• 20jun

    DIÁRIO DO PODER

     

    Vitória de Bolsonaro é traduzida em livro por especialistas em marketing e psicologia política

     

    ‘A eleição disruptiva – Por que Bolsonaro venceu’ vai além da Lava Jato, da facada e da prisão de Lula

     

    Vitória de Bolsonaro é traduzida em livro por especialistas em marketing e psicologia política

    Maurício Moura e do cientista político Juliano Corbellini

     

    A eleição presidencial de 2018, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) e a ruptura com o longo ciclo de domínio do PT e do PSDB, após a Operação Lava Jato expor as vísceras da corrupção na política nacional, foram traduzidas pela obra do economista Maurício Moura e do cientista político Juliano Corbellini, autores de “A eleição disruptiva – Por que Bolsonaro venceu”, da Editora Record.

    O livro é fundamental para compreender o contexto atual do Brasil e o desfecho da corrida presidencial, diante das análises que minimizavam as chances do vencedor.

    E os escritores programaram noites de autógrafos em São Paulo e Porto Alegre, na próxima semana.

    Moura e Corbellini, especialistas em psicologia política e marketing eleitoral, respectivamente, narram uma sucessão de fatos que passam pela prisão o ex-presidente Lula, favorito nas pesquisas, e o atentado à vida do segundo colocado.

    Mas sustentam a tese de que tais circunstâncias excepcionais não foram as principais determinantes na vitória de Bolsonaro.

    Tudo com base em dados estatísticos da IDEIA Big Data.

    Com dados essenciais sobre os anseios dos eleitores e como os protagonistas da democracia se informavam para decidir sobre seus votos, os autores do livro utilizaram dados nascidos de metodologias inovadoras que permitiram um monitoramento “360º e em tempo real”, através da startup da área de opinião pública pôs em xeque a credibilidade das análises de opinião tradicionais, apresentando prognósticos que mais se aproximaram do resultado final de um pleito surpreendente.

    O livro ainda desvenda o paradoxo da eleição de Bolsonaro a despeito da falta de recursos e apoio, e também evidencia por que os autores estavam no grupo bastante restrito que enxergava a vitória do candidato muito antes de a eleição começar.

    Enfim, a obra fundamental para quem trabalha com campanha eleitoral, ou deseja compreender a política nacional de hoje, demonstra que a curva ascendente de Bolsonaro já podia ser percebida muito antes da facada em Juiz de Fora (MG).

  • 27jul

     

    Foi um começo de noite legal, nesta quinta, 26.

    Convidado pelo meu amigo Newton Ishii, que ficou conhecido no Brasil inteiro em função da Operação Lava Jato como o Japonês da Federal, para o lançamento do livro onde ele relata muitas situações dos bastidores da Lava Jato, principalmente, e que ele, como Policial Federal, vivenciou.

    O evento foi muito concorrido e só teve um breve tumulto protagonizado por meia-dúzia de desocupados que , com a barulheira de uma corneta e um cartaz com os dizeres “Lula livre”, invadiram o local.

    Isto fez com que todos os presentes lembrassem que Lula, felizmente, está condenado e preso, para o bem do Brasil.

    Claro que, imediatamente, foram expulsos do local sob vaias dos presentes. E a bela cerimônia continuou.

    Parabéns ao Newton Oshii pela iniciativa, pois assim a memória dos brasileiros, talvez, fique mais aguçada.

    Já diz o ditado ” País sem memória é um País sem futuro”.

    O livro foi escrito pelo jornalista Luiz Humberto Carrijo, também presente e muito cumprimentado pelo brilhante resultado de dois anos de muita pesquisa e entrevistas exclusivas.

  • 13nov

    ISTOÉ

     

    Os inimigos do papa

     

    Menos de quatro anos depois do calvário que levou Bento XVI à renúncia, Francisco é traído e se vê envolvido no Vatileaks 2, um escândalo de proporções muito maiores

     

    Débora Crivellaro ([email protected])

    “…De todas as reformas contempladas no primeiro ano de seu pontificado, poucas saíram do papel. Isso, infelizmente, significa uma coisa: o plano de Bergoglio de afastar os mercadores do templo continua não realizado três anos após sua eleição. Essa situação é uma fonte de descontentamento para muitas pessoas. Mais e mais cardeais estão criticando o papa, alguns abertamente…”

    Esse trecho do livro “Via Crucis”, do jornalista italiano Gianlugi Nuzzi,  lançado na quinta-feira 5 na Europa, escancarou o que uma série de incidentes sinalizaram nos últimos meses: o papa Francisco não tem conseguido combater os graves pecados da Igreja Católica.

    O pontífice argentino que conquistou o mundo com seu carisma, gestos corajosos e sorriso persistente, foi eleito em março de 2013 com a missão de moralizar as finanças do Banco do Vaticano, expurgar os religiosos que cometiam excessos administrativos e financeiros, acabar de uma vez por todas com a intermináveis e nem um pouco católicas intrigas da Cúria Romana e curar a chaga do abuso sexual cometido por religiosos católicos.

