve reduzir a evasão escolar, porque muitos jovens não vão à escola por causa da insegurança no entorno”, afirmou.

    PRESÍDIOS – Outro desafio que está na pauta do governo é a questão penitenciária. O governador lembrou que hoje cerca de 10 mil presos estão alojados provisoriamente em delegacias do Paraná por falta de vagas em presídios.

    “Um problema comum em todo país”, disse ele.

    Além da necessidade de investimentos, explicou o governador, é preciso repensar todo o sistema prisional brasileiro, que descreveu como ultrapassado e mal gerido.

    Ratinho Junior citou problemas de estrutura, da mistura de presos com diferentes graus de crime e do custo acima da média mundial.

    “Hoje o preso custa no Brasil U$ 1,2 mil por mês. No mundo inteiro o valor é de U$ 1 mil. Estamos gerindo mal o dinheiro e tratando de forma quase desumana esses presos que estão vivendo empoleirados nos presídios.”

    Um bom exemplo disso é a economia de quase R$ 100 milhões nas refeições das penitenciárias, conseguida pelo novo governo apenas com uma renegociação de contrato.

    “O fornecedor é o mesmo, a qualidade da comida é a mesma, só fizemos uma renegociação. Então se vê que o dinheiro era mal gasto. Faltava gestão.”

    PARCERIA – O governador defendeu a parceria com a iniciativa privada na área penitenciária.

    Ele deu como exemplo os Estados Unidos, onde cerca de 50% dos presídios são geridos por empresas privadas, sem tirar a tutela do Estado de comandar e ser responsável pelo preso.

  • 26out

    PARANA PORTAL -Andreza Rossini e Assessoria

     

    Ratinho Júnior anuncia General Carbonell para Secretaria de Segurança do Paraná

     

     

    O governador eleito no Paraná, Ratinho Junior (PSD) anunciou o primeiro secretário de sua equipe, nesta quinta-feira (25). 

    O General Luiz Felipe Kraemer Carbonell, atual chefe da Assessoria de Informações da Itaipu Binacional, vai assumir a secretaria da Segurança Pública, no lugar de Júlio Cezar dos Reis.

    O governador eleito disse que a escolha de Carbonell foi realizada depois de uma análise bastante criteriosa e reforça a importância que as ações de segurança pública terão em seu governo.

    “O Paraná tem território e população maiores que muitos países e está em uma região com duas fronteiras internacionais. A segurança pública do nosso estado tem que ser planejada e coordenada como se fosse um país”.

    O general serviu no Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, e foi Chefe da Seção de Comunicação Social da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, a MINUSTAH, em Porto Príncipe.

    Nascido em 20 de setembro de 1955, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o futuro secretário iniciou sua carreira no exército em 1974, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), sediada em Resende (RJ).

    Além da AMAN, cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e a Escola de Comando e Estado-Maior.

    Fez o Estágio de Comunicação Social e o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército.

    Foi instrutor do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva de Porto Alegre, em Porto Alegre (RS), e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, no Rio de Janeiro (RJ).

    Carbonell tem especialização MBA em Gestão de Projetos na Fundação Getúlio Vargas, e Gestão de Processos na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP).

    Como Oficial de Estado-Maior, chefiou a 5ª Seção do Comando Militar do Oeste, em Campo Grande (MS) e foi Subchefe do Centro de Comunicação Social do Exército em Brasília onde também foi Chefe de Gabinete do Estado-Maior do Exército.

    Foi Comandante do 14º. Regimento de Cavalaria Mecanizada em Santa Catarina e Comandante da 4ª. Brigada de Cavalaria Mecanizada no Mato Grosso do Sul.

    Em Curitiba foi Comandante da 5ª. Região Militar e Comandante da 5ª. Divisão de Exército

  • 07set

    Ney Leprevost vai trabalhar pela valorização dos policiais militares e bombeiros

     

     

    O candidato a deputado federal Ney Leprevost visitou nesta quinta-feira a Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná (Assofepar) e reafirmou seu posicionamento em trabalhar pela valorização dos policiais militares e por melhores condições de trabalho para todos.

    “Quero agradecer ao Coronel Farias, presidente e a toda sua diretoria pelas informações que me prestaram na área de segurança pública”, disse Ney.

    E complementou: “Fiquei muito preocupado ao saber que, em média, os policiais do Brasil vivem 12 doze anos a menos de que os demais cidadãos. Temos que cuidar da saúde das mulheres e dos homens que arriscam a vida para tentar garantir a segurança da nossa gente”.

    Participaram da reunião o presidente da Associação dos Oficiais Policiais Bombeiros Militares do Estado do Paraná (Assofepar), coronel Farias, os coronéis Amaro, Pancotti, Aparecida, o tenente coronel Breunig, tenente Vitor, o major Puchetti e o capitão Sergio.

    (Via Assessoria de Imprensa – Pedro Mariucci Neto).

  • 09ago

    BLOG DE RODRIGO CONSTANTINO/GAZETA DO POVO

     

    TJ DO RIO DECIDE QUE “POLÍTICA DE CONFRONTO ARMADO” É INCONSTITUCIONAL: QUEM AINDA QUER SER PM?

     

    Eis a notícia assustadora de hoje:

    Ao insistir na política de confronto armado de suspeitos de praticar crimes, o Estado viola o princípio constitucional da segurança pública.

    Dessa maneira, a administração pública responde objetivamente por danos causados nesses embates, não fazendo diferença se quem disparou tiro que atingiu terceiro foi um policial ou não.

    Com esse entendimento, a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o estado a indenizar a viúva e os três órfãos do pedreiro Gutemberg Pereira de Souza.

    Cada um receberá R$ 80 mil. O estado também terá que pagar, desde a morte do pedreiro, pensão à família e, depois que todos os filhos atingirem 18 anos, à viúva, até a data em que Gutemberg completaria 71,9 anos de idade.

    O valor será de 75% do piso salarial de pedreiro, que, no estado do Rio, é de R$ 1.237,33 atualmente.

    Gutemberg morreu no dia 20 de fevereiro de 2017, atingido por um tiro disparado durante confronto entre policiais militares e traficantes no Morro da Fé, no Complexo da Penha, na zona norte da capital.

    O pedreiro estava chegando em casa e não tinha relação com o confronto.

    O relator do processo no TJ-RJ, desembargador Fernando Foch, disse que a política de confronto empreendida pelas autoridades do Rio remonta à concepção de guerra interna e ao conceito de segurança nacional da época da ditadura militar (1964-1985).

    São ideias rejeitadas pela Constituição Federal de 1988, que realça a segurança pública e a dignidade humana.

    Segundo Foch, o combate à criminalidade deve ser feito com respeito aos direitos à vida, à saúde e à dignidade.

    “Com efeito, essa política de confronto, que inclui pesadas trocas de tiros entre policiais e delinquentes, pouco importa a vida, a inviolabilidade da integridade física, a higidez psicológica, a saúde mental e a dignidade humana de inocentes que se vejam na linha de tiro”.

    Na teoria, é linda a preocupação com os abusos da PM, e soa até liberal, com a defesa da “integridade física”, a “higidez psicológica”, a “saúde mental” e a “dignidade humana” de inocentes.

    Na prática, significa mais um obstáculo ao trabalho árduo e arriscado da PM, que enfrenta bandidos armados com fuzis em terrenos extremamente hostis como as favelas cariocas.

    Estão em campanha contra a PM faz tempo. O PSOL e sua turma não escondem o objetivo: é acabar com a polícia mesmo, considerada “fascista”.

    O primeiro passo é “desmilitarizar” a PM, que vai enfrentar traficantes com flores.

    O segundo passo é demonizar toda a polícia como “fascista” ou “racista”, sem falar truculenta, e com isso gerar um clima contrário ao trabalho dos policiais.

    Por fim, com salários baixos e esse ambiente negativo, resta perguntar: quem ainda quer ser PM?

    A vida de um policial honesto, ainda mais carioca, é simplesmente inviável.

    Enquanto aqui nos Estados Unidos os xerifes são respeitados por todos e vivem nas comunidades decentes, no Rio o policial é tratado como o bandido por boa parte da mídia e dos “intelectuais”, ganha mal, e muitas vezes precisa esconder a farda para não morrer.

    E ainda corre o risco de viver levando processos e preenchendo papelada burocrática só por executar sua função e tentar proteger o cidadão.

    Mas os teóricos abstratos imaginam que fazem ou julgam leis na Suíça, não no Rio, com favelas dominadas pelo tráfico, que mais parece a Síria.

    O resultado só pode ser esse: colaborar com a escalada do crime, num país que já perde mais de 60 mil pessoas por ano em homicídios.

    Depois não entendem o fenômeno Bolsonaro…

  • 01ago

    ASSESSORIA DE IMPRENSA

     

    Evento debate papel de polícia das Guardas Municipais

     

    A possibilidade de alterar a denominação das Guardas Municipais para Polícia Municipal vem causando intensos debates no Congresso Nacional e entre as forças da segurança pública.

    No início de julho, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final, da Câmara dos Deputados, aprovou a inclusão no Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/2014) dessa mudança de nomenclatura.

    A proposta ainda será votada no Senado.

    “Embora pareça uma questão simples, estamos diante da possibilidade de ampliar o papel das Guardas Municipais na sociedade, com funções mais relevantes na proteção do cidadão e no combate à criminalidade, com poder de polícia”, explicou o deputado Delegado Recalcatti (PSD), um dos cinco palestrantes do seminário “A Nova Polícia Municipal”, realizado no último sábado, 28, na sede da Faculdade Futuro, em Curitiba.

    Além do parlamentar, o evento reuniu o ex-ouvidor da GM de Curitiba, Maurício Arruda, e os representantes das Guardas Municipais Heron Moraes, Roberto Kuss e Jussier Leite Silva.

    Todos defenderam a ampliação do poder de atuação das GMs, incluindo a mudança na Constituição que atualmente restringe o papel dessas instituições à proteção do patrimônio público.

    Na prática, porém, as GMs têm recebido mais atribuições.

    Muitas prefeituras e Câmaras Municipais do país têm autorizado um papel “mais ostensivo” na preservação da ordem pública e na proteção à vida.

    Os municípios também têm alterado por conta própria a nomenclatura de Guarda para Polícia Municipal, independente da legislação federal.

    Isto porque a organização administrativa das GMs é diferente em cada município.

    “Acredito que o futuro da segurança pública passa pela municipalização e pela valorização das Guardas Municipais”, afirmou Recalcatti.

    “É mais eficiente o poder municipal planejar e organizar políticas públicas para a segurança por se tratar da esfera governamental mais próxima dos problemas cotidianos enfrentados pelos cidadãos”, explicou.

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