• 23nov

    CONEXÃO POLÍTICA/OPINIÃO/

     

    Jair Bolsonaro tem o que todos políticos almejam: o forte apoio popular

     

    Alan Santos | PR

    Com o pleito de 2020 chegando perto do fim, os olhares intensos para as eleições 2022 já começaram.

    Um dos fatores, sem dúvidas, que será determinante para sabermos se um usuário está em alta ou não, será o poder popular nas ruas.

    Não me refiro aquela velha militância paga para fortalecer a imagem de A ou B. Mas faço menção ao furacão que tomou conta do país no pleito de 2018.

    Tivemos de tudo. Aeroportos lotados, ruas tomadas, espaços públicos tomado de apoiadores.

    Assim foi a presença do então deputado Jair Bolsonaro nas ruas, que com um expressivo apoio popular venceu as eleições presidenciais.

    Ao contrário do que tem sido veiculado diuturnamente por grandes veículos de comunicação, a popularidade do presidente Jair Bolsonaro segue em alta.

    A justificativa se dá pela forte recepção nas ruas, nos estabelecimentos, no dia a dia.

    Qual político consegue sair nas ruas e ser fortemente aclamado? Eis a força de Bolsonaro!

    Não importa por onde vá, a recepção do presidente é sempre calorosa. Norte, Nordeste, Sul, Sudeste ou Centro-Oeste.

    Goste ou ou não, mas a força política (popular) de Bolsonaro é muito grande e inegável.

    Ainda que o cenário de 2022 reflita o que estamos presenciando atualmente — cenário em que Ciro Gomes, Flávio Dino, Lula e Marina Silva unindo forças para apoiar Guilherme Boulos, do PSOL — a oposição ainda terá muito chão pela frente.

    Jair Bolsonaro tem em mãos o que todos eles almejam: o apoio popular.

  • 17nov

    GAZETA DO POVO

    Quem é o vice que ganhou força no xadrez político para suceder Rafael Greca

     

    Administrador de empresas, com 35 anos de idade, o vice-prefeito reeleito de Curitiba, Eduardo Pimentel Slaviero é um claro representante da renovação da política paranaense.

    Jovem, mas de família tradicional no cenário político do estado: é neto do ex-governador Paulo Pimentel e irmão do atual presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Daniel Pìmentel Slaviero, Eduardo é um quadro cobiçado pelos partidos do estado, visando eleições futuras.

    Formado em administração de empresas pela Universidade Positivo, com especialização em cidades inteligentes, pela Fundação Getúlio Vargas, Pimentel entrou para a política há 10 anos, quando se filiou ao PSDB e foi candidato a deputado estadual.

    Não foi eleito, mas foi nomeado pelo então governador Beto Richa para a diretoria da Central de Abastecimento do Paraná S.A. (Ceasa).

    Seguiu no governo do Estado até 16, quando foi indicado pelo PSDB como candidato a vice-prefeito na chapa de Rafael Greca, então candidato pelo PMN.

    Eleito, assumiu, também, a Secretaria Municipal de Obras Públicas, pasta que comandou por dois anos, até abrir mão do cargo para permitir que seu irmão Daniel, assumisse a presidência da Copel, por conta da incompatibilidade prevista na legislação.

    Neste ano, Pimentel fez uma movimentação decisiva para seu futuro político e importante para a vitória de sua chapa com Rafael Greca no primeiro turno. Trocou o PSDB pelo PSD do governador Carlos Massa Ratinho Junior.

    Com essa troca de partido, o vice-prefeito acabou garantindo o apoio do governador a Greca e tirou da disputa Ney Leprevost (PSD), que aparecia como principal adversário do prefeito no período pré-campanha.

    “Foi uma tacada arriscada. Fiz o movimento sem nenhum acerto prévio. O governador foi muito ético. Deixou muito claro, tanto para mim quanto para o deputado Ney Leprevost, que ele não interferiria nas nossas movimentações, não determinaria nenhuma situação antecipadamente e que as construções da aliança ou da candidatura própria dependeriam do quadro político no momento certo e das articulações até lá”, disse em entrevista à Gazeta do Povo.

    “Com muito respeito ao Ney e sabendo do risco que eu corria de não ser candidato a vice caso se viabilizasse a candidatura dele, eu vim trabalhando, mostrando a tese de que para Curitiba era bom a paz política, que a pandemia mostrou que a boa relação entre estado e prefeitura foi fundamental para o enfrentamento da pandemia”.

    “Fui mostrando que o melhor caminho era manter essa parceria. No final, o governador fez o pedido ao deputado Ney, que teve uma sensibilidade muito grande em aceitar o pedido e está sendo um ótimo secretário”, concluiu.

    Sobre a herança política que carrega do avô, o vice-prefeito reeleito disse encarar com tranquilidade. “Tenho carinho e respeito tremendo ao fato de ser neto de Paulo Pimentel, que foi um grande governador, que deixou legado importante para o estado. Isso me alegra e me dá grande responsabilidade”.

    “Mas, independentemente de ser neto de Paulo Pimentel, eu sou Eduardo Pimentel e estou construindo a minha própria história. Sou formado, pós-graduado, fiz especialização em cidades inteligentes na Fundação Getúlio Vargas, fui secretário de obras, fui diretor da Ceasa do Paraná, vice-prefeito por quatro anos”.

    “Estou me preparando e construindo minha história. Estou animado, acredito na boa política e acredito que Curitiba precisa de boas pessoas no comando: o prefeito Rafael Greca agora e outras pessoas que estejam comprometidas com a cidade no futuro. E eu estou comprometido com a cidade”.

  • 17nov

    BEM PARANÁ

     

    Dos 22 candidatos com parentes na política, só quatro foram eleitos em Curitiba

     

    (Foto: Carlos Costa/CMC)

    A capital do Paraná, conforme levantamento feito no sistema DivulgaCand, da Justiça Eleitoral, teve ao menos 22 candidatos com algum grau de parentesco com pessoas que já exerceram mandatos eletivos.

    Pai, filhos, mãe, esposa, sobrinha, prima… Os parentes estavam na disputa para a Prefeitura de Curitiba e também para a Câmara Municipal de Curitiba (CMC). Desse total de candidatos, somente quatro foram eleitos, o vice-prefeito e três vereadores.

    O envolvimento familiar existiu em cinco chapas que concorreram na eleição majoritária.

    O deputado estadual Fernando Francischini (PSL), que ficou em terceiro lugar na disputa para a prefeitura, com 6.26% dos votos, viu a esposa Flavia Francischini, também do PSL, ser eleita vereadora pela primeira vez, tendo sido a mais votada de seu partido, com 4.540 votos.

    Irmão de Ney Leprevost, titular da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do governo do Paraná, Alexandre, que vem para seu primeiro mandato, conquistou o apoio de 4.385 eleitores, o mais votado de sua legenda.

    Vale lembrar que Ney já ocupou cadeira na Câmara de Curitiba, foi também deputado estadual e é deputado federal licenciado.Mauro Bobato, também do Podemos, foi eleito para o segundo mandato e é filho do ex-vereador Geraldo Bobato. Ele ficou em segundo na chapa do Podemos, com 3.892 votos.

    Na sequência da lista está o vereador Bruno Pessuti, que não conquistou a reeleição, tendo somado 3.011 votos. Pessuti, que buscava o terceiro mandato, é filho do ex-governador Orlando Pessuti.

    Quem também não obteve sucesso foi o apresentador de TV Roberto Aciolli (PV), que exerceu mandato na CMC em 2009-2010, o mais votado à época, com 17.377 votos.

    Com 1.631 votos, Aciolli foi o sexto mais votado de seu partido, que elegeu somente a vereadora Maria Leticia.

    O filho de Roberto Aciolli, o atual vereador Cristiano Santos (PV), que estava em seu segundo mandato, não concorreu à reeleição.

    Ao menos seis parentes de ex e atuais deputados estaduais ou federais disputaram a eleição para a Câmara Municipal, mas não foram eleitos.

    Entre eles Rafaela Lupion, prima do ex-deputado estadual e atual deputado federal Pedro Lupion (DEM). A candidata conquistou 4.032 votos e ficou com a primeira suplência de seu partido.

    Rafael Ragulo (PP), sobrinho do deputado estadual Luiz Carlos Martins (PP), foi o quinto mais votado de sua chapa, com 2.032 votos.

     

     

     

    Nome do candidato

    Parente na política

    Situação

    1

    Flavia Francischini (PSL)

    Esposa do deputado estadual e candidato a prefeito Fernando Francischini.

    Eleita

    2

    Yared Filho (PL)

    Filho da deputada federal e candidata a prefeita Christiane Yared.

    Não eleita

    3

    Jilcy Rink (PL)

    Mãe do vereador Paulo Rink (PL), que buscou a reeleição.

    Não eleita

    4

    Eduardo Pimentel (PSD)

    Neto do ex-governador Paulo Pimentel

    Eleito

    5

    João Arruda (MDB)

    Sobrinho do ex-governador do Roberto Requião.

    Não eleito

    6

    Carol Arns (pode)

    Filha do senador Flavio Arns.

    Não eleita

    7

    Rodrigo Reis (PL)

    Filho da vereadora Julieta Reis (DEM), que renunciou sua candidatura durante o processo eleitoral.

    Não eleito

    8

    Roberto Aciolli (PV)

    Pai do vereador Cristiano Santos (PV), que não foi candidato.

    Não eleito

    9

    Bruno Pessuti (Pode)

    Filho do ex-governador Orlando Pessuti.

    Não eleito

    10

    Mauro Bobato (Pode)

    Filho do ex-vereador Geraldo Bobato.

    Eleito

    11

    Alborghetti Neto (PP) Neto do ex-deputado estadual e apresentador de TV Luiz Carlos Alborghetti, falecido em 2009. Não eleito

    12

    Alexandre Leprevost (SD) Irmão do ex-vereador, deputado estadual e atual deputado federal licenciado Ney Leprevost (PSD). Atualmente, Leprevost é titular da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do governo do Paraná. Eleito

    13

    Francisco Filho (PMN) Filho do ex-vereador Chico do Uberaba. Não eleito

    14

    Iza Galo (PSL) Filha do deputado estadual Galo (Pode). Não eleita

    15

    Jota Junior (PV) Filho do ex-vereador e radialista Jotapê. Não eleito

    16

    Katya Custódio (SD) Filha do ex-vereador Custódio. Não eleita

    17

    Michelli Recalcatti (PSD) Sobrinha do deputado estadual Delegado Recalcatti (PSD). Não eleita

    18

    Mônica Braga Côrtes (Pode) Prima do vereador licenciado Felipe Braga Côrtes (PSD), que atualmente chefia o Departamento de Políticas para a Pessoa com Deficiência da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do governo do Paraná. Não eleita

    19

    Rafaela Lupion (DEM) Prima do ex-deputado estadual e atual deputado federal Pedro Lupion (DEM). Não eleita

    20

    Thiago Chiamulera (Patriota) Primo da ex-vereadora Rosa Maria Chiamulera. Não eleita

    21

    Octavio Boscardin Borghetti (PP) Sobrinho da ex-governadora Cida Borghetti. Não eleito

    22

    Rafael Ragulo (PP) Sobrinho do deputado estadual Luiz Carlos Martins. Não eleito
  • 17nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    PT e PSDB foram os partidos ‘gigantes’ que encolheram no domingo

    Antes protagonistas das eleições brasileiras, PT e PSDB estão entre os maiores derrotados da eleição

     

     

    PSDB e PT, que já foram considerados gigantes, saem encolhidos das eleições de 2020.

    Há quatro anos, o PT conquistou 254 municípios já no primeiro turno, este ano despencou para 179, queda de mais de 30%.

    Já o PSDB perdeu 35% dos 785 prefeitos que elegeu há quatro anos. É o maior número absoluto de derrotas entre as grandes agremiações: 273.

    Mas o PSB foi o maior derrotado entre os partidos com mais de 200 prefeitos: caiu de 403 prefeituras para 250, uma redução de quase 38% apenas no 1º turno.

    Levantamento do site Diário do Poder mostra que, em Minas Gerais, o PT perdeu em 33 dos 42 municípios onde havia vencido em 2016.

    O MDB teve um desempenho proporcional melhor que PT e PSDB, mas perdeu 25% de suas prefeituras: 261 das 1.035 que conquistou em 2016.

    Outros partidos menores tiveram perdas mais significativas, como o PCdoB, que ficou sem metade das prefeituras: elegeu só 46.

    O pequeno Partido Trabalhista Cristão (PTC) elegeu 16 prefeitos no primeiro turno de 2016. Em 2020, apenas um. É a pior queda: 94%.

  • 16nov

    BEM PARANÁ/IVAN SANTOS

     

    Reeleito, Greca confirma apoio a Ratinho Jr para o governo em 2022

     

    Greca (DEM): “Eu vou procurar retribuir no processo eleitoral que vai suceder a minha eleição"

    Greca (DEM): “Eu vou procurar retribuir no processo eleitoral que vai suceder a minha eleição” (Foto: Franklin de Freitas)

    Um dia depois de ser reeleito no primeiro turno com quase 60% dos votos, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), confirmou, em entrevista ao Bem Paraná, que pretende apoiar a reeleição do governador Ratinho Júnior (PSD) em 2022.

    Greca deixa clara a intenção de retribuir o apoio decisivo de Ratinho Jr na articulação das alianças que o ajudaram a conquistar o terceiro mandato no comando da Capital paranaense.

    “Eu vou procurar retribuir no processo eleitoral que vai suceder a minha eleição quando o Brasil fizer 200 anos de sua independência em 2022”, disse Greca, relatando que ligou para Ratinho Jr na manhã de hoje para agradecer o apoio do governador.

    “Nós somos concordantes no bem que Curitiba merece. Ele me distingue achando que eu sou um bom prefeito e por isso merecia continuar”, explicou o prefeito.

    A postura de Greca se justifica pelo papel desempenhado por Ratinho Jr na pré-campanha. A pedido do governador, três pré-candidatos de peso se retiraram da disputa: os deputados federais Ney Leprevost (PSD), Luciano Ducci (PSB) e Luizão Goulart (Repub), abrindo caminho para a reeleição do prefeito no primeiro turno.

    Eleito pela primeira vez em 1992, com 51% dos votos para suceder Jaime Lerner na prefeitura, Greca voltou ao cargo em 2016, com 53% dos votos no segundo turno.

    Apesar de ter registrado esse ano sua maior votação, o prefeito nega que essa tenha sido sua eleição mais fácil. “Não foi a mais fácil, mas foi a mais bonita e é uma espécie de apogeu da minha carreira política”, avalia.

    Para ele, após a polarização entre esquerda e direita nas eleições de 2018, na esteira da eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) para a presidência da República, o eleitorado deu aos políticos um recado nas urnas deste ano, de que está mais interessado em resultados do que em discussões ideológicas.

    “A discussão ideológica não serve ao povo. Ela não marca cirurgias para quem precisa de mutirão. Ela não compra remédios para quem precisa de alívio para suas dores. Ela não pavimenta caminhos para quem tem poeira e lama na porta da sua casa”, afirma. “Eu tenho que ser prefeito para todo mundo, direita, centro e esquerda”, defende.

    Sobre o alto índice de abstenção na votação de domingo, com mais de 30% dos eleitores deixando de comparecer às urnas, Greca considera que isso foi motivado por diversos fatores.

    “Foi o domingo de sol. A pandemia. Gente com medo de votar, de se aborrecer, de ficar na fila muito tempo. E foi também gente dizendo que não ia votar porque se o governo mandou ficar em casa, eles iam ficar em casa no dia da eleição”, diz.

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