• 16set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Ministro Moro inaugurará escritório de inteligência na fronteira inspirado nos EUA

     

    Imagem: . Christie Digital Systems USA, Inc.

     

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública pretende inaugurar, ainda neste ano, o primeiro escritório de inteligência integrado, na fronteira de Foz do Iguaçu.

    A implementação do projeto, que é inspirado no modelo norte-americano, é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do MJSP e deve receber aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e da Hidrelétrica de Itaipu.

    A ideia é ter em um mesmo local agentes da PF, PRF, RF, Forças Armadas, polícias estaduais, adidos de outros países, a fim de compartilhar bancos de dados e inteligência contra o crime transnacional e de fronteira. Uma espécie de Força Tarefa permanente”, explicou Sérgio Moro no Twitter.

    O escritório, um Centro Integrado de Operações em Fronteiras, vai se chamar Fusion Center, assim como nos Estados Unidos, e o projeto piloto vai funcionar em uma área de 600 metros quadrados, no Parque Tecnológico de Itaipu, informou o jornal Gazeta do Povo.

    Objetivo
    Conforme a Gazeta do Povo, o objetivo central dessa estrutura, diz um documento do governo americano, é o recebimento, análise, coleta e compartilhamento de informações relacionadas a ameaças à segurança nacional.

    Ao todo, os Estados Unidos têm mais de 80 Fusion Centers espalhados por diversos estados. O que foi citado pelo ministro Sergio Moro como inspiração é o localizado na cidade de El Paso, no Texas, que fica na fronteira com o México.

    No modelo americano, esses centros são coordenados por autoridades estaduais e locais com o apoio do governo federal, que fornece pessoal, treinamento, assistência técnica e acesso a bases de dados federais que possam ajudar em investigações.

    Segundo um relatório do Departamento de Segurança Interna (Homeland Security), com esse trabalho integrado, as forças locais ficam mais eficientes com a ajuda federal e também auxiliam fornecendo contextos locais que muitas vezes não são de conhecimento das autoridades da União.

    Essa necessidade de integrar os conhecimentos de vários níveis foi detectada por uma comissão montada pelo governo americano para analisar os atentando terroristas de 11 de setembro de 2001.

    Por isso, boa parte dos esforços nessas estruturas são para combater atos de terrorismo.

    Como forma de atestar a eficiência do modelo, o governo americano mantém um compilado de ações de segurança que só foram possíveis graças ao compartilhamento de informações nos Fusion Centers.

    Entre os casos há a prisão de fugitivos; o desmantelamento de organizações que produziam material pornográfico infantil; a descoberta de planos para atentados terroristas, entre outros.

    Em uma operação para desbaratar uma quadrilha de tráfico internacional de drogas, o Fusion Center agiu de modo muito similar ao que Sergio Moro planeja para o projeto-piloto que será implantado em Foz do Iguaçu.

    Participação

    Segundo o coordenador-geral de combate ao crime organizado da Seopi, Wagner Mesquita, 16 instituições trabalham na implementação do projeto, como a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Agência Nacional de Inteligência (Abin), o Ministério da Defesa, a Unidade de Inteligência Financeira (UIF – antigo Coaf), a Receita Federal, entre outros órgãos.

    No projeto piloto, a capacidade de operação será de 35 pessoas atuando na produção de conhecimento e outras 20 pessoas atuando no comando e controle de operações, segundo Mesquita.

    Segundo o coordenador-geral, o objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado.

    “A ideia é que a gente cerque e dificulte a logística do crime organizado nos grandes centros urbanos”, disse Mesquita à Gazeta do Povo.

    Principais funções

    O escritório vai integrar o trabalho operacional e de investigação dos órgãos de controle e investigação.

    “Cada instituição tem suas ferramentas e o Fusion Center vai ser um catalisador disso. A gente tem um centro de comando e controle, onde você pode estabelecer os objetivos da sua operação, minimizar o efetivo, aumentar a eficácia, controlar a tropa em terra, ter geoposicionamento das viaturas, das tropas no terreno, unificar as comunicações. Isso tudo o Fusion está fazendo”, explicou Mesquita à Gazeta do Povo.

    Além de apoio operacional para as ações das polícias na fronteira, o Fusion Center também vai auxiliar investigações do Brasil inteiro, através do levantamento de informações, processamento e difusão.

    “Vai ser um polo de inteligência da região e um auxílio para investigações criminais. Investigação de crime organizado no país inteiro tem que se aprofundar na fronteira porque o material que traz dinheiro para facção, vem pela fronteira, seja droga, seja arma, seja material de contrabando. Atacar essas instituições somente no mercado consumidor, estamos fazendo nem metade do serviço”, ressaltou Mesquita.

    O escritório em Foz do Iguaçu terá um núcleo do Centro Integrado de Inteligência, inaugurado recentemente em Curitiba, que tem o objetivo de auxiliar investigações e produzir conhecimento.

    O Fusion Center, que tem a função de coordenar operações na região de fronteira, também vai auxiliar na criação de protocolos de troca de informações entre instituições.

    Centro definitivo

    O Fusion Center vai começar a operar ainda neste ano, no Parque Tecnológico de Foz do Iguaçu, mas a partir do ano que vem começa a construção no endereço definitivo do escritório.

    O projeto piloto vai receber aportes de Itaipu no valor de R$ 3 milhões para 5 anos de operação. O Ministério da Justiça, por sua vez, vai custear o efetivo.

    Já o Fusion Center definitivo vai ficar em um terreno de cerca de 10 mil metros quadrados da Polícia Rodoviária Federal. O custo estimado da construção é de R$ 40 milhões, mas segundo Mesquita, o custo ainda pode diminuir.

    Apesar da implementação do projeto estar sendo coordenada pela Seopi, a gestão do Fusion Center será feita pela Polícia Federal, para que o escritório possa fazer acordos de cooperação internacional.

    Segundo Mesquita, o dinheiro para compra de equipamentos e construção do espaço definitivo será do BNDES.

    O banco ofereceu uma linha de crédito de US$ 1,4 bilhões para municípios, estados e União, para projetos vinculados à segurança pública e o Fusion Center é um dos projetos que vai receber os aportes, segundo Mesquita.

    Outros estados

    De acordo com a Gazeta do Povo, depois da construção do escritório em Foz do Iguaçu, o MJSP pretende ampliar o projeto para outros estados, para que os escritórios trabalhem de forma integrada.

  • 14set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Paulo Guedes sinaliza onda de privatizações

     


    Cristiano Mariz | Veja

     

  • 14set

    AFP

     

    Maior greve em 12 anos gera caos em Paris contra reforma da Previdência

     

    Dez das 16 linhas de metrô da cidade não funcionaram nesta sexta-feira; grandes engarrafamentos são registrados pela cidade

     

    Greve causou engarrafamentos na capital francesa e levou diversas pessoas a optarem por meios de transporte alternativos Foto: MARTIN BUREAU / AFP
    Greve causou engarrafamentos na capital francesa e levou diversas pessoas a optarem por meios de transporte alternativos Foto: MARTIN BUREAU / AFP
    Os parisienses viveram uma sexta-feira caótica devido a uma greve nos transportes públicos da cidade — a maior em 12 anos — para protestar contra a reforma da Previdência preparada pelo governo do presidente Emmanuel Macron .

    Dez das 16 linhas do metrô de Paris não funcionaram nesta sexta-feira, deixando as outras seis bastante congestionadas.

    As linhas de ônibus da cidade também circulavam em número reduzido, enquanto grandes engarrafamentos de 235 quilômetros, mais que o dobro do normal, foram registrados na região metropolitana parisiense.

    Segundo o jornal Le Parisien, o requerimento legal para que o setor de transportes mantenha um nível mínimo de serviço — legislação estabelecida após grandes greves que aconteceram em 2007 — não estava sendo respeitado.

    Profissionais como advogados, funcionários de companhias aéreas e do setor de saúde convocaram mais paralisações para a segunda-feira.

  • 14set

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    A complicada situação jurídica do repórter da Revista Época

     

     

    Sobre o caso da nora do Presidente: o jornalista pode ter cometido crime de FALSIDADE IDEOLÓGICA.

    O canalha não pode alegar imunidade profissional para praticar crimes, e nem se esconder atrás da liberdade de imprensa.

    É SÓ PROCESSAR ESSE PILANTRA e tentar uma condenação criminal rápida, para servir de exemplo.

    Vejam a encruzilhada em que o jornalista criminoso está: ele terá que assumir que É GAY MESMO, senão confessará a armação, a mentira, o engodo de sua parte, e ficará caraterizado o dolo na sua ação de enganar a vítima.

    Por outro lado, se ele disser que NÃO É GAY, acabará comprovando que foi “curado” pela psicóloga, já que se apresentou a ela como homossexual.

    Ele não é apenas um criminoso travestido de jornalista. Ele é uma pessoa que sofre de déficit de inteligência.

  • 14set

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

    POR FREDERICO RODRIGUES

    Choradeira sem fim: Sem dinheiro público, produtores adiam estreia de Marighella

    Será que esses famosos passaram tanto tempo em suas bolhas de celebridades que perderam a noção do ridículo?

    Não estavam satisfeitos em fazer um filme celebrando um terrorista e, ainda por cima, mudar a cor do protagonista para promover o vitimismo e dar ares de “justiça social”?

    Wagner Moura, famoso por interpretar o Capitão Nascimento e…só, resolveu adiar o lançamento de sua ode ao comunista criminoso (pleonasmo) Marighella.

    O motivo? “A burocracia na Ancine”.

    Os produtores não conseguiram cumprir “todos os trâmites legais” para promover o lançamento do filme.

    Tradução: queriam dinheiro público, o governo não deu!

    Nunca entendi porque artistas milionários precisam de milhões de reais dos trabalhadores brasileiros para “promover a cultura”.

    Se uma dona de casa quiser abrir o próprio negócio, ela precisa ir até um banco, preencher vários formulários e torcer pra sair de lá com um empréstimo.

    Empréstimo que ela vai precisar pagar com juros altíssimos, quer seu negócio prospere ou não.

    Por que artistas tem o benefício de usar dinheiro público em suas produções sem obrigação de devolvê-lo?

    O povo brasileiro é o melhor sócio do mundo, entra com o investimento e arca com o prejuízo, mas nunca recebe o lucro.

    -“Mas o filme já é um sucesso, está sendo muito festejado lá fora.” (relincha o esquerdista).

    Ah é? Então façam assim: vão até um Banco, peguem um empréstimo e lancem o filme.

    Com toda a grana que arrecadarem na bilheteria (hahaha) vocês pagam o empréstimo e ainda sobra.

    Os produtores de Marighella queriam R$1 MILHÃO para ressarcir despesas e sabe-se lá quanto mais para verba de comercialização (provavelmente na casa do milhão de reais também).

    Como não conseguiram, seus amigos da imprensa soltaram manchetes insinuando que o filme foi censurado, que foi forçado a ser cancelado.

    Estão tentando empurrar a ideia de que o Governo Bolsonaro está censurando a homenagem ao terrorista.

    Querem gerar interesse fingindo perseguição. Afinal todo mundo quer ver algo que foi censurado.

    Não caiam nessa, nada os impede de lançar o filme sem usar dinheiro público.

    Aliás, podem lançar essa porcaria no Youtube amanhã.

    Sinto muito Wagner Moura, por mais que você tente ser reconhecido por aplaudir terrorista, continuará marcado como o eterno Capitão Nascimento.

    Este é seu legado, ser menor do que seu personagem.

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