• 17dez


    Hoje estarei participando da Live – Bate Bola, produzida e organizada pelo meu Grande Amigo Edemar Annuseck.

    A transmissão estará disponível via Youtube, Facebook e aqui no Blog.

    Youtube: https://www.youtube.com/user/EAnnuseck

    Facebook: https://www.facebook.com/JotaAgostinho

  • 25nov

    R7

     

    Morre o mito Diego Maradona, maior ídolo do futebol argentino

     

    Eterno camisa 10 da Argentina sofreu uma parada cardