• 29ago

    DIÁRIO DO PODER

     

    ‘Exército’ dos traficantes no Rio de Janeiro já é maior que o efetivo da Polícia Militar

     

    Facções que controlam 1.500 favelas somam 56 mil criminosos e a PMRJ têm 44 mil policiais

     

    PF tenta barrar o PCC no Rio, após STF proibir a polícia de agir contra o tráfico

    Os traficantes estão cada vez mais ousados e violentos, à medida em que ficam impunes: chegam a postar fotos em redes sociais, como estes, de Jacarepaguá.

     

    As facções de traficantes que dividem o controle de cerca de 1.500 favelas do Rio de Janeiro já somam 56 mil criminosos muito bem armados e mais numerosos que a Polícia Militar do Estado, com 44 mil policiais.

    A estimativa do “exército de bandidos” foi citada nesta sexta (28) pelo procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

    Ele adverte: a decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir a polícia nas favelas fortaleceu as organizações criminosas.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    Cresceu a ambição da gangue paulista “PCC” para se estabelecer nas favelas do Rio, como mostrou operação da Polícia Federal dias atrás.

    Com a polícia proibida de agir, tiroteio de 27 horas marcou a tentativa de uma facção “tomar” o morro de São Carlos, no Rio, controlado por rivais.

    Na decisão do STF, os ministros não parecem informados sobre o drama vivido pela população favelada sob a mira das armas dos bandidos.

    O STF nem imagina que pode ser fuzilado morador com roupa amarela, cor rival, em morro controlado pelo “Comando Vermelho”, e vice-versa.

  • 25fev

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Sergio Moro diz que “está na hora de todos colocarem a cabeça no lugar

     

    Valter Campanato | Agência Brasil

    Após desembarcar no Ceará para acompanhar de perto a tensão nas ruas, em meio ao motim dos policiais militares e à escalada da violência no estado, Sergio Moro usou as redes sociais para pedir calma.

    Está na hora de todos colocarem a cabeça no lugar e de serenar os ânimos, escreveu o ministro da Justiça no Twitter.

    Em uma declaração anterior, Moro assegurou que o Ceará não vive “uma situação de absoluta desordem nas ruas”.

    “[…] Não é uma situação de absoluta desordem nas ruas. As pessoas estão circulando nas ruas, não existem por exemplo saques nem nada disso a estabelecimentos comerciais. Então, a situação está sob controle, claro que dentro de um contexto relativamente difícil em que parte da polícia estadual está paralisada, afirmou.

  • 14set

    CONTRAPONTO/CELSO NASCIMENTO

     

    Moro quer criar “Lei Rouanet” da segurança pública

     

    O governo pretende apelar à iniciativa privada para tocar programas de combate à criminalidade.

    É o que prevê uma medida provisória que está sendo elaborado pelo ministério da Justiça para criar uma espécie de “Lei Rouanet da Segurança Pública”.

    Pessoas físicas e jurídicas que fizerem doações ao Fundo Nacional de Segurança Pública teriam com o abatimento no imposto de renda.

    A proposta da equipe do ministro da Justiça, Sérgio Moro, estabelece que pessoas físicas poderiam abater até 60% das doações no Imposto de Renda.

    O porcentual para pessoas jurídicas, por sua vez, ficaria em torno de 40%.

    A faixa permitida para deduções e as contrapartidas para os doadores do fundo ainda estão em estudo, mas o ministério já pôs no papel a lista de possíveis destinos do dinheiro que espera conseguir dos empresários.

    A relação inclui a ajuda aos estados para a compra de armas e equipamentos destinados às polícias Civil e Militar, a melhoria das 1.100 Guardas Municipais existentes, além da criação de novos contingentes nas cidades.

    Diante da vontade de obter novas fontes de recursos, a equipe de Moro não se preocupa nem mesmo em recorrer ao nome de uma lei do setor cultural já atacada pelo presidente Jair Bolsonaro.

    Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo, o dinheiro do fundo e das loterias não é suficiente para aumentar a contribuição do governo federal no combate ao crime.

    Um levantamento apresentado na última terça-feira pelo Fórum Brasileiro da Segurança Pública, a partir de dados oficiais, mostra que o governo ficou engessado para investimentos em inteligência e ajuda às polícias estaduais.

    Um dos motivos são os repasses para diárias e manutenção das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) do Exército, que totalizaram R$ 386 milhões no ano passado, e também da Força Nacional, que consumiram outros R$ 167 milhões.

  • 05jun

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Paraná tem menos homicídios e roubos, e mais prisões

     

    Governador Carlos Massa Ratinho Junior coordena reunião com a equipe de Governo - Curitiba, 04/06/2019 - Foto: José Fernando Ogura/ANPr

     

    Menos homicídios, mais prisões, menos roubos e mais drogas apreendidas.

    Esse é o balanço dos primeiros cinco meses do ano apresentado nesta terça-feira (04) durante a reunião do governador Carlos Massa Ratinho Junior com o secretariado, no Palácio Iguaçu.

    O resultado das ações da Secretaria da Segurança Pública foram apresentadas pelo general Luiz Felipe Carbonell, titular da pasta neste período e que deixa o cargo para responder pela diretoria de Coordenação da Itaipu Binacional.

    No seu lugar assume o coronel do Exército Rômulo Marinho Soares.

    “Esses bons resultados são frutos da seriedade e criatividade do trabalho, uma dedicação incrível”, disse o governador, destacando a atuação do ex-secretário e da equipe.

    Ratinho Junior ressaltou que a troca de secretário não muda a estrutura organizacional da segurança e que todos os profissionais que estão no comando de órgãos vinculados à pasta serão mantidos.

    O balanço apresentado por Carbonell mostra a diminuição em 32% no registro de ocorrências de homicídios dolosos, principal indicador da segurança pública.

    Dos 399 municípios paranaenses, 271 (68%) não registraram este tipo de crime durante o primeiro trimestre deste ano.

    Nos 128 municípios restantes, 67 tiveram apenas um caso.

    Também caíram consideravelmente os índices de roubos seguido de morte (-46%) e de roubos em geral (28,7%).

    As apreensões de drogas subiram, com destaque para o ecstasy (47,64%). De outra parte, o número de prisões cresceu 253%.

    “O sucesso que conseguimos em poucos meses é por causa do pessoal que fica na ponta da linha, da Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento Penitenciário”, disse Carbonell.

    “Graças a eles, o Paraná tem um dos melhores índices do Brasil em termos de contenção da criminalidade”, ressaltou.

    NOVAS AÇÕES – Na reunião foram mencionados pontos que balizarão a gestão da pasta nos próximos meses.

    Um deles é a implantação do Centro Integrado de Inteligência da Fronteira, em Foz do Iguaçu, uma parceria com o Ministério da Justiça.

    Outra ação de destaque é a integração da segurança pública para unificar áreas de planejamento, comando, controle e inteligência em um mesmo lugar, dentro da Cidade da Polícia.

    O projeto, orçado em R$ 140 milhões, ocupará uma área de 35 mil metros quadrados no bairro Rebouças, em Curitiba, onde funcionava a antiga fábrica da Ambev.

    A construção de novas unidades prisionais também foi lembrada, como forma de reduzir a superpopulação nas carceragens.

    Além de obras em execução, o Estado está finalizando o processo licitatório de quatro novas cadeias públicas, com capacidade para mais de 3 mil detentos e investimento de R$ 69 milhões.

    DIRETORIA – Na reunião, o secretário Rômulo Marinho Soares confirmou Pedro Luiz Humphreys Stonoga, que é coronel do Exército, como o novo diretor-geral da pasta.

    PRESENÇAS – Além dos secretários e dirigentes de estatais, participaram também da reunião o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Hussein Bakri; e o vice-líder, Tiago Amaral.

  • 01mar

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/DEPUTADO RECALCATTI

     

    Recalcatti defende maior participação dos Conseg nas decisões do governo

     

    Recalcatti, no centro, recebeu Antonio Carlos Carvalho e Eduardo Siqueira, lideranças de Conseg -Foto: Tita Lucindo

     

    O deputado Delegado Recalcatti (PSD) entregou nesta semana o documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” ao coordenador da União dos Conselhos Comunitários de Segurança, Antonio Carlos Carvalho, destacando que uma das 31 medidas sugeridas pelo documento é a valorização e a participação efetiva dos Conseg nas decisões das políticas públicas do setor.

    “Como delegado de Polícia, sempre estimulei a formação dos Conseg em bairros e em pequenas cidades para que a sociedade possa se manifestar e manter um canal de comunicação com as autoridades da segurança pública”, afirmou Delegado Recalcatti.

    Ele lembrou que, quando atuou como delegado em Araucária, foi um dos fundadores do Conseg local.

    Os Conseg são entidades civis formadas por voluntários que atuam como elo entre a sociedade e autoridades públicas e forças de segurança.

    O documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” pede para que seja estabelecida “uma relação direta e a participação da sociedade nas questões da segurança pública” por meio dos Conseg.

    OFÍCIO PARA SECRETÁRIOS

    No encontro, Antonio Carlos Carvalho pediu ao Delegado Recalcatti para que apoiasse duas reivindicações que vão exatamente nesse sentido: o acesso periódico aos dados da evolução da criminalidade em bairros das grandes cidades e pequenos municípios; e a participação no processo de escolha do coordenador dos Conselhos de Segurança.

    De acordo com um ofício protocolado pela União dos Conseg aos secretários de Segurança Pública, Luiz Felipe Carbonell, e da Casa Civil, Guto Silva, o ocupante desse cargo, que faz parte da estrutura da SESP, atua como o canal de acesso dos Conseg ao governo e às Polícias.

    Eles reclamam que as indicações não têm favorecido uma boa relação.

    Sobre acesso aos dados da criminalidade, os Conseg alegam que necessitam avaliar “o quanto as estratégias adotadas estão ou não surtindo efeito”.

    “Sem tais informações, as ações passam a ser meramente intuitivas e muitas vezes podem ser conduzidas de forma errada”. Eles pedem que esses relatórios sejam mensais.

    AUDIÊNCIA PÚBLICA

    O documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” foi divulgado no início de fevereiro como resultado da audiência pública, de mesmo nome, realizada em 27 de novembro de 2018 na Assembleia Legislativa.

    O evento contou com a participação de representantes das forças de segurança, entidades classistas e sociedade organizada e traçou um amplo panorama da situação da segurança pública no Paraná.

    Antonio Carlos Carvalho esteve acompanhado do presidente do Conseg Juvevê, Eduardo Siqueira. Fazem parte da União dos Conseg as comunidades organizadas dos bairros Abranches, Água Verde, Alto Boqueirão, Bigorrilho, Bom Retiro, Boqueirão, Cajuru, Capão da Imbuia, CIC, Cristo Rei, Guabirotuba, Guaíra, Jardim Social, Juvevê, Mercês/Vista Alegre, Pilarzinho, Pinheirinho, Portão, Sítio Cercado, Tarumã, Umbará, Vila Fanny, Vila Guaíra e Vila Lindóia, de Curitiba, além dos municípios de Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Matinhos, Morretes, Piraquara, Pontal do Paraná, São José dos Pinhais e União da Vitória.

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