• 17fev

    OPINIÃO E CRÍTICA

     

    Paulo Pimenta (PT-RS) acusado de aplicar golpe milionário

     

     

    Não é de hoje que o nome do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do PT na Câmara, exala mau cheiro.

    Agora, o primo do parlamentar petista o acusa de operar um esquema de fraude na fronteira gaúcha.

    O médico veterinário Antônio Mário Pimenta afirma que o deputado defensor de Lula era operador de um sistema que lesou em pelo menos R$ 12 milhões produtores rurais de São Borja. Ele concedeu entrevista à RBSTV.

    Arrozeiros do município dizem ter sofrido o golpe após vender a produção para uma arrozeira. Entregaram os cereais mas o pagamento nunca chegou.

    Ao cobrarem a dívida do administrador da empresa arrozeira, o veterinário e primo Mário Pimenta, os produtores ouviram que o verdadeiro dono do negócio é o deputado federal Pimenta.

    Pimenta é investigado por estelionato no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2012.

    Um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma existir “indícios que apontam para o deputado federal como o verdadeiro proprietário da arrozeira, ou, ao menos, como quem mantinha com a citada empresa algum grau de vinculação que o faça também responsável pelas fraudes noticiadas”.

    Em 2005 ele teve de renunciar à vice-presidência da CPI do Mensalão. Sorrateira e clandestinamente se encontrou com a testemunha-chave do caso, Marcos Valério, que está preso até hoje.

    Ele só salvou o mandato porque o PT era governo e colocou a máquina em sua defesa.

    Há quase três anos o então deputado federal Nelson Marchezan Jr (PSDB-RS) desmontou a imagem já desgastada de Pimenta, acusado de amealhar patrimônio sem comprovação de origem.

    Em um breve discurso disse que Pimenta iria deixar para os filhos um patrimônio incompatível com seus ganhos.

    Falou ainda que os herdeiros “não terão orgulho” de usar o mesmo sobrenome dele. “Tenha vergonha!!!” afirmou Marchezan Jr. na tribuna.

    (Assista o vídeo abaixo):-

     

    E agora? Vai ficar por isso mesmo?
  • 15fev

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Laudo médico e fotos reforçam “queima de arquivo” em ação das polícias de Witzel e Rui Costa

    O laudo médico feito no corpo do ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, vazou na mídia nesta sexta-feira, 14.

    A revista VEJA publicou matéria sobre o assunto e conseguiu fotos do corpo do miliciano morto em ação das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro.

    Adriano estava foragido há um ano e foi encontrado no interior da Bahia pela Operação denominada “BR-101”, parceria das polícias dos dois estados, comandados pelos governadores, Rui Costa do PT e Wilson Witzel, este último inimigo declarado da família Bolsonaro.

    O corpo do miliciano apresenta diversas marcas notáveis, um corte na testa, que pode ter sido causado por uma queda, por golpes de objeto cortante ou coronhada, além de marcas de tiros na lateral do tórax e pescoço.

    Adriano também tinha uma marca de queimadura no peito, provavelmente feito por uma espingarda que acabara de ser disparada.

    Segundo médicos legistas especialistas, o tiro no pescoço – um pouco abaixo da mandíbula – foi provavelmente disparado quando Adriano já estava no chão, e o disparo no tórax que atravessou o corpo e saiu pelo lado esquerdo do pescoço foi efetuado quando a vítima estava com as mãos levantadas, ao contrário disso, teria marcas no braço.

    Os especialistas também apontaram que o disparo na lateral do tórax foi feito a curta distância, “não mais que 40 cm” disse um e outro apontou “uns 15 cm”. Reforçando a ideia de execução.

    O laudo médico não deixa claro se houve tortura ou em que distância foi efetuado o disparo no tórax, apenas diz: “não tem como afirmar ou negar” e o disparo no tórax foi a “certa distância”.

    O advogado de defesa do miliciano, Paulo Emílio Catta Preta, havia ligado para Adriano que teria dito “que não adiantaria se entregar porque ninguém queria a sua prisão, mas sim a sua morte”.

    “Meu marido foi envolvido numa conspiração armada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, que queria matar o Adriano como queima de arquivo”, disse Júlia Mello Lotufo, esposa de Adriano, uma semana antes da morte de seu marido.

    Júlia conversou com Adriano em diversas oportunidades depois que o marido decidiu fugir. Adriano, contou Júlia, fez revelações a ela, ao contrário não daria estas afirmações sobre Witzel.

    A tese de que o miliciano foi morto numa troca de tiros está caindo. As polícias comandadas pelo PT e por Wilson Witzel teriam ordens para executar Adriano da Nóbrega?

    A teoria de “queima de arquivo”, pode estar se confirmando…

    Adriano sabia de muita coisa que os mandatários da possível execução temiam vir à tona.

  • 01out

    BEM PARANÁ

     

    Mais três assaltantes do banco no Tatuquara são mortos em confronto com o Bope

     

    Material apreendido durante a tarde
    Material apreendido durante a tarde (Foto: PMPR)Mais três assaltantes, que participaram do violento assalto a banco no bairro Tatuquara, em Curitiba, morreram em confronto com policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) no fim da noite desta segunda (30). O confronto aconteceu na Estrada Delegado Bruno de Almeida, no Tatuquara. Com eles, foram recuperados dois malotes roubados do banco e armas foram apreendidas.

    Mais de cem homens da polícia participaram da busca aos assaltantes. As buscas, aliás, continuam. Segundo testemunhas, dez homens participaram da ação criminosa na agência bancária. 

    Mais cedo, a equipe da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE) confirmou a morte de um dos assaltantes que atacaram e roubaram dinheiro da agência.

    Durante as buscas dos assaltantes em terreno, os policiais localizaram um deles, que atirou contra os policiais.

    No confronto, o assaltante acabou morrendo. Com ele, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 12.

    Nas imediações, também  foi localizado mais uma espingarda calibre .12, munições deflagradas, várias munições intactas, dois galões cheios de miguelitos, dois coletes balísticos, dois veículos roubados utilizados na ação. 

    Um grupo de dez homens armados assaltaram uma agência da Caixa Economica Federal, por volta das 10 horas desta segunda (30), no Jardim Monteiro Lobato.

    Segundo testemunhas, eles entraram na agência atirando, renderam os vigias, roubaram as armas e dinheiro e fugiram. Na fuga, usaram clientes como escudo para se proteger.

    O assalto foi realizado durante o momento que a agência estaria com dinheiro em caixa para realizar o pagamento de categorias que recebem no final do mês, como por exemplo, funcionalismo público entre outras.

    A quantia de dinheiro levada pelos bandidos não foi informada pela Caixa.  Em nota, a Caixa Econômica Federal esclareceu que informações sobre eventos criminosos são repassadas apenas para autoridades policiais e que coopera com as investigações dos órgãos competentes.

    A previsão da Caixa Econômica Federal é de que os atendimentos na agência bancária Tatuquara seja restabelecido já nesta terça-feira (1º).

  • 24set

    DIÁRIO DO PODER

     

    ‘É indecente usar o caixão de uma criança como palanque’, afirma Witzel

     

    ‘Meu sentimento é de pai, que também tem uma filha de 9 anos, disse Witzel ao lamentar a morte de Ághata

     

    O governador Wilson Witzel, durante coletiva no Rio: 'Vocês pensam que eu não choro?" - Foto: Fernando Frazão/ABr.

    O governador Wilson Witzel, durante coletiva no Rio: ‘Vocês pensam que eu não choro?” – Foto: Fernando Frazão/ABr.

     

    O governador do Rio, Wilson Witzel, lamentou nesta segunda-feira (23) a morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, vítima de bala perdida, no Complexo do Alemão, na noite da última sexta-feira (20), e defendeu sua política de segurança.

    Durante a coletiva, o governador afirmou que parte da oposição estava fazendo da morte da menina um palanque político para atacar seu governo e também o pacote anticrime defendido pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

    “Não transformem em palanque político o caixão das vítimas da violência. É indecente usar um caixão como palanque, principalmente o de uma criança. A oposição está fazendo um palanque em cima do fato. E como a situação se desbordou, eu preferi reunir o nosso governo para que nós déssemos uma explicação de estado”, declarou.

    Moradores dizem que a bala partiu de um policial militar. A Polícia Militar (PM), no entanto, informou que naquele dia equipes policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, na esquina da Rua Antônio Austragésilo com a Rua Nossa Senhora, foram atacadas de várias localidades da comunidade de forma simultânea e que os policiais teriam então revidado à agressão.

    Nesta segunda-feira, o governador reuniu seus secretários da área de segurança para uma coletiva no Palácio Guanabara.

    “Eu lamento profundamente a perda. Meu sentimento é de pai, que também tem uma filha de 9 anos. Olhando a minha filha, você acha que eu não choro, pensando na dor de qualquer pai ou mãe?

    Eu sou pai, tenho meus filhos em casa. Olho para eles na cama e penso: ‘amanhã aquela mãe não vai ter mais um filho deitado na cama, para olhar, acariciar, passar a mão no cabelo’.

    Vocês pensam que eu não penso nisto? Eu não sou um desalmado. Eu sou uma pessoa de sentimento. Mas não é porque nós temos um fato terrível como este que nós vamos parar o estado”, disse o governador, ao final da coletiva, visivelmente emocionado.

    Witzel aproveitou a coletiva para fazer uma defesa da política de segurança implementada por seu governo, que tem gerado um alto número de mortes em confrontos e também várias vítimas inocentes, atingidas por balas perdidas.

    Só este ano, cinco crianças morreram por causa do fogo cruzado.

    “A sensação de segurança é nítida. Nós hoje estamos em um ritmo de trabalho como nunca houve na história do estado e isto está incomodando demasiadamente o crime organizado, pois eles sabem que vão sofrer mais perdas ainda e nós não temos a menor intenção de parar de fazer o que está sendo feito.

    No caso da menina Ágatha, não era uma operação. O que o tráfico e o crime organizado fazem é fustigar a polícia para que ela seja obrigada a enfrentá-los. A polícia não cria o confronto. Quem cria o confronto são as organizações criminosas”, disse.

  • 16set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Ministro Moro inaugurará escritório de inteligência na fronteira inspirado nos EUA

     

    Imagem: . Christie Digital Systems USA, Inc.

     

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública pretende inaugurar, ainda neste ano, o primeiro escritório de inteligência integrado, na fronteira de Foz do Iguaçu.

    A implementação do projeto, que é inspirado no modelo norte-americano, é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do MJSP e deve receber aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e da Hidrelétrica de Itaipu.

    A ideia é ter em um mesmo local agentes da PF, PRF, RF, Forças Armadas, polícias estaduais, adidos de outros países, a fim de compartilhar bancos de dados e inteligência contra o crime transnacional e de fronteira. Uma espécie de Força Tarefa permanente”, explicou Sérgio Moro no Twitter.

    O escritório, um Centro Integrado de Operações em Fronteiras, vai se chamar Fusion Center, assim como nos Estados Unidos, e o projeto piloto vai funcionar em uma área de 600 metros quadrados, no Parque Tecnológico de Itaipu, informou o jornal Gazeta do Povo.

    Objetivo
    Conforme a Gazeta do Povo, o objetivo central dessa estrutura, diz um documento do governo americano, é o recebimento, análise, coleta e compartilhamento de informações relacionadas a ameaças à segurança nacional.

    Ao todo, os Estados Unidos têm mais de 80 Fusion Centers espalhados por diversos estados. O que foi citado pelo ministro Sergio Moro como inspiração é o localizado na cidade de El Paso, no Texas, que fica na fronteira com o México.

    No modelo americano, esses centros são coordenados por autoridades estaduais e locais com o apoio do governo federal, que fornece pessoal, treinamento, assistência técnica e acesso a bases de dados federais que possam ajudar em investigações.

    Segundo um relatório do Departamento de Segurança Interna (Homeland Security), com esse trabalho integrado, as forças locais ficam mais eficientes com a ajuda federal e também auxiliam fornecendo contextos locais que muitas vezes não são de conhecimento das autoridades da União.

    Essa necessidade de integrar os conhecimentos de vários níveis foi detectada por uma comissão montada pelo governo americano para analisar os atentando terroristas de 11 de setembro de 2001.

    Por isso, boa parte dos esforços nessas estruturas são para combater atos de terrorismo.

    Como forma de atestar a eficiência do modelo, o governo americano mantém um compilado de ações de segurança que só foram possíveis graças ao compartilhamento de informações nos Fusion Centers.

    Entre os casos há a prisão de fugitivos; o desmantelamento de organizações que produziam material pornográfico infantil; a descoberta de planos para atentados terroristas, entre outros.

    Em uma operação para desbaratar uma quadrilha de tráfico internacional de drogas, o Fusion Center agiu de modo muito similar ao que Sergio Moro planeja para o projeto-piloto que será implantado em Foz do Iguaçu.

    Participação

    Segundo o coordenador-geral de combate ao crime organizado da Seopi, Wagner Mesquita, 16 instituições trabalham na implementação do projeto, como a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Agência Nacional de Inteligência (Abin), o Ministério da Defesa, a Unidade de Inteligência Financeira (UIF – antigo Coaf), a Receita Federal, entre outros órgãos.

    No projeto piloto, a capacidade de operação será de 35 pessoas atuando na produção de conhecimento e outras 20 pessoas atuando no comando e controle de operações, segundo Mesquita.

    Segundo o coordenador-geral, o objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado.

    “A ideia é que a gente cerque e dificulte a logística do crime organizado nos grandes centros urbanos”, disse Mesquita à Gazeta do Povo.

    Principais funções

    O escritório vai integrar o trabalho operacional e de investigação dos órgãos de controle e investigação.

    “Cada instituição tem suas ferramentas e o Fusion Center vai ser um catalisador disso. A gente tem um centro de comando e controle, onde você pode estabelecer os objetivos da sua operação, minimizar o efetivo, aumentar a eficácia, controlar a tropa em terra, ter geoposicionamento das viaturas, das tropas no terreno, unificar as comunicações. Isso tudo o Fusion está fazendo”, explicou Mesquita à Gazeta do Povo.

    Além de apoio operacional para as ações das polícias na fronteira, o Fusion Center também vai auxiliar investigações do Brasil inteiro, através do levantamento de informações, processamento e difusão.

    “Vai ser um polo de inteligência da região e um auxílio para investigações criminais. Investigação de crime organizado no país inteiro tem que se aprofundar na fronteira porque o material que traz dinheiro para facção, vem pela fronteira, seja droga, seja arma, seja material de contrabando. Atacar essas instituições somente no mercado consumidor, estamos fazendo nem metade do serviço”, ressaltou Mesquita.

    O escritório em Foz do Iguaçu terá um núcleo do Centro Integrado de Inteligência, inaugurado recentemente em Curitiba, que tem o objetivo de auxiliar investigações e produzir conhecimento.

    O Fusion Center, que tem a função de coordenar operações na região de fronteira, também vai auxiliar na criação de protocolos de troca de informações entre instituições.

    Centro definitivo

    O Fusion Center vai começar a operar ainda neste ano, no Parque Tecnológico de Foz do Iguaçu, mas a partir do ano que vem começa a construção no endereço definitivo do escritório.

    O projeto piloto vai receber aportes de Itaipu no valor de R$ 3 milhões para 5 anos de operação. O Ministério da Justiça, por sua vez, vai custear o efetivo.

    Já o Fusion Center definitivo vai ficar em um terreno de cerca de 10 mil metros quadrados da Polícia Rodoviária Federal. O custo estimado da construção é de R$ 40 milhões, mas segundo Mesquita, o custo ainda pode diminuir.

    Apesar da implementação do projeto estar sendo coordenada pela Seopi, a gestão do Fusion Center será feita pela Polícia Federal, para que o escritório possa fazer acordos de cooperação internacional.

    Segundo Mesquita, o dinheiro para compra de equipamentos e construção do espaço definitivo será do BNDES.

    O banco ofereceu uma linha de crédito de US$ 1,4 bilhões para municípios, estados e União, para projetos vinculados à segurança pública e o Fusion Center é um dos projetos que vai receber os aportes, segundo Mesquita.

    Outros estados

    De acordo com a Gazeta do Povo, depois da construção do escritório em Foz do Iguaçu, o MJSP pretende ampliar o projeto para outros estados, para que os escritórios trabalhem de forma integrada.

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