• 27ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE / RAQUEL BRUGNERA

     

    Atitude desafiadora de Macrom pode fazer Bolsonaro decretar o artigo 136 da Constituição?

     

     

    Macron finalmente deixou claro o seu plano: em sua fala na amanhã desta segunda-feira, 26, pediu a “AMAZÔNIA INTERNACIONAL!”

    Era exatamente o que a direita avisava há anos, que a esquerda loteou e vendeu a Amazônia para as ONGs e chegaria a hora de entregar…

    Essa atitude desafiadora do Presidente da França pode acabar forçando o Presidente Jair Bolsonaro a usar o ARTIGO 136 da Constituição Federal responsabilizando quem vendeu as terras e dando poder total ao EXÉRCITO naquela área.

    Chama-se ESTADO DE DEFESA:

    Previsto no artigo 136 da CF/88, o Estado de Defesa busca “preservar ou prontamente restabelecer a ordem pública ou a paz social”, sob duas hipóteses de ameaça:

     

    • Grave e iminente instabilidade institucional

    • calamidades de grandes proporções na natureza 

     

    Estamos passando pelas duas condições.

    Como funciona o Estado de Defesa :

    Seria um prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30, em um local específico e não em todo território nacional, onde os moradores ficam proibidos de se reunir em grupos, correspondências poderiam ser violadas, mensagens interceptadas, aconteceriam as conduções coercitivas e prisões preventivas sem o devido processo legal.

    Não é hora de desafiar o governo brasileiro, mas finalmente eles provaram que o PT foi o governo mais entreguista de todos os tempos !

    A Amazônia já deles !

    Mas, quero ver quem terá coragem de vir buscar…

  • 26ago

    ESTADÃO

     

    Amazônia é fonte permanente de hipocrisia de políticos e militantes, e ministra de Lula e eterna pretendente à Presidência pela Rede a explora em todas as campanhas presidenciais sem nada ter feito de concreto para socorrê-la

     

    Marina era ministra de Meio Ambiente de Lula quando morreu o fotógrafo que captou flagrante de fogo na Amazônia e Macron usou agora para incriminar Bolsonaro. Foto: Clayton de Souza/Estadão

     

    A hipocrisia é uma palavra pronta para ser usada sempre que se levar em conta a preservação e a exploração econômica da Amazônia dita legal.

    Mas a campeã mundial nessa modalidade é Marina Silva, que se apropriou do legado do garimpeiro Chico Mendes e nada fez de útil em favor da região de que parece se considerar dona.

    No entanto, nada fez por ela, apesar de ter sido ministra do Meio Ambiente no começo das gestões de Lula, do PT, do qual sair para o PV e, depois, para fundar o tal do partido Rede Sustentabilidade.

    Seu artigo na Folha, “Sem fundo”, é a melhor prova da afirmação acima.

    Afinal, ela era a autoridade máxima no assunto em 1903, ano em que morreu o fotógrafo americano Loren McIntyre, cuja foto acaba de ser usada por outro hipócrita consumado, o presidente francês Emmanuel Macron.

    E até hoje nada pode ser considerado herança sua na valorização da floresta tropical.

    Direto ao assunto.

    Inté.

    E só a verdade nos salvará.

  • 21ago

    RENOVA MÍDIA  / CARLOS JÚNIOR

     

    A revelação de uma declaração de uma das lideranças do PCC de que a facção criminosa tinha um “diálogo cabuloso” com o PT parece ter causado espanto em muita gente.

    Até mesmo o dito áudio comprobatório foi colocado em xeque, lançados mil e um questionamentos acerca de sua veracidade.  

    Porém, o áudio é real e a dita revelação bombástica não deveria ter surpreendido ninguém.

     A relação e a defesa do crime organizado e do banditismo por parte das esquerdas é um fenômeno mundial e amplamente documentado; importantes intelectuais esquerdistas já colocaram os criminosos como classe revolucionária e, portanto, útil à pregação utópica. 

    Mas o fator de maior relevância para uma melhor compreensão do problema tratado no artigo é o seguinte: alguém no Brasil já tratava da união promíscua da esquerda com o banditismo em sua versão tupiniquim. E era ninguém mais ninguém menos que Olavo de Carvalho. 

    A coisa é mais ou menos dessa forma: Karl Marx usou a dialética de Hegel para tentar explicar a história da humanidade, e que para ele a dialética que movia o mundo era a luta de classe.

    Para o dito cujo, o estágio da dialética histórica era o conflito entre proletários e burgueses, o que seria sucedido pela revolução do proletariado e o consequente ápice da humanidade. 

    O marxismo foi então utilizado na Revolução Russa pelos comunistas russos. Mas já aí surge um problema.

    Com o advento da Primeira Guerra, os marxistas pensaram que os trabalhadores iriam abandonar as fábricas e iriam aproveitar o estado de coisas da guerra para fazer a revolução.

    O que aconteceu foi justamente o contrário: o proletariado em peso foi lutar na guerra por suas respectivas pátrias, com a família e a religião como bens irrevogáveis a defender. 

    Com o fiasco do proletariado como classe revolucionária, os marxistas deveriam procurar uma outra classe para assumir o seu lugar, uma vez que os trabalhadores eram apegados demais às velhas tradições e o capitalismo iriam proporcioná-los uma vida mais confortável.

    E aí que surge Herbert Marcuse. Em seu livro ”O homem unidimensional”, Marcuse afirma que a nova classe revolucionária seria composta por pessoas a margem da lei: bandidos, assassinos, prostitutas e desordeiros em geral. 

    Desde então, de marxistas ortodoxos a progressistas liberais, de Hobsbawm a Barack Obama, a esquerda política passou a defender a classe do crime, alegando que ela é vítima da sociedade opressora e das péssimas condições socioeconômicas, sendo a ação do Estado e a prometida revolução as soluções para o problema.  

    Se todo esse processo aconteceu no mundo inteiro e influenciou as esquerdas de diferentes países, aqui no Brasil não foi diferente.

    Por décadas a esquerda brasileira fez apologias ao banditismo social, criando heróis como Lampião e Carlos Marighella, sempre reverberando a narrativa do crime como legítima expressão das desigualdades sociais.

    A subida da esquerda ao poder seria a solução para todos os problemas da sociedade, sendo ela a única redentora dos bandidos supostamente vítimas da opressora exclusão social. 

    Tantas apologias ao banditismo não poderiam resultar em outra coisa. A ascensão do crime e o aumento da violência em todo o país não podem estar separados do apoio que a esquerda deu ao crime.

    Olavo de Carvalho foi um dos primeiros a denunciar tal fenômeno. Em um brilhante artigo intitulado ”Bandidos e letrados, Olavo expôs com a precisão de sempre as causas do problema:

    ” Humanizar a imagem do delinquente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo “científico”. 

    Olavo foi mais longe e detectou a raiz do surgimento do crime organizado: ” Mas a colaboração desses senhores dialéticos para o crescimento da criminalidade no Rio foi bem mais longe do que a simples preparação psicológica por meio da literatura, do teatro e do cinema: foram exemplares da sua espécie que, no presídio da Ilha Grande, ensinaram aos futuros chefes do Comando Vermelho a estratégia e as táticas de guerrilha que o transformaram numa organização paramilitar, capaz de representar ameaça para a segurança nacional.

    Pouco importa que, ao fazerem isso, os militantes presos tivessem em vista a futura integração dos bandidos na estratégia revolucionária, ou que, agindo às tontas, simplesmente desejassem uma vingança suicida contra a ditadura que os derrotara: o que importa é que, ensinando guerrilha aos bandidos, agiram de maneira coerente com os ensinamentos de Marcuse e Hobsbawn — então muito influentes nas nossas esquerdas —, os quais, até mesmo contrariando o velho Marx, exaltavam o potencial revolucionário do Lumpenproletariat.” 

    A esquerda fez dos criminosos a classe revolucionária por natureza. Normalizou o crime e até mesmo o incentivou.

    Não foi a ícone das feministas tupiniquins que disse ver uma lógica no assalto? Não foi a máquina de passar vergonha psolista que tomou as dores de bandidos assassinos? O que Olavo de Carvalho fez foi diagnosticar o óbvio. 

    O áudio de uma das lideranças do PT apenas escancarou a óbvia relação da esquerda com o crime organizado. Uma ligação antiga. Não só relações pessoais, mas uma defesa podre e imunda de quem não merece defesa.  

  • 15ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE / MARCO ANGELI FULL

     

    O semideus Toffoli, o pé na “bunda” e o que o presidente do STF irá descobrir brevemente

     

    Janaína Paschoal é boa de impeachment.

    Dilma Roussef, apeada do poder por ela, que o diga.

    Agora, a deputada articula o impeachment do delirante presidente do STF, o auto proclamado semideus Toffoli.

    Janaína já protocolou, na semana passada, o pedido de afastamento de Toffoli, e nesta terça-feira (13) se reuniu em Brasília com 13 senadores, no gabinete de Lasier Martins, do Podemos.

    A pauta da reunião é articular o pé na bunda de Toffoli.

    Já na semana passada, Alcolumbre, em cima do muro, se recusou a receber o grupo de senadores que o pressionam para encaminhar o pedido.

    Outros políticos, como Jorge Kajuru, do Patriota, já tem em mãos outro pedido de afastamento, desta vez para o arrogante juiz especializado em soltar bandido, Gilmar Mendes.

    O pedido de impeachment de Toffoli feito por Janaína se baseia na suspensão feita por ele de todos os processos judiciais envolvendo dados do Coaf e Receita Federal autorizado somente por ele próprio e alguma entidade divina desconhecida por todos.

    Toffoli, evidentemente, é incapaz de ocupar a cadeira onde foi colocado pelo pulha luladasilva, em 2007.

    Hoje, quando ameaça a nação com a soltura ‘de supetão’ do chefe, fica mais perigoso do que nunca.

    Como constata Janaína, o gajo não dá satisfação a ninguém de seus atos arbitrários.

    Age realmente como um semideus impune de uma tribo analfabeta e manipulada.

    O problema – para ele – é que o Brasil já deixou de ser essa tribo há muito, se é que foi um dia.

    A rejeição da sociedade a tipos como ele, Gilmar ou Lewandowski cresce a cada dia.

    Em breve, ele descobrirá que não é nenhum semideus.

    E que na verdade jamais deixou de ser aquele advogadozinho do PT, lá pelo ano de 1993.

  • 15ago

    VIDA DESTRA /FABIO TALHARI

     

    A estratégia do PT e seus puxadinhos, contra o eminente Ministro da Justiça, é um amontoado de calúnias e difamações, criminosas! Aliás, como eles costumam praticar!

    Explique-se.

    O PT está em franca decadência, indo ladeira abaixo aos trambolhões. Vimos que nas últimas eleições seu reduto se contraiu, praticamente, aos Estados do Nordeste, bem como que suas representações em Câmara e Senado tiveram uma queda significativa

    Vimos também o fracasso de várias de suas tentativas de achincalhar e caluniar os homens do atual Governo, tema que debati em um artigo passado (“Quo Vadis, Brasil?”).

    E a última (e novamente malfadada) tentativa de criar comoção popular foi o propalado “Tsunami” deste último 13 de agosto. O fiasco dessa movimentação foi, realmente, histórico.

    Também, pudera! Como apontaram muitos, acabou o pão com mortadela! Foi curioso, no Twitter, ver subir pela manhã a tag da esquerda, #Tsunami13Agosto, e depois ser engolfada pela tag da direita, #Marolinha13Agosto, ao longo do dia.

    Pela manhã do dia 13 de agosto, eu tinha um fundado receio de que os governadores do Nordeste houvessem logrado reunir gente o suficiente para gerar impacto em Brasília.

    Por conta disso, escrevi a crônica “O Injusto Justificado”, também nestes coluna e site. Mas quando eram por volta de 11:00 h da manhã, como se pode ver pelo post acima, já se verificava que não haveria tanto impacto assim.

    Espero, aliás, ter contribuído para a confecção da tag da direita, #Marolinha13Agosto.

    Aliás, sobre a pataquada, nem vou me delongar, ou talvez o faça em outro artigo. O importante, neste momento, é a parte final do meu post, acima.

    Exponho meus motivos:

    É sabido que o PT e seus puxadinhos já pintaram e bordaram neste país o tanto que dê para muitas gerações vindouras falarem de crimes.

    É sabido, entretanto, que o ranço ideológico desse partido ainda contamina muitos órgãos da administração pública.

    Estamos em uma verdadeira Cruzada contra a corrupção que infesta este país.

    Pois bem!

    Segundo consta das pautas do STF, o pedido por liberdade de Lula, alegando nulidade do processo por conta de uma suspeição de Sérgio Moro, decorrente da divulgação dos vazamentos criminosos promovidos por Greenwald e seus asseclas, está marcado para o próximo dia 27 de agosto.

    Sabemos das inclinações desses Ministros, bem como que há uma boa probabilidade de que Lula seja solto nesse malfadado julgamento.

    Mas, para piorar desassossego geral da nação, o atual Presidente do STF, Toffoli, ameaça julgar esses pedidos de liberdade de Lula “de supetão”, como ficou apontado na matéria do “Jornal da Cidade”, bem como por José Nêumane Pinto, na internet e, este último, no Estadão.

    O problema é que, realmente, há como Dias Toffoli julgar esses pedidos de Lula, no Plenário virtual, que acontecerá nos próximos dias 16 a 22 de agosto de 2019.

    O STF já deu amplas mostras de que pouco está se lixando para a constitucionalidade ou ilegalidade de seus pronunciamentos e mandados.

    Já abriram inquéritos (sem competência constitucional para tanto), já deram Habeas Corpus a mais de um integrante de facções criminosas, como PCC, ou para corruptos conhecidos, já bloquearam investigações, contra si e seus familiares, contra o jornalista Greenwald, já se colocaram acima da Receita Federal e do COAF.

    E podem muito bem estar tramando esses julgamentos. Esse é um tapa na cara que os cidadãos de bem não merecem

    Para combater essa sujeira toda, identifico três frentes de ação imediata:

    1. Apoio amplo ao Eminente Jurista Modesto Carvalhosa, bem como ao valente grupo de Senadores que pretende pautar o impeachment de Dias Toffoli – nesse sentido, no Twitter, o uso da tag #MudaSenado é uma demonstração de carinho a essa tropa de heróis;

    2. Comparecimento maciço às ruas, no próximo dia 25 de agosto, em movimento contra as ações inconstitucionais e ilegais do STF, de apoio ao Governo, e principalmente, de apoio ao Ministro Sérgio Moro;

    3. Demonstração de apoio popular ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, para que pautem e julguem logo o recurso sobre o processo de Lula referente ao sítio de Atibaia, de modo que Lula não se beneficie desses julgamentos tenebrosos do STF ou, caso o consiga, não fique tempo o suficiente fora da cadeia para continuar a tumultuar a vida do país – nesse sentido, no Twitter, a tag #JulgaLogoTRF4 está em voga.

    Porque a questão toda, a bem da verdade, vai além da soltura do ex-presidente criminoso!

    Vocês, leitores queridos, podem conceber a ideia de Sérgio Moro, sendo achincalhado pelos Ministros do STF, sob a acusação de ser “suspeito”, e ter “engendrado” os julgamentos de Lula, para então obter o cargo de Ministro da Justiça?

    Porque esse é o discurso malévolo que a esquerda irá adotar, caso os Ministros do STF declararem a suspeição de Sérgio Moro!

    Uma carreira tão brilhante, um homem digno, probo e honesto não merece essa humilhação, ainda mais partindo de pessoas como esses Ministros, a quem voto meu repúdio!

    Supor uma figura como Gilmar Mendes a dizer que Sérgio Moro é um “homem desonesto”? Infelizmente, ainda grassam tais inversões dramáticas em nossa sociedade!

    Portanto, principalmente em defesa de Sérgio Moro, um dos maiores heróis e um dos homens mais dignos que este país já teve a sorte de ver figurar em sua História, precisamos nos mover!

    ÀS RUAS, SE NECESSÁRIO FOR, AGORA!

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