• 18jan

    RÁDIO NOVA PÁTRIA AMADA

     

    O que vem pela frente no governo Biden é mais monstruoso do que se imagina e sua influência chegará ao Brasil

     

    Além das muitas mudanças no campo geopolítico que novamente colocará o mundo em risco de um conflito mundial, Biden prometeu uma política pró transgêneros que havia sido interrompida pelo governo Trump.

    Biden informou que começará a eliminar qualquer reconhecimento legal dos sexos já em seu primeiro dia de governo.

    Essa política havia ganho força no governo Obama, que descartou a identificação sexual biológica e incentivou a transexualidade.

    No Brasil, nos governos Lula e Dilma, as influências do governo americano se fizeram sentir tanto nas leis como no dia a dia das ruas. Se tornou comum ver-se moças se beijando na boca dentro do metrô e outros locais e logo na televisão.

    Exposições como as do Santander, que ninguém deve esquecer, eram normais e a ideologia de gêneros tomou conta das escolas.

    Diante de Biden, Obama é um santo. O que vem pela frente é monstruoso.

     “Em seu primeiro dia no cargo, Biden restabelecerá a orientação de Obama-Biden, derrubada pela Administração Trump-Pence, que restaurará o acesso dos estudantes transexuais aos esportes, banheiros e vestuários de acordo a como identifique seu gênero. Informará ao seu Departamento de Educação para que aplique e investigue energicamente as violações dos direitos civis dos estudantes transexuais”. Informou o site TierraPura.Org.

    “A ideia de que uma criança de oito anos, uma criança de dez anos, decida, que já sabe, ‘Quero ser transgênero’. Isto é o que creio que gostaria. Me facilitaria muito a vida”. Disse Biden.

    As aberrações vão ainda mais longe; prometeu assinar uma lei de igualdade em seus primeiros 100 dias que eliminaria o reconhecimento federal dos sexos.

    Isso incluiria entre outras coisas; eliminação de esportes só para mulheres, o uso dos banheiros. E já em 1 de janeiro revelou que as novas regras da Câmara de Representantes incluiriam a eliminação de termos de gênero como “pai, mãe, filho, filha”, qualquer termo que reflita o sexo masculino ou feminino.

    Essas leis serão apenas o princípio. Já se pode imaginar o que virá na prática. A ideia por trás de tudo isso é mesmo aquela de se eliminar a família como a conhecemos e formar uma sociedade sem ética, sem moral, sem o ideal do cristianismo, pois isso facilitaria a não reprodução e portanto o esvaziamento do planeta por eles sonhado.

    Será uma sociedade sem Deus, como já se viu aqui no Brasil com as já referidas exposições de falsa arte.

    Por aqui, há milhares de falsos patriotas torcendo pela chegada dessas misérias todas. Principalmente artistas, meios de comunicação e uma elite que se acha inatingível nos planos de Deus.

    É a destruição do ser humano de dentro para fora, sem nenhum respeito a biologia e a natureza. Esquecem que o mundo só se manteve até agora justamente por seguir as leis infalíveis da natureza. Tudo funciona com perfeição através dos séculos, mas quando mudarem essas leis fundamentais não se pode nem imaginar o que será do mundo. 

  • 08dez

    TERÇA LIVRE

     

    Mais de mil cientistas chineses infiltrados fogem dos EUA

     

     

    Na quarta-feira (2/12),  o Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que mais de mil pesquisadores chineses ocultaram sua ficha de cadastro junto ao governo americano.

    Após os pesquisadores perceberem que foram descobertos, eles decidiram fugir do território norte-americano.

    A principal informação ocultada foi justamente as ligações que possuíam com o governo do Partido Comunista Chinês (PCCh).

    A medida ocorreu após o FBI identificar que pesquisadores ocultaram em seus dados cadastrais suas relações com o PCCh.

    Após os pesquisadores perceberem isso, eles decidiram fugir do território norte-americano.

    “êxodo” ocorreu na esteira das prisões de seis cientistas chineses, em julho deste ano, acusados ​​de mentir em seus pedidos de visto sobre os laços que possuíam com o Exército de Libertação Popular chinês — equivalente às Forças Armadas do Brasil.

    Atualmente, o FBI suspeita que a escala da atividade chinesa em território norte-americano é bem maior do que se pensava inicialmente.

  • 05dez

    BOMBEIROSDF

     

    NEVADA: 1.500 ELEITORES ‘MORTOS’ E 42.248 VOTARAM ‘VÁRIAS VEZES’

     

    Por Brehnno Galgane

    Na última quarta-feira (2/12), durante um pronunciamento, Donald Trump revelou que planeja apresentar ao tribunal estadual de Nevada informações sobre possíveis milhares de votos fraudulentos.

    As autoridades disseram que entre as evidências e depoimentos de especialistas a serem apresentados em Carson City, há indicações de que mais de 1.500 cédulas foram apresentadas por eleitores mortos e 42.248 pessoas teriam votado “várias vezes”.

    Além disso, seriam apresentados dados sobre um grande aumento nos registros eleitorais incompletos e endereços residenciais de acampamentos temporários.

    As autoridades também acrescentaram que foram impedidas pelos Correios dos EUA e por funcionários estaduais e municipais em seus esforços para revisar votos e registros.

    Seu foco tem sido no condado de Clark, onde Biden venceu por 90.922 votos. Biden ganhou 521.852 contra 430.930 do presidente Trump. 

    Em contraste, em 2016, Trump ganhou 511.319 votos e perdeu para Hillary Rodham Clinton por apenas 26.434 votos.

    Um dos líderes da iniciativa, o presidente da União Conservadora Americana, Matt Schlapp, disse à Secrets: “Em meus anos de experiência na política, nunca vi uma quantidade de votos ilegais como documentamos no Condado de Clark, Nevada. É um nível de corrupção que eu não pensei que pudesse acontecer em um país moderno e livre.”

    Schlapp disse que se os votos ruins forem rejeitados, o presidente será o vencedor. “Não posso prever o que um juiz fará, mas qualquer americano justo chegaria à mesma conclusão: Trump ganhou Nevada por milhares de votos se as cédulas ilegais forem corrigidas”.

  • 04dez

    RENOVA MÍDIA

     

    Nova ponte Brasil-Paraguai ampliará conexão entre as nações

     

    A previsão é que fique pronta em 2022

     

    Nova ponte Brasil-Paraguai ampliará conexão entre as nações

     

    A Ponte da Integração Brasil-Paraguai, no Rio Paraná, está com cerca de 40% das obras concluídas.

    Quando estiver pronta, a ponte ampliará as relações comerciais entre as duas nações e desafogará o trânsito na Ponte Internacional da Amizade, hoje o principal corredor logístico entre os dois países.

    A previsão é que a segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai fique pronta em 2022 e seja usada especificamente por veículos de carga . A obra também trará mais conforto e segurança para os turistas.

    Na manhã da última terça-feira (1°), o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, e autoridades dos dois países visitaram as obras da ponte, em Foz do Iguaçu (PR).

    Bolsonaro declarou:

    “Temos que operar pelo nosso povo, pelo nosso país e, assim sendo, nossa presença aqui bem demonstra o compromisso de todos nós com a nossa Pátria. Porque fazendo pelo Paraná, faz pelo Brasil, fazendo pelo Paraguai, também faz para Brasil. Que nós queremos vizinhos fortes, vizinhos que possam cada vez mais somar conosco sempre com um grande ideal pela frente, democracia e liberdade.”

    A via de ligação entre o Brasil e o Paraguai é uma obra do governo federal com gestão do governo do estado do Paraná e recursos de Itaipu Binacional.

    O diretor-geral brasileiro da usina de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, declarou:

    “Ela vai vir para, primeiro, desafogar o trânsito entre Brasil e Paraguai. Tem um trânsito pesado hoje que coloca em risco a segurança e essa ponte vem resolver essa questão.”

    O investimento é de aproximadamente R$ 463 milhões, considerando a estrutura, as desapropriações e a criação da perimetral no lado brasileiro, que ligará a ponte à BR-277.

  • 25nov

    CRÍTICA NACIONAL

     

    VIKTOR ORBÁN: GEORGE SOROS É UM CORRUPTO INTERNACIONAL QUE AMEAÇA A HUNGRIA E A POLÔNIA

    O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou durante entrevista semanal à Kossuth Rádió na última sexta-feira (20/11) que o bilionário globalista-esquerdista e antigo colaborador do regime nazista, George Soros, está agora ameaçando a Hungria e a Polônia por conta do posicionamento dos dois países em relação a temas da agenda globalista no âmbito da elaboração do orçamento da União Europeia.

    “George Soros está ameaçando a Hungria e a Polônia. George Soros é uma das pessoas mais corruptas do mundo, ele tem muitos políticos no bolso que agora querem chantagear a Hungria e a Polônia em relação ao acessos aos recursos da União Europeia. Ele é a força corruptora por trás dos burocratas de Bruxelas que chantageiam e ameaçam a Hungria”, disse Viktor Orbán.

    O premier húngaro referia-se ao lobby que George Soros está fazendo para que a União Europeia retire recursos do países membros do bloco liderados pelos conservadores, como forma de pressão para que estes países venham a submeter-se às políticas globalistas da própria União Europeia, especialmente aquelas ligadas à imigração, e que são as mesmas políticas apoiadas por George Soros.

    Durante a entrevista, o premier húngaro lembrou que George Soros publicou este ano um artigo de opinião intitulado A Europa deve enfrentar a Hungria e a Polônia.

    O artigo foi publicado no Project Syndicate, um site amplamente financiado pela Open Society Foundation, em que dá instruções aos burocratas de Bruxelas sobre como contornar os vetos de Orbán e Kaczyński ao orçamento da União Europeia.

    Os governos conservadores e nacionalistas da Hungria e da Polônia estão em confronto com o establishment da União Europeia e seus aliados globalistas após sua recente decisão de vetar o projeto de orçamento de Bruxelas.

    O premier húngaro também explicou por que seu governo optou por vetar o orçamento de sete anos da União Europeia e o fundo destinado à recuperação por conta da pandemia do vírus chinês.

    Segundo Viktor Orbán, a execução deste item orçamentário implicava em aspectos que agrediam a soberania não apenas da Hungria e Polônia, mas de todos os estados membros da União Europeia.

     Informações de MTI, Budapest Times, About Hungary e Bles Mundo.

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