• 01out

    BEM PARANÁ

     

    Mais três assaltantes do banco no Tatuquara são mortos em confronto com o Bope

     

    Material apreendido durante a tarde
    Material apreendido durante a tarde (Foto: PMPR)Mais três assaltantes, que participaram do violento assalto a banco no bairro Tatuquara, em Curitiba, morreram em confronto com policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) no fim da noite desta segunda (30). O confronto aconteceu na Estrada Delegado Bruno de Almeida, no Tatuquara. Com eles, foram recuperados dois malotes roubados do banco e armas foram apreendidas.

    Mais de cem homens da polícia participaram da busca aos assaltantes. As buscas, aliás, continuam. Segundo testemunhas, dez homens participaram da ação criminosa na agência bancária. 

    Mais cedo, a equipe da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE) confirmou a morte de um dos assaltantes que atacaram e roubaram dinheiro da agência.

    Durante as buscas dos assaltantes em terreno, os policiais localizaram um deles, que atirou contra os policiais.

    No confronto, o assaltante acabou morrendo. Com ele, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 12.

    Nas imediações, também  foi localizado mais uma espingarda calibre .12, munições deflagradas, várias munições intactas, dois galões cheios de miguelitos, dois coletes balísticos, dois veículos roubados utilizados na ação. 

    Um grupo de dez homens armados assaltaram uma agência da Caixa Economica Federal, por volta das 10 horas desta segunda (30), no Jardim Monteiro Lobato.

    Segundo testemunhas, eles entraram na agência atirando, renderam os vigias, roubaram as armas e dinheiro e fugiram. Na fuga, usaram clientes como escudo para se proteger.

    O assalto foi realizado durante o momento que a agência estaria com dinheiro em caixa para realizar o pagamento de categorias que recebem no final do mês, como por exemplo, funcionalismo público entre outras.

    A quantia de dinheiro levada pelos bandidos não foi informada pela Caixa.  Em nota, a Caixa Econômica Federal esclareceu que informações sobre eventos criminosos são repassadas apenas para autoridades policiais e que coopera com as investigações dos órgãos competentes.

    A previsão da Caixa Econômica Federal é de que os atendimentos na agência bancária Tatuquara seja restabelecido já nesta terça-feira (1º).

  • 24set

    DIÁRIO DO PODER

     

    ‘É indecente usar o caixão de uma criança como palanque’, afirma Witzel

     

    ‘Meu sentimento é de pai, que também tem uma filha de 9 anos, disse Witzel ao lamentar a morte de Ághata

     

    O governador Wilson Witzel, durante coletiva no Rio: 'Vocês pensam que eu não choro?" - Foto: Fernando Frazão/ABr.

    O governador Wilson Witzel, durante coletiva no Rio: ‘Vocês pensam que eu não choro?” – Foto: Fernando Frazão/ABr.

     

    O governador do Rio, Wilson Witzel, lamentou nesta segunda-feira (23) a morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, vítima de bala perdida, no Complexo do Alemão, na noite da última sexta-feira (20), e defendeu sua política de segurança.

    Durante a coletiva, o governador afirmou que parte da oposição estava fazendo da morte da menina um palanque político para atacar seu governo e também o pacote anticrime defendido pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

    “Não transformem em palanque político o caixão das vítimas da violência. É indecente usar um caixão como palanque, principalmente o de uma criança. A oposição está fazendo um palanque em cima do fato. E como a situação se desbordou, eu preferi reunir o nosso governo para que nós déssemos uma explicação de estado”, declarou.

    Moradores dizem que a bala partiu de um policial militar. A Polícia Militar (PM), no entanto, informou que naquele dia equipes policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, na esquina da Rua Antônio Austragésilo com a Rua Nossa Senhora, foram atacadas de várias localidades da comunidade de forma simultânea e que os policiais teriam então revidado à agressão.

    Nesta segunda-feira, o governador reuniu seus secretários da área de segurança para uma coletiva no Palácio Guanabara.

    “Eu lamento profundamente a perda. Meu sentimento é de pai, que também tem uma filha de 9 anos. Olhando a minha filha, você acha que eu não choro, pensando na dor de qualquer pai ou mãe?

    Eu sou pai, tenho meus filhos em casa. Olho para eles na cama e penso: ‘amanhã aquela mãe não vai ter mais um filho deitado na cama, para olhar, acariciar, passar a mão no cabelo’.

    Vocês pensam que eu não penso nisto? Eu não sou um desalmado. Eu sou uma pessoa de sentimento. Mas não é porque nós temos um fato terrível como este que nós vamos parar o estado”, disse o governador, ao final da coletiva, visivelmente emocionado.

    Witzel aproveitou a coletiva para fazer uma defesa da política de segurança implementada por seu governo, que tem gerado um alto número de mortes em confrontos e também várias vítimas inocentes, atingidas por balas perdidas.

    Só este ano, cinco crianças morreram por causa do fogo cruzado.

    “A sensação de segurança é nítida. Nós hoje estamos em um ritmo de trabalho como nunca houve na história do estado e isto está incomodando demasiadamente o crime organizado, pois eles sabem que vão sofrer mais perdas ainda e nós não temos a menor intenção de parar de fazer o que está sendo feito.

    No caso da menina Ágatha, não era uma operação. O que o tráfico e o crime organizado fazem é fustigar a polícia para que ela seja obrigada a enfrentá-los. A polícia não cria o confronto. Quem cria o confronto são as organizações criminosas”, disse.

  • 16set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Ministro Moro inaugurará escritório de inteligência na fronteira inspirado nos EUA

     

    Imagem: . Christie Digital Systems USA, Inc.

     

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública pretende inaugurar, ainda neste ano, o primeiro escritório de inteligência integrado, na fronteira de Foz do Iguaçu.

    A implementação do projeto, que é inspirado no modelo norte-americano, é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do MJSP e deve receber aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e da Hidrelétrica de Itaipu.

    A ideia é ter em um mesmo local agentes da PF, PRF, RF, Forças Armadas, polícias estaduais, adidos de outros países, a fim de compartilhar bancos de dados e inteligência contra o crime transnacional e de fronteira. Uma espécie de Força Tarefa permanente”, explicou Sérgio Moro no Twitter.

    O escritório, um Centro Integrado de Operações em Fronteiras, vai se chamar Fusion Center, assim como nos Estados Unidos, e o projeto piloto vai funcionar em uma área de 600 metros quadrados, no Parque Tecnológico de Itaipu, informou o jornal Gazeta do Povo.

    Objetivo
    Conforme a Gazeta do Povo, o objetivo central dessa estrutura, diz um documento do governo americano, é o recebimento, análise, coleta e compartilhamento de informações relacionadas a ameaças à segurança nacional.

    Ao todo, os Estados Unidos têm mais de 80 Fusion Centers espalhados por diversos estados. O que foi citado pelo ministro Sergio Moro como inspiração é o localizado na cidade de El Paso, no Texas, que fica na fronteira com o México.

    No modelo americano, esses centros são coordenados por autoridades estaduais e locais com o apoio do governo federal, que fornece pessoal, treinamento, assistência técnica e acesso a bases de dados federais que possam ajudar em investigações.

    Segundo um relatório do Departamento de Segurança Interna (Homeland Security), com esse trabalho integrado, as forças locais ficam mais eficientes com a ajuda federal e também auxiliam fornecendo contextos locais que muitas vezes não são de conhecimento das autoridades da União.

    Essa necessidade de integrar os conhecimentos de vários níveis foi detectada por uma comissão montada pelo governo americano para analisar os atentando terroristas de 11 de setembro de 2001.

    Por isso, boa parte dos esforços nessas estruturas são para combater atos de terrorismo.

    Como forma de atestar a eficiência do modelo, o governo americano mantém um compilado de ações de segurança que só foram possíveis graças ao compartilhamento de informações nos Fusion Centers.

    Entre os casos há a prisão de fugitivos; o desmantelamento de organizações que produziam material pornográfico infantil; a descoberta de planos para atentados terroristas, entre outros.

    Em uma operação para desbaratar uma quadrilha de tráfico internacional de drogas, o Fusion Center agiu de modo muito similar ao que Sergio Moro planeja para o projeto-piloto que será implantado em Foz do Iguaçu.

    Participação

    Segundo o coordenador-geral de combate ao crime organizado da Seopi, Wagner Mesquita, 16 instituições trabalham na implementação do projeto, como a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Agência Nacional de Inteligência (Abin), o Ministério da Defesa, a Unidade de Inteligência Financeira (UIF – antigo Coaf), a Receita Federal, entre outros órgãos.

    No projeto piloto, a capacidade de operação será de 35 pessoas atuando na produção de conhecimento e outras 20 pessoas atuando no comando e controle de operações, segundo Mesquita.

    Segundo o coordenador-geral, o objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado.

    “A ideia é que a gente cerque e dificulte a logística do crime organizado nos grandes centros urbanos”, disse Mesquita à Gazeta do Povo.

    Principais funções

    O escritório vai integrar o trabalho operacional e de investigação dos órgãos de controle e investigação.

    “Cada instituição tem suas ferramentas e o Fusion Center vai ser um catalisador disso. A gente tem um centro de comando e controle, onde você pode estabelecer os objetivos da sua operação, minimizar o efetivo, aumentar a eficácia, controlar a tropa em terra, ter geoposicionamento das viaturas, das tropas no terreno, unificar as comunicações. Isso tudo o Fusion está fazendo”, explicou Mesquita à Gazeta do Povo.

    Além de apoio operacional para as ações das polícias na fronteira, o Fusion Center também vai auxiliar investigações do Brasil inteiro, através do levantamento de informações, processamento e difusão.

    “Vai ser um polo de inteligência da região e um auxílio para investigações criminais. Investigação de crime organizado no país inteiro tem que se aprofundar na fronteira porque o material que traz dinheiro para facção, vem pela fronteira, seja droga, seja arma, seja material de contrabando. Atacar essas instituições somente no mercado consumidor, estamos fazendo nem metade do serviço”, ressaltou Mesquita.

    O escritório em Foz do Iguaçu terá um núcleo do Centro Integrado de Inteligência, inaugurado recentemente em Curitiba, que tem o objetivo de auxiliar investigações e produzir conhecimento.

    O Fusion Center, que tem a função de coordenar operações na região de fronteira, também vai auxiliar na criação de protocolos de troca de informações entre instituições.

    Centro definitivo

    O Fusion Center vai começar a operar ainda neste ano, no Parque Tecnológico de Foz do Iguaçu, mas a partir do ano que vem começa a construção no endereço definitivo do escritório.

    O projeto piloto vai receber aportes de Itaipu no valor de R$ 3 milhões para 5 anos de operação. O Ministério da Justiça, por sua vez, vai custear o efetivo.

    Já o Fusion Center definitivo vai ficar em um terreno de cerca de 10 mil metros quadrados da Polícia Rodoviária Federal. O custo estimado da construção é de R$ 40 milhões, mas segundo Mesquita, o custo ainda pode diminuir.

    Apesar da implementação do projeto estar sendo coordenada pela Seopi, a gestão do Fusion Center será feita pela Polícia Federal, para que o escritório possa fazer acordos de cooperação internacional.

    Segundo Mesquita, o dinheiro para compra de equipamentos e construção do espaço definitivo será do BNDES.

    O banco ofereceu uma linha de crédito de US$ 1,4 bilhões para municípios, estados e União, para projetos vinculados à segurança pública e o Fusion Center é um dos projetos que vai receber os aportes, segundo Mesquita.

    Outros estados

    De acordo com a Gazeta do Povo, depois da construção do escritório em Foz do Iguaçu, o MJSP pretende ampliar o projeto para outros estados, para que os escritórios trabalhem de forma integrada.

  • 13set

    PORTAL TOP MÍDIA NEWS

     

    Recompensa por informações sobre mandante de ataque a Bolsonaro deve alcançar meio milhão de reais

     

    Campanha foi iniciada pelo Twitter do deputado federal de MS, Tio Trutis

     

    Tio Trutis, deputado federal pelo PSL de MS Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

     

    O deputado federal campo-grandense Loester Trutis, o Tio Trutis, do PSL, que nesta terça-feira (10), anunciou pela rede social Twitter, que ele e um gestor de seu gabinete, em Brasília, vão pagar R$ 100 mil de recompensa por informação que possa decifrar o nome do eventual mandante do atentado sofrido pelo presidente Jair Bolsonaro, ano passado, discursou no início da noite, no plenário da Câmara dos Deputados, sobre a proposta e conquistou apoio de sua bancada.

    Tanto que a gratificação pela espionagem deva alcançar a cifra de meio milhão de reais, acredita o parlamentar de Mato Grosso do Sul.

    Enquanto Trutis discursava, o deputado federal Bibo Nunes, do PSL do Rio Grande do Sul, dobrou o valor do prêmio.

    O parlamentar gaúcho ofertou outros R$ 100 mil pelas iminentes pistas.

    Logo que desceu do plenário, Trutis disse ao TopMidiaNews, que “um industrial” estaria interessado em completar a oferta.

    “Já, já a recompensa será de R$ 500 mil”, garantiu o deputado federal.

    Bolsonaro levou uma facada, em setembro do ano passado, quando caminhava até um comício, numa praça, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.

    O agressor, logo preso, foi identificado como Adélio de Bispo, 41, que foi levado para o presídio federal, em Campo Grande (MS).

    A facada foi desferida na frente de centenas de pessoas que acompanhavam o manifesto bolsonarista.

    Ao menos pelas investigações da Polícia Federal, Bispo teria agido sozinho e exames médicos o apontam como portador de doença mental.

    “A gente quer saber: quem mandou matar Bolsonaro?”, insiste Trutis.

    Ele sustentou ainda que desconfia que o atentado contra o presidente possa ter ligação com alguma ala partidária de esquerda.

    Trutis disse também que a recompensa ofertada por ele é um meio de atrair testemunhas que, na prática, teria medo de aparecer.

    Ele citou o assassinato do ex-prefeito de Santo André (PT), em janeiro de 2002.

    “Sete testemunhas desse crime morreram”, disse. O crime em questão ainda é discutido até hoje.

    Há boatos atirando suspeitas de que o então prefeito teria sido vítima de pessoas ligadas ao próprio partido.

  • 26ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Moro diz que PF vai investigar grupo que usou WhatsApp para planejar incêndios

     

    Polícia investiga ação de incendiários, ao menos 70 pessoas participaram de grupo de mensagens; no dia 10 de agosto, número de focos de incêndios cresceu repentinamente na Amazônia.

     

     

    Valter Campanato | Agência Brasil

     

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou hoje (25), em uma postagem no Twitter, que a Polícia Federal (PF) vai investigar integrantes de um grupo que teria planejado atear fogo em áreas de floresta entre os municípios de Altamira e Novo Progresso, sudoeste do Pará, no último dia 10 de agosto, data que chegou a ser batizada, por produtores rurais da região, como ‘dia do fogo’.

    O caso foi denunciado em uma reportagem da revista Globo Rural.

    Fui contatado hoje mesmo pelo PR @jairbolsonaro sobre o fato e solicitando apuração rigorosa. A Polícia Federal vai, com sua expertise, apurar o fato. Incêndios criminosos na Amazônia serão severamente punidos”, afirmou o ministro.

    Segundo a matéria, mais de 70 pessoas, entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros combinaram, por meio de um grupo de WhatsApp, incendiar as margens da BR-63, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao estado de Mato Grosso.

    A reportagem também foi compartilhada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em que ele reforça a determinação do presidente Bolsonaro para uma ‘investigação rigorosa’ e punição dos responsáveis pelos incêndios criminosos.

    De acordo com a assessoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a apuração da PF deve se concentrar sobre o caso denunciado na matéria da revista Globo Rural.

    Na última quinta-feira (23), o Ministério Público Federal (MPF) no Pará informou que está investigando o aumento de queimadas na mesma região, incluindo uma denúncia semelhante de incêndios criminosos.

    De acordo com o MPF, o procurador da República Paulo de Tarso Moreira Oliveira apura a convocação, divulgada em jornal de Novo Progresso, supostamente por fazendeiros, para um “dia do fogo”, em que os produtores rurais incendiariam grandes áreas de floresta.

    O dia previsto para a manifestação também seria 10 de agosto.

    Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectaram aumento significativo de queimadas no dia 10 de agosto, com o registro de 124 focos de incêndio, aumento de 300% em relação ao dia anterior.

    No dia seguinte, foram registrados 203 focos.

    Em Altamira, os satélites detectaram 194 focos de queimada em 10 de agosto e 237 no dia seguinte, um aumento de 743% nas queimadas.

« Entradas anteriores   



Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota