• 25set

    JORNAL DA CIDADE ONLINE/MARCO ANGELI FULL

     

    O brasileiro lava a alma

     

     

    Para desespero absoluto dos que acreditaram que o atentado covarde contra a vida de Jair Bolsonaro o impediria de governar o Brasil, o presidente fez nesta terça-feira (24) um discurso histórico em New York.

    O discurso causou ‘surpresa’ pelo tom apenas na mídia apavorada.

    Para a maioria consciente da sociedade, não houve surpresa.

    Houve apenas a reafirmação de Jair Bolsonaro com os compromissos fundamentais assumidos perante o povo, quando eleito.

    Expressões como ‘tom beligerante’ (na Band News) em comentários da imprensalha não faltaram.

    Ao confirmar o empenho de seu governo em se relacionar com países como EUA, Israel, China, Canadá, Japão e países árabes, Bolsonaro resgata uma das qualidades fundamentais e característica do povo brasileiro: a convivência harmoniosa dentro do país entre todas as etnias.

    Essa atitude vai de encontro a quase vinte anos de beligerância – que nesse caso se aplica – criada artificialmente pelos governos socialistas do PT.

    Foi o conhecido ‘nós contra eles’ de lula, que visava isolar o país e alinhá-lo ao que há de pior no mundo: seus coleguinhas ditadores como Maduro ou Castro.

    Citados por Bolsonaro em seu discurso, fica claro que, definitivamente, a distância entre o Brasil e as ilhas comunistas decadentes da América Latina se ampliaram enormemente.

    O novo Brasil fecha suas portas ao comunismo.

    O tom firme do presidente brasileiro em defesa da soberania e da preservação da Amazônia – e de todo o território nacional – surpreende naturalmente os globalistas interessados na exploração consentida das riquezas alheias, caso dos lenientes governos do PT.

    O recado foi direto à governantes como Macron, que ainda sonhavam em conseguir uma gestão internacional e colonialista para a Amazônia.

    O sonho acabou.

    A governantes socialistas como Macron resta apenas cuidar da própria casa, que aliás não vai nada bem.

    Devagar, o governo Bolsonaro vai tentando demolir o enorme aparelhamento comunista que o Brasil sofreu nos últimos 15 anos.

    Tarefa dura, que alguns acreditavam impossível.

    E que só é efetiva com atitudes igualmente duras.

    E firmes, como o discurso de Bolsonaro.

    Para os sonhadores esquerdinhas que acreditavam que desse homem saísse um discurso morno, ameno, resta a choradeira sem fim das eternas ‘vítimas’, condição que parecem adorar.

    Fica o registro da presença ao lado do presidente da índia Ysani, apoiada pelas principais lideranças indígenas, e naturalmente criticadas pelos poucos seguidores de Raoni, aquele mesmo que recebeu muita grana de lula e dilma.

    Ysani Kalapago, Jair Bolsonaro e seus ministros representam o Brasil no mundo.

    O resto é o resto.

  • 02set

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    O ataque mais contundente de Modesto Carvalhosa a Gilmar Mendes: “é um marginal” – (Veja o Vídeo)

     

     

    Homem de coragem, o jurista Modesto Carvalhosa, do alto de seus 87 anos de lucidez, experiência, patriotismo e sabedoria, não poupa palavras para definir aquele que ele considera uma das figuras mais nocivas do Judiciário brasileiro.

    Carvalhosa explica, numa conversa gravada com o senador Lasier Martins, a questão da suspeição de Gilmar Mendes e outros comportamentos que infringem a lei, como a sua atuação em casos em que os réus são pessoas que fazem donativos ao IDP, escola na qual o ministro tem participação societária.

     

    “Ele embolsa parte desse dinheiro”, afirma Carvalhosa

     

    E o ataque mais contundente vem na sequência:

     

    “É uma pessoa absolutamente marginal que nós temos dentro do Supremo Tribunal Federal. É um marginal”.

     

    O vídeo foi gravado em junho de 2018, mas ainda é bem atual, pois os fatos que o provocaram, ainda persistem.

    Veja o vídeo:

     

  • 31ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    ARTIGO DE 

     

     

    A ida de Kim Kataguiri à Embaixada da França para “pedir desculpas” pelo “comportamento” do Presidente Bolsonaro, bem como a sua atuação na redação do destaque inserido no projeto da “lei das fake news”, que criou o crime de denunciação caluniosa eleitoral, me fez lembrar dessa foto dele (abaixo).

    A imagem flagrou o jovem Kim, já deputado federal, eleito pelo DEM-SP, sentado à mesa com Marcelo Freixo, do PSOL-RJ, confabulando sabe-se lá o que.

    Dizem alguns que o político tem que “ser amigo” de todo mundo; tem que construir relacionamentos e socializar; em português claro, tem que ser “vaselina”.

    Pois eu já penso diferente: um político tem que ser fiel a seus próprios princípios, e tem que ter extremo cuidado com a sua imagem e credibilidade. Um de seus maiores valores deve ser a coerência à própria ideologia (ou melhor, à própria inclinação política).

    Dito isso, lembro que existem 513 Deputados Federais e 81 Senadores no Brasil. Reúnem-se todos no prédio do Congresso Nacional, que funciona quase como uma “cidadela”, com uma população de diferentes regiões e culturas.

    Óbvio que o comportamento natural de qualquer ser humano, em uma situação dessa, seria aproximar-se dos que têm afinidade, nessa pequena “cidadela”: essa lenda de que “os opostos se atraem” é uma das maiores mentiras já inventadas. São os iguais que se atraem.

    Mas não é assim para Kim. Ele, que se diz um liberal de Direita, não vê qualquer problema em se sentar à mesa com Marcelo Freixo, um político de extrema-esquerda, para – repito – confabular sabe-se lá sobre o que, quando seu discurso político é diametralmente oposto ao que prega o outro parlamentar.

    Óbvio que a convivência pacífica, que manda que todos mantenham relações respeitosas e amistosas no ambiente de trabalho (vamos substituir por Câmara dos Deputados), é muito diferente do que uma reunião dessas, à mesa um do outro, para conversar intimamente sobre algo.

    Ninguém tem dúvida que um deputado federal como Eduardo Bolsonaro, Marcel Van Hattem ou Filipe Barros, jovens também como Kim (mas não tão jovens como ele), certamente cumprimentariam com um “bom-dia” ou “boa tarde” seus colegas parlamentares de extrema-esquerda, quando se cruzassem nos corredores do Congresso.

    Mas jamais sentariam à mesa deles para conversas ao pé do ouvido.

    Certamente, a coerência política passa longe desse rapaz Kim, que, a continuar assim, vai se transformar em um parlamentar de único mandato.

    Esse mesmo discurso vale também para Alexandre Frota (ex PSL-SP), flagrado em uma mesa dessa daí, igual a do Kim-Freixo, com o deputado esquerdista Tulio Gadelha (mais conhecido como ‘namorado da Fatima Bernardes’), do PDT-PE.

    Mas de Frota não se trata de incoerência: é que ele realmente não sabe o que o define, politicamente.

    No fundo, é a mais pura aplicação daquela velha frase da sabedoria popular: “quem anda com porcos, acaba chafurdando na lama”.

  • 29ago

    GAZETA DO POVO / ALEXANDRE GARCIA

     

    Agora vão reinstalar a Comissão de Mudanças Climáticas. Vão convocar o Sol para depor?

     

     Foto: Gazeta do Povo

     

    Há motivos de sobra para preocupação em relação à Lava Jato. Na segunda turma do Supremo, Gilmar Mendes, Lewandowski e Carmen Lúcia votaram pela primeira anulação – tomara que seja a única – de uma sentença do ex-juiz Sergio Moro na Lava Jato.

    A sentença que condenou o ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine foi anulada porque ele não teria sido o último a ser ouvido no processo. O réu teria que ser o último a dar as considerações finais.

    O ex-juiz Sergio Moro, no curso dessa questão, alegou que não há nada na lei que o obrigue a deixar o réu por último – ou seja, depois dos delatores -, e que todos têm que ter igualdade de tratamento dentro de um processo.

    Mesmo assim, foi três a um na turma. Agora vai para o plenário do Supremo.

    A defesa de Lula se aproveitou disso e já está pedindo a anulação de três sentenças. Esse é o perigo da Lava Jato: daqui a pouco anulam todas as sentenças.

    E Lula é um recordista de recursos. Nunca vi um número tão incrível de recursos.

    Outro recordista, só que de arquivamento, é Renan Calheiros. Foi arquivado o sexto inquérito dele.

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que não viu provas na investigação em que ele teria recebido R$ 1 milhão de um auxiliar do doleiro Alberto Youssef em um hotel de Maceió.

    A procuradora-geral mandou arquivar. Já são seis arquivamentos, mais aquele processo da jornalista Monica Veloso e da operação Zelotes, naquele conselho de recursos da Receita Federal.

    Já são oito processos arquivados. Ele tem 12 processos, foi denunciado em dois, mas ainda não é réu.

    Bomba no Riocentro
    Um relator do Superior Tribunal de Justiça vai reabrir o processo da bomba do Riocentro, que aconteceu há 38 anos.

    Ele entende que o Brasil assinou tratados internacionais sobre direitos humanos e que o crime praticado é contra a humanidade, portanto, não tem prescrição.

    Esse processo trata de uma bomba que explodiu dentro um automóvel puma, matando um sargento e ferindo um capitão.

    Outra bomba estava dentro de uma casa de força para sabotar um show no Riocentro.

    O presidente da época, João Figueiredo, pediu que jogassem a bomba contra ele. Porque seria uma reação contra a abertura que ele estava promovendo e que foi realizada.

    Agora, se um capitão obedecia a algum general, ele tinha mais de 50 anos na época, e hoje teria mais de 90. Vão investigar para ver o que aconteceu.

    Vão convocar o Sol para depor?
    O Congresso vai reinstalar a Comissão de Mudanças Climáticas. O senador do Pará Zequinha Marinho (PSC) – onde está a maior parte das queimadas – vai presidir a Comissão.

    Eu pergunto se vão convocar o Sol para depor, já que é o causador de todas as mudanças climáticas que aconteceram nos bilhões de anos de existência do planeta Terra.

    O Sol tem mais explosões, esquenta os oceanos em 1Cº ou 2Cº, e isso muda o clima em ciclos – como tem acontecido desde que a Terra existe.

    Uma reação dentro do Congresso
    Eu confio muito nesses novos deputados e novos senadores. Eles conseguiram segurar no orçamento do ano que vem o aumento do fundo eleitoral, que saltaria de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões.

    Isso ocorre em um momento em que está faltando dinheiro para tudo no governo, depois do caos Dilma.

    Esse é o momento de arrumar a casa nas questões morais, éticas, financeiras e econômicas.

    O líder do governo deu a orientação para que votassem contra. Conseguiram.

  • 29ago

    BLOG DO PERCIVAL PUGGINA

    NOSSA AMAZÔNIA É A MARIELLE DA VEZ NAS TELINHAS DA GLOBO

     

    No ano passado fui fazer uma palestra em Belém. Enquanto estive lá ouvi relatos alarmantes sobre a apropriação das riquezas naturais da região por entidades estrangeiras.

    É raro algum empreendimento nacional patentear produto com origem local que já não tenha registro concedido fora do país.

    É voz corrente que essa atividade constitui o objetivo de boa parte das ONGs que ali se concentram, acotovelam, disputam e conquistam território.

    Estimam as autoridades militares que cem mil dessas organizações atuam na região, o que faria dela uma das mais bem cuidadas do planeta.

    Não é de qualquer nacionalista fanático o cálculo nem o diagnóstico nesta matéria do G1:

    “Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias. Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria.” (Tarso Genro, ministro da Justiça, em 24 de abril de 2008).

    Inaceitável a conduta de quem, tendo poder de comunicação, reproduziu a denúncia chocha do ex-ministro como quem relatasse uma banalidade.

    Onze anos mais tarde, o Brasil com cérebro não lesado aplaudiu calorosamente a iniciativa do governo Bolsonaro para exercer efetivo controle sobre a atividade e recursos disponibilizados a tais grupos pela União.

    Dinheiro nosso para custear ações contrárias ao nosso interesse? Eu me levanto e aplaudo de pé quem a isso se oponha.

    A aplicação de recursos públicos – qualquer aplicação – deve obedecer ao interesse do país e não às simpatias dos opositores políticos nacionais e internacionais.

    Perante algo tão alardeado e grave, tão provável quanto previsível, qual a matéria que a Globo e outros grandes veículos nacionais produziram, nesses anos todos, em defesa do interesse brasileiro na Amazônia?

    Que jornalismo é esse que esquece o fato e foge da notícia para cantar qual galo na madrugada da crise?

    Na entrevista em 22 de agosto (quinta -feira passada), Bolsonaro profetizou o que a Globo News faria mais tarde: a emissora recortou da entrevista o que não lhe servia e torceu o restante de modo a causar dano ao governo e ao país, ou seja, fez exatamente o que o presidente disse que ela faria.

    A emissora escondeu o prognóstico sobre a má linha editorial que iria adotar e adotou, e apresentou a matéria manipulando o que Bolsonaro falou a respeito do alheamento dos governadores da região e sobre as suspeitas que recaem sobre as contrariadas ONGs.

    Transformou-as em acusações diretas que ele não fez. Quem não sabe que há corruptos nacionais, inimigos políticos locais e pesados interesses externos atuando no salve-se quem puder regional?

    Florestas são lugares expostos a incêndio. Por isso, projetos de reflorestamento operam com vigilância permanente, torres de observação e brigadas de incêndio.

    Não é possível fazer isso na Amazônia, uma floresta maior do que os 28 países da União Europeia.

    Neste momento, inúmeros focos incendeiam meio milhão de hectares na Bolívia; e a culpa é do Evo Morales?

    Há incêndios florestais de grande porte (33 mil quilômetros quadrados) na Sibéria e a culpa é do Putin?

    Outro de proporções menores, mas de significativo alcance, acontece na ilha Gran Canária, obrigando a remoção de 9 mil pessoas. E de quem é a “culpa”?

    Aqui no Brasil, muitos meios de comunicação jogam contra o interesse nacional. Sugerem que ONGs apagam incêndio e zelam pela floresta…

    Colocam seus rancores acima da verdade e do bem da nação brasileira.

    Cuidam de colocar fogo e fumaça no colo de quem preside a República há sete meses e adotou, em relação às ONGs da região, providências corretíssimas.

    Repito: corretíssimas!

    Dão oxigênio a Macron e Merkel que perderam as eleições de maio passado.

    Põem fogo na queimada, alimentam o intervencionismo estrangeiro, servem a mesa ao neocolonialismo e aos anseios pela internacionalização da Amazônia, jogam oxigênio nas chamas de uma crise internacional contra o Brasil.

    Isso beira a indignidade e a traição.

    Nossa Amazônia é a Marielle da vez nas telinhas da Globo.

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