• 16jul

    GAZETA DO POVO/ALEXANDRE GARCIA

     

    O que dissolveu o acampamento Lula Livre: o frio ou a falta de dinheiro?

     

    O frio chegou ou o dinheiro acabou: acampamento Lula Livre está com quorum baixo.| Foto: Rafael Ribeiro / Fotos Públicas

     

    Segunda-feira (15) foi dia de boas notícias. Como toda segunda, saiu o boletim Focus do Banco Central e pela primeira vez no ano a expectativa é de crescimento do PIB.

    Para uma economia crescer nós precisamos de otimismo e entusiasmo, porque acreditando que as coisas vão dar certo no futuro é que se investe hoje. Assim se constrói o futuro.

    Isso aconteceu no mesmo dia em que a previsão do PIB da China aparece como a mais baixa destes últimos anos: pouco mais de 6% ao ano.

    Imaginem que o Brasil já cresceu uma média de trienal de 11,2% ao ano. Isso mostra como a gente está lá embaixo depois desta recessão histórica do governo Dilma.

    Há essa boa expectativa por causa da reforma da Previdência ter passado no primeiro e mais difícil dos turnos. Abriram-se as portas para votar o restante, em agosto e setembro, considerando o Senado.

    Essa expectativa gerou a baixa do dólar que já tinha ultrapassado os R$ 4,00, e agora está em R$ 3,75. A bolsa de valores também passou dos 100 mil pontos e agora está se estabilizando acima disso, com 104 mil pontos.

    No tempo da recessão de Dilma, estava em 43 mil pontos.

    Bem-vindos, investimentos!

    Houve um anúncio, na segunda-feira (15), pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que é uma das estrelas deste governo.

    Ele anunciou que investimentos de R$ 208 bilhões serão gerados por concessões na área de transportes.
    O ministro chamou isso de um “surto de investimento” e, claro, de emprego também.

    Serão investidos, no total, R$ 208 bilhões: nas rodovias R$ 140 bilhões; nas ferrovias R$ 54 bilhões, muito bem-vindos porque um país deste tamanho precisa de ferrovias; nos portos R$ 4 bilhões, que eu acho pouco, um país com esse litoral todo podendo estimular a cabotagem; e em aeroportos R$ 10 bilhões.

    Ele deu também uma boa notícia para quem usa a principal rodovia do país, a Rio – São Paulo, a Dutra: vai ter o pedágio reduzido porque vai haver um cálculo por quilômetro.

    Outra boa notícia, principalmente para os caminhoneiros, é que Freitas disse que não vai ter mais o radar surpresa, o radar móvel, confirmando o que já tinha dito o presidente. Continuam existindo os radares fixos, inclusive o número está sendo aumentado.

    O radar móvel é aquele em que lá no fim de uma descida esperava o caminhoneiro que não conseguia segurar o caminhão, inclusive para não tirar fumaça dos freios.

    Quanto à reforma da Previdência…

    A reforma recomeça a ser votada dia seis de agosto. Já estão contando as cinco sessões necessárias entre um e outro turno de votação – já se contou ontem (15), pois se conseguiu o quórum de 10%, que é o mínimo para se fazer uma sessão.

    Pela foto, o plenário vazio, mas na presença foi registrado que tinham 51 deputados, exatamente os 10% sobre 513 – que é o total.

    Acampamento Lula Livre dissolvido

    Aquela vigília do acampamento Lula Livre em Curitiba foi dissolvido pelo frio. As pessoas resolveram sair, talvez tenha esgotado também o dinheiro que sustentava aquelas pessoas, era mais de uma centena de pessoas, durante todo esse tempo.

    E aí a gente fica a perguntar: será que é dinheiro de doador? De onde é que vem esse dinheiro para o acampamento Lula Livre?

    Tem muita gente achando que é daquela cota partidária.

    Depois vai faltar para a campanha eleitoral.

  • 16jul

    RENOVA MÍDIA

     

    Bolsonaro e Araújo conectam caso Rhuan à ideologia de gênero

     

    “Infelizmente, no Brasil, não tem prisão perpétua”, lamentou o presidente Bolsonaro sobre o brutal assassinato do garoto Rhuan

     

    Bolsonaro e Araújo conectam caso Rhuan à ideologia de gênero

     

    Em transmissão ao vivo na rede social Facebook, na última quinta-feira (11), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, reafirmou que uma das bandeiras na disputa pela reeleição ao Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) é o combate à ideologia de gênero.

    Segundo o chanceler, a ideologia de gênero foi o motivo pelo qual o menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, foi torturado e morto pela mãe, com a cumplicidade de sua parceira.

    Na ocasião, segundo o site Metrópoles, Araújo declarou:

    “Ideologia de gênero é um ninho de rato ideológico. É uma coisa que tem que tacar fogo, porque isso causa danos à saúde da família humana, do ser humano. Um exemplo muito infeliz é o caso do menino Rhuan. Quando você tem uma mãe que acha que pode mudar o sexo do filho. Por que isso existe? Porque existe uma ideologia de gênero.”

    O presidente da República, Jair Bolsonaro, concordou com o pensamento do chefe do Itamaraty e voltou a expressar indignação a respeito do caso:

    “Um casal de lésbicas corta o ‘piu piu’ do filho de uma delas porque ela achava que ele nasceu para ser mulher. Sem comentários. Infelizmente, no Brasil, não tem prisão perpétua. Mas têm que mofar na cadeia essas duas picaretas que fizeram isso com o garoto e depois executaram o moleque.”

  • 12jul

    CONEXÃO POLÍTICA/ALEX CÉSAR

     

    QUAL SERIA SUA APOSTA?

     

    Um questionamento sincero sobre o gesto de Rodrigo Maia, que virou manchete nos grandes veículos de comunicação

     

    Agência Brasil

     

    Pobre coração!

    Essa é uma expressão que significa dizer: “pessoa abatida ou magoada”; “pessoa necessitada de misericórdia” ou “pessoa digna de pena”.

    Tem uma outra expressão que diz assim: “quem vê cara não vê coração”. 

    Há pessoas que choram com muita facilidade, enquanto outras possuem enorme dificuldade em transmitir seus sentimentos por meio do choro. 

    No fundo, nem sempre o choro, ou mesmo a expressão de choro, traduz o que se passa no interior coração, nas entranhas insondáveis e profundas do ser.  

    Esse é um ditado que transmite a ideia de se tomar cuidado com o que se vê apenas pela expressão exterior, pela superficialidade da face ou fala daqueles que conseguem transmitir o que o coração não está sentindo.

    Há um texto bíblico que nos dá uma ligeira ideia da perspicácia do coração humano, que diz assim:

    “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos.” – Jeremias 17:9,10

    Só uma pontinha de provocação… 

    Se a expressão de choro do presidente da câmara Rodrigo Maia pudesse ser colocada sob aposta — em qual das duas você apostaria: “POBRE CORAÇÃO!” ou “QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO!”?. 

    Vai uma dica a ser considerada:

    Logo após a sua expressão “choro”, veio o discurso pela vitória do “SIM”, a respeito da votação em primeiro turno da nova reforma da previdência, no qual Maia recuperou do “choro” e assumiu visualmente outra postura — se refazendo facilmente —, e exaltando a si e aos envolvidos na votação — privando, inclusive, qualquer possibilidade de agradecimentos ao presidente da República e ao ministro da economia.

    Num protagonismo evidente, rogou para si como responsável pela aprovação da Reforma da Previdência.

    Então… como você apostaria seu voto?

  • 11jul

    GAZETA DO POVO/ALEXANDRE GARCIA

     

    Não tem saída: é uma questão prática

     

    Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

     

    Reforma da Previdência na pauta. Eu fico lembrando dos tempos de Temer em que estava dando tudo certo e aí chamaram o Joesley.

    Será que não chamaram o tal do The Intercept exatamente para ver se não dava certo a reforma da Previdência, as outras reformas e a Lava Jato principalmente? Só que não está dando…

    O apoio popular ao ex-juiz Sergio Moro e a reforma da Previdência são visíveis nas ruas. Eu não olho mais essas pesquisas de opinião porque depois do que eu vi nas eleições eu fiquei com o pé atrás.

    A gente vê que os partidos estão quase unânimes. O PT e o Psol contra; o PSL, o PSDB, o DEM, o MDB e outros partidos votaram para reformar realmente a Previdência.

    Alguns partidos se dividiram, como o PDT e o PSB. Mas não tem saída: é uma questão prática.

    Há uma presença muito grande de deputados, isso é louvável. Há um trabalho muito grande do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que é louvável também.

    Em cima da proposta do presidente Bolsonaro de mudar a Previdência para que ela consiga sobreviver e existir em um momento em que as pessoas estão vivendo mais e tem mais recursos médicos para trabalhar por mais tempo.

    Senão a conta não vai fechar: tem cada vez mais aposentado e cada vez menos gente contribuindo para Previdência.

    Outras boas notícias
    A inflação de junho foi de 0,01%. Uma coisa incrível. Isso aconteceu graças aos transportes e à alimentação que seguraram a inflação.

    Neste ano, o total no semestre fechou com 2,23%. Se eu pensar que há alguns anos a inflação era de 84% ao mês, e agora em seis meses é de 2,23% é uma grande conquista.

    O Banco Central já até pode cortar a Selic que é a taxa básica de juros, talvez ela caia para 5,5% ou para 5,0% ao ano.

    A outra boa notícia é que foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, no Senado, um projeto de lei que obriga fazer uma avaliação periódica do desempenho do funcionário público – ou melhor dizendo, o funcionário do público.

    O projeto prevê a avaliação da produtividade, a frequência, a assiduidade e a competência.

    Com isso, vão ser demitidos os que não servem para servir o público. O projeto já vai para plenário com carimbo de urgente.

    Outra questão
    Duas reformas tributárias estão sendo tratadas nesse momento. Elas são mais ou menos parecidas.

    A de Paulo Guedes, que está na Câmara já formando Comissão para tocar para frente, e a do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que os senadores assinaram.

    Ambas falam de imposto único, o IVA (Imposto sobre Valor Agregado), que pacifica – com algumas alíquotas diferenciadas – a famosa guerra fiscal que atrapalha o sistema tributário, porque os estados querem o melhor para si.

    Os estados e os municípios estão quebrados – não todos, graças a bons administradores.

    Mas, enfim, essas reformas vêm no momento em que se pede socorro a um país que, depois do governo Dilma, estava com 12 milhões de desempregados.

    Está na hora de estimular isso.

  • 10jul

    RENOVA MÍDIA/PEDRO AUGUSTO

     

    Merkel e Macron não estão preocupados com a Amazônia

     

    De repente os líderes europeus resolveram se preocupar com o desmatamento da Amazônia.

    COLUNA: Merkel e Macron não estão preocupados com a Amazônia

    Nos últimos dias, Angela Merkel e Emmanuel Macron fizeram declarações se dizendo preocupados com o desmatamento no Brasil.

    O governo Jair Bolsonaro foi criticado por supostamente fazer nada para reverter o quadro.

    Algumas mídias afirmaram que os líderes estrangeiros estão mais preocupados com a vegetação brasileira do que o próprio presidente.

    Quem acreditou nessa história foi enganado.

    Os franceses e alemães não estão preocupados com o desmatamento no Brasil.

    A verdade é que esse discurso politicamente correto esconde o lobby de fazendeiros europeus temerosos em perder mercado para os produtos brasileiros.

    Com o acordo entre Mercosul e União Europeia não somente chegarão mercadorias mais baratas ao Brasil, mas as provenientes daqui chegarão aos países do bloco também com menor custo.

    Isso dará uma grande dor de cabeça aos fazendeiros europeus.

    Mais concorrência e produtos mais baratos originados do Brasil e Argentina, principalmente a carne, abalarão a hegemonia desses produtores.

    A carne europeia é cara, a brasileira não. Com certeza será mais procurada pelo europeus por causa do baixo preço.

    Na Amazônia uma das principais atividades, e que de fato causa muito desmatamento, é a pecuária.

    O mesmo setor que concorrerá com os grandes empresários europeus. Merkel e Macron quando falam do desmatamento temem que as carnes brasileiras sejam mais consumidas entre os europeus do que as locais.

    Eles agem pelo lobby de empresários de seus países e não por temerem pelo futuro do mundo. Os seus discursos são falsos.

    A própria França já admitiu que não sabe se está preparada para o acordo. Eles sabem que produtos provenientes do Mercosul vencerão esta briga no mercado.

    Os países europeus também se dizem preocupados com a quantidade de agrotóxico nos vegetais, frutas e legumes brasileiros.

    Tudo mentira. Eles querem proteger os seus produtores.

    Os europeus não estão preocupados com o Brasil ou o mundo.

    Seus discursos politicamente corretos escondem o interesse de grandes empresários do continente.

« Entradas anteriores   



Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota