• 05Maio

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Donald Trump está de volta: ex-presidente dos EUA lança plataforma de comunicação própria

    A novidade está sendo comemorada por apoiadores do republicano no mundo inteiro

     

    Shealah Craighead

     

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta terça-feira (4) uma plataforma de comunicação, que permitirá uma comunicação direta com seus apoiadores, após meses sendo banido de sites como Twitter e Facebook.

    A plataforma ‘From the Desk of Donald J. Trump‘ já está disponível. O espaço permitirá que Trump poste comentários, pronunciamentos , imagens e vídeos.

    Criada pela pelo ex-gerente de campanha eleitoral, Brad Parscale, a tecnologia foi desenvolvida para gerenciar, inclusive, campanhas e organizações políticas de maneira eficiente.

    A rede permite que o ex-mandatário poste qualquer informação sem intervenção do patrulhamento exercido pelas redes sociais, e possui botões para compartilhamento das postagens do republicano no Twitter e no Facebook.

    No entanto, a novidade ainda não conta com um recurso que permita aos usuários ‘responder’ ou ‘interagir’ com as postagens do ex-líder norte-americano.

    “Esta é apenas uma comunicação unilateral, que possibilita a comunicação de Trump com seus seguidores”, disse uma fonte à Fox News.

    “O site do presidente Trump é um grande recurso para encontrar suas últimas declarações e destaques de seu primeiro mandato. Teremos informações adicionais sobre essa frente em um futuro muito próximo”, acrescentou o consultor sênior Jason Miller à emissora.

    Arquivo | Reprodução

    Arquivo | Reprodução

  • 29mar

    DIÁRIO DO PODER

     

    Ernesto relata conversa estranha de senadora sobre 5G e Pacheco ‘sobe nas tamancas’

     

    Presidente do Senado deveria apurar o suposto interesse de Kátia Abreu no leilão 5G

     

    Brasil deseja criar novas oportunidade com a China, diz chanceler

    Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo – Foto: MRE.

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, é do tipo que considera intolerável um ministro sob fogo cerrado de senadores ter a ousadia de reagir a isso.

    Foi o que aconteceu neste domingo (28), após a publicação de um post do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, revelando estranho interesse da senadora Kátia Abreu, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, sobre o leilão próximo da tecnologia 5G.

    Atraído para uma reunião da Comissão de Relações Exteriores, Araújo foi submetido a uma espécie de “malhação de judas” liderada pela presidente do organismo, senadora Kátia Breu (TO), conhecida por suas ligações à ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

    Neste domingo (28), Rodrigo Pacheco “subiu nas tamancas” para reiterar críticas ao titular do Ministério das Relações Exteriores inconformado com as revelações dele sobre a conversa com Kátia Abreu durante almoço que ele ofereceu à senadora, em 4 de março.

    Em vez de mandar apurar os fatos, que sugerem interesse particular da senadora no leilão do 5G, Pacheco partiu para o ataque: “A tentativa do ministro Ernesto Araújo de tentar desqualificar a competente senadora Kátia Abreu”, advertiu Pacheco, “atinge todo o Senado Federal”.

    Em sua conta no twitter, Ernesto Araújo contou que, ao receber Kátia Abreu em almoço no ministério, mantiveram uma conversa que definiu como “cortês” e nela “pouco ou nada falou de vacinas”. Há testemunhas da conversa entre anfitrião e visitante.

    O ministro revelou um detalhe que deveria merecer do presidente do Senado abertura de procedimento investigativo.

    Ele conta que, no final do almoço, à mesa, Kátia Abreu afirmou: “Ministro, se o senhor fizer um gesto em relação ao 5G, será o rei do Senado.”

    Ernesto Araújo esclarece que não fez “gesto algum”, explicando em seguida, em seu post no Twitter, que esse tema não lhe compete e sim ao colega das Comunicações e ao presidente da República.

    Mas o presidente do Senado achou que o chanceler tentou “desqualificar” a senadora e, com isso “atingiu todo o Senado Federal”, destacando que o fato acontece “justamente em um momento que estamos buscando unir, somar, pacificar as relações entre os poderes”.

    E foi mais além: “Essa constante desagregação é um grande desserviço ao País”.

  • 27mar

    TERRA BRASIL NOTÍCIAS

     

    BOMBA: Hospital dos EUA diz que desenvolveu vacina anunciada como brasileira por Doria !

     

    BOMBA: Hospital dos EUA diz que desenvolveu vacina anunciada como brasileira pelo Butantan

     

    Reportagem do jornal Folha de S. Paulo afirma que a candidata a vacina contra a covid-19 anunciada pelo Instituto Butantan como sendo o primeiro imunizante 100% nacional, foi desenvolvida nos Estados Unidos, na Escola de Medicina Icahn do Instituto Mount Sinai.

    A informação foi repassada à publicação pelo diretor e professor do departamento de microbiologia do instituto, Peter Palese. “Sim, também temos um acordo com o Instituto Butantan para entrar em testes clínicos no Brasil usando nosso vetor de vacina NVD.

    “Também estamos desenvolvendo vacinas para variantes da covid-19 baseadas nas versões sul-africana e brasileira para o Instituto Butantan”, afirmou.

    Procurado pela publicação, o diretor do instituto paulista, Dimas Covas, afirmou: “o Butantan está fazendo o desenvolvimento integral da vacina a partir de parcerias que temos e com um consórcio internacional”.

    Mount Sinai, explicou, teria sido procurado pelo Butantan para fornece o vetor da vacina.

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta sexta-feira, 26, que a vacina era a primeira feita com tecnologia nacional a entrar com testes em humanos.

    Em nenhum momento Doria ou Dimas Covas mencionou a parceria com o hospital Mount Sinai.

    A tecnologia, portanto, é norte-americana, e foi divulgada em duas publicações em revistas científicas em 2020, uma na revista EBioMedicine, em novembro, e outra no periódico Vaccines, em dezembro.

  • 11mar

    GAZETA BRASIL

     

    Clube Militar emite nota sobre decisão Fachin: “Aproxima-se o ponto de ruptura”

     

    Imagem

     

    Em artigo publicado no site do Clube Militar nesta terça-feira (9), o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva, também membro do Conselho da Comissão de Anistia, emitiu uma nota criticando a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de anular as condenações do ex-presidente Lula. “Aproxima-se o ponto de ruptura”, diz o título da nota.

    “A nefasta decisão do Ministro Fachin, livrando Lula de suas condenações foi uma bofetada na cara (desculpem a expressão) da Nação Brasileira”, diz trecho da nota.

    Veja na íntegra a nota do Clube Militar

     

    “Após tanto trabalho, esforço, lutas, participação popular e regate do civismo e da cidadania do povo brasileiro, uma única pessoa, ao arrepio do que seja justiça, segurança jurídica e senso de responsabilidade política, praticamente, arremessou no lixo a Operação Lava Jato e, com ela, a esperança da sociedade num futuro mais digno.

    Uma só pessoa desdenhou das decisões das Cortes da Justiça de Primeira Instância, de um Tribunal Regional Federal e do Superior Tribunal de Justiça, onde, em todas elas, Lula, uma criatura deplorável, fora condenado.

    Com base em meandros jurídicos de menor relevância diante das robustas evidências de corrupção em mais elevado grau, Fachin escandalizou o Brasil e causou um choque brutal em nossa autoestima, orgulho e confiança no País.

    Para reverter essa decisão, cabe ao povo brasileiro exercer o legítimo e, também legal, direito de pressionar na mídia e nas instituições e organizações, mas principalmente nas ruas, de forma ordeira, firme, resoluta, sem descanso e sem retrocessos, por uma reviravolta nessa situação que é motivo de vergonha nacional.

    Essa e outras decisões monocráticas e, também, algumas decisões do pleno do STF revelam uma ilegítima disposição de conduzir os destinos do País, invadindo áreas dos demais Poderes e contando com a conivência de deputados e senadores, cujo grande efetivo resulta na submissão do Congresso Nacional.

    Da mesma forma, a Alta Corte algemou o Executivo, comprometeu sua autoridade e vem colocando em risco a paz, a harmonia e a própria unidade nacional.

    O STF feriu de morte o equilíbrio dos Poderes, um dos pilares do regime democrático e da paz política e social.

    A continuar esse rumo, chegaremos ao ponto de ruptura institucional e, nessa hora, as Forças Armadas (FA) serão chamadas pelos próprios Poderes da União, como reza a Constituição.

    Por isso, hoje, é bom lembrar Rui Barbosa: A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer. O grande jurista se referia ao recurso a instâncias legais.

    Porém, o que é supremo não é a lei e sim a Justiça e esta não existe quando a lei é usada contra o bem comum. Não fosse assim, ainda seríamos uma colônia de Portugal.

    Em um conflito entre Poderes, a qual deles as FA se submeterão? Com certeza, ficarão unidas e ao lado da Nação, única detentora de sua lealdade. Que a liderança nacional tenha isso em mente”.

  • 10mar

    DIÁRIO DO PODER

     

    Girão critica decisão de Fachin sobre Lula e pede instauração da CPI da Lava Toga

     

    Para o parlamentar se não existisse a pandemia, certamente haveria uma multidão protestando na frente do STF

     

    Em pronunciamento nesta terça-feira (9), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) criticou a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela justiça federal do Paraná e de enviar os processos para serem julgados no Distrito Federal.

    O parlamentar disse que, se não existisse a pandemia do coronavírus, certamente haveria uma multidão protestando na frente do STF.

    Acrescentou que a população brasileira está atônita com a decisão de Fachin, já que ele vinha apoiando a operação Lava Jato.

    Girão pediu a instauração da chamada CPI da Lava Toga e conclamou o Senado a “assumir as suas responsabilidades” e analisar “indícios graves” contra ministros do Supremo, pois essa é uma prerrogativa dos senadores, que inclusive podem votar o impeachment desses magistrados.

    — O que acontece, o que a gente percebe, é um poder protegendo o outro por causa do famigerado foro privilegiado — afirmou.

    O senador defendeu novamente a mudança nas regras constitucionais relacionadas ao Supremo.

    Para ele, os ministros do STF devem ter mandatos por tempo determinado, passando também por um novo processo de escolha.

    Por último, Girão afirmou que os brasileiros não devem perder a esperança na justiça, apesar das “decepções que se multiplicam”.

    ( Com informações Agência Senado)

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