    Mas avançou muito pouco na dissolução da problemática rede que levou à renúncia de seu antecessor, Bento XVI. Para piorar o quadro, apesar de gozar da simpatia e admiração da maioria dos católicos – e até dos não crentes – Bergoglio parece estar cada vez mais sozinho no ambiente de poder.

    E, mais do que isso, coleciona grupos antipáticos a ele. O primeiro a se declarar publicamente contrário são os ultraconservadores. Há também os burocratas. E, agora, sabe-se, a alta hierarquia corrupta, que há décadas fazia mau uso do dinheiro, em benefício próprio.

    Junto com “Via Crucis”, chega às livrarias européis outro livro que fala sobre isso, sob o título “Avareza”.

    Ambos tratam das finanças católicas e foram elaborados a partir de documentos fornecidos por dois altos funcionários da prefeitura de assuntos econômicos da Santa Sé: o padre espanhol Lucio Vallejo Balda, ligado a Opus Dei, e Francesca Chaouqui, uma especialista italiana em redes de comunicação.

    Os dois foram presos no início da semana passada (Francesca já está solta).

    Mas este episódio, já batizado Vatileaks 2 e bem mais grave que o primeiro, mostra que os inimigos estão muito próximos, para desgosto do bem-intencionado pontífice.

    abre.jpg

    Os livros chegam em um momento muito delicado para o catolicismo, com Francisco enfrentando resistência para mudar a gestão dos recursos financeiros da Igreja.

    “Via Crucis” foi escrito pelo jornalista italiano Gianluigi Nuzzi, que em 2012 publicou “Sua Santidade: as cartas secretas de Bentos XVI”, sobre o ruidoso episódio envolvendo o mordomo Paolo Gabriele.

    A obra descreve como cardeais vivem em propriedades elegantes e espaçosas, muitas vezes de graça, andam de classe executiva e gastam milhares de euros que deveriam ser destinados à caridade com eles mesmos.

    “Avareza”, do também jornalista Emiliano Fittipaldi, detalha por meio de documentos originais (cerca de 20 páginas do livro são reproduções fotográficas de arquivos secretos, como atas, orçamentos e notificações) como operações comerciais no interior dos muros do Vaticano – postos de gasolina, farmácia, lojas de tabaco e supermercado  — geraram dezenas de milhões de euros em receitas com a venda de produtos a preços com desconto, devido a isenções fiscais.

    Eis um trecho, sobre os negócios com cigarro: “…A ‘tabacaria de Deus’, explicam analistas da Ernest & Young, é a segunda mais importante fonte de receita do departamento de serviços econômicos do Vaticano…”

    Segundo o vaticanista americano John Allen Jr, grande parte do que está denunciado nas obras já era sabido, principalmente por quem vivencia diariamente a Santa Sé.

    “O grande mérito desses livros é que eles colocaram nomes e números concretos sobre o que era só impressão”, afirma.

    Ambos, Nuzzi e Fittipaldi tiveram acesso a um material confidencial notável supostamente reservado ao pontífice.

    PAPA-02-IE.jpg
    OS CORVOS
    Francesca Chaouqui e o padre espanhol Lucio Vallejo Balda: eles teriam fornecido os documentos secretos que produziram os livros

     

    Até o polêmico ex-secretário de Estado Tarcisio Bertone voltou ao centro da controvérsia, como no primeiro Vatileaks.

    “Avareza”, de Fittipaldi explica como a Fundação Menino Jesus, criada para ajuda o hospital pediátrico administrado pelo Vaticano, foi usada para pagar a reforma da famosa cobertura de 700 metros quadrados do ex-todo poderoso.

    “A fundação pagou uma conta de 200 mil euros”, diz o jornalista. Da Menino Jesus também saíram recursos para alugar, por exemplo, um helicóptero pela soma de 23,8 mil euros.

    “É ofensivo, outra das muitas acusações injustas e falsas que recebi ao longo dos anos”, defendeu-se o cardeal Bertone.

    O livro também menciona deslizes de outros integrantes da atual alta cúpula, como o cardeal George Pell, prefeito da Secretaria Econômica, que teria “desviado para seus amigos 500 mil euros em seis meses.”

    Fittipaldi diz ter tido acesso a documentos destinados ao cardeal Pell que “pela primeira vez resume o verdadeiro valor de todos os imóveis das instituições vaticanas, avaliados em 160 milhões de euros.

    O autor, porém, calcula que o montante dessas propriedades pode chegar a 4 bilhões de euros.

    PAPA-09-IE.jpg
    TRAIÇÃO
    Paolo Gabriele era mordomo de Bento XVI e o traiu, roubando documentos de seus aposentos: o papa emérito não resistiu e renunciou

    01.jpg

    Outro escândalo que sacode as colunas da Praça São Pedro e saem das páginas de Fittipaldi dizem respeito à venda de canonizações.

    “Há alguns casos nos quais os parentes das pessoas que morreram e que estão à espera de ser beatificadas e canonizadas podem pagar até 500 mil euros”, disse.

    Neste caso, um outro nome de peso está envolvido: o arcebispo Georg Gänswein,secretário de Bento XVI.

    Velhos personagens de um período obscuro que voltam à cena, para mostrar que décadas de corrupção, desvios e vícios dentro de uma instituição poderosa como a Igreja Católica, não acabam apenas com a meia-dúzia de gestos de um bom papa.

    Resta saber como Bergoglio irá reagir.

    02.jpg

     

    Colaborou Camila Brandalise
    Fotos: Christopher Furlong/Getty Images 

  • 08dez

    Prezados Amigos, 

    escrevo para convidá-los para o lançamento do livro “Reflexões sobre Segurança Pública: nada mais do que tudo”, de minha autoria e publicado pela Editora Plano B.

    O lançamento será dentro de uma das galerias do antigo Presídio do Ahú, em Curitiba, Paraná, Brasil, com a apresentação de 4 violinistas da Orquestra Sinfônica do Paraná.

    Acredito que o evento será uma experiência única, pois acontecerá dentro de um presídio, à noite, com sombras, energias e um pouco de beleza trazida pela música. 

    O lançamento representará bem o livro: uma mistura de percepções, lembranças, dúvidas e reflexões.

    Espero todos vocês lá.Será uma honra para mim a presença de cada um. 

    Convidem amigos e familiares.

    Dia 11/12/2014, das 18:00 às 22:00 horas, no antigo Presídio do Ahú.

    Av, Anita Garibaldi, 750, Curitiba, Paraná, Brasil.

    Grande abraço,

    Rafael F. Vianna

    www.delegadorafaelvianna.blogspot.com

    LIVRO PENITENCIÁRIA

     

  • 11nov

    VEJA.COM

    A obra foi baseada em um manuscrito da Biblioteca Britânica, que data do século VI e é conhecido há quase 200 anos

    Pintura de Jesus Cristo, de Rembrandt

    Pintura de Jesus Cristo, de Rembrandt: sinopse descreve o livro como “história de detetive histórica” (Reprodução/VEJA)

    Jesus teria se casado com Maria Madalena e tido dois filhos com ela. Essa teoria será defendida por um livro que será lançado ainda neste mês, baseado em um manuscrito encontrado na Biblioteca Britânica, afirma o jornal The Sunday Times.

    A obra — que lembra trabalhos de ficção como O Código da Vinci, do escritor americano Dan Brown, e A Última Tentação de Cristo, do grego Nikos Kazantzakis — tem como autores Simcha Jacobovici, escritor e cineasta especializado em história antiga e investigações arqueológicas, e Barrie Wilson, professor de estudos da religião da Universidade York, no Canadá. 

    De acordo com o The Sunday Times, o livro The Lost Gospel (O Evangelho Perdido, em tradução livre) trará detalhes até então desconhecidos da vida de Jesus quando ele tinha vinte anos. Também serão abordadas supostas ligações de Jesus com figuras políticas importantes do Império Romano, como o imperador Tibério.

    O livro se baseia em um manuscrito conhecido como A História Eclesiástica de Zacharias Rhetor(de Mitilene), que esteve no Museu Britânico desde 1847, até ser transferido para a Biblioteca Britânica há cerca de duas décadas.

    A sinopse fornecida pela editora descreve a obra como uma “história de detetive histórica”, uma ficção que traz a primeira tradução para o inglês do manuscrito redescoberto na Biblioteca Britânica.

    De acordo com Barrie Wilson em seu site, o texto está escrito em siríaco — um dialeto do aramaico — e “data do século VI, mas foi traduzido de um manuscrito grego muito mais antigo”.

    “Os estudiosos têm conhecimento disso há quase 200 anos, mas ainda não sabem o que fazer com ele”, afirma Wilson. A Biblioteca Britânica não quis comentar as conclusões do livro.

    Outras menções — As teorias que defendem o casamento de Maria Madalena com Jesus têm origem em uma passagem do Evangelho de Felipe, um dos livros apócrifos (que foram deixados de lado pela tradição católica), no qual os dois personagens aparecem se beijando. 

    Em 2012, a descoberta de um papiro que mencionava a “esposa de Jesus” reascendeu a discussão.

    Embora o documento tenha sido considerado falso pelo jornal L’Osservatore Romano, publicação oficial do Vaticano, cientistas da Universidade Columbia, da Universidade Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) publicaram neste ano um estudo que descarta a possibilidade de falsificação.

    Não há no papiro nenhuma indicação do nome da “esposa de Jesus”.

« Entradas anteriores   



Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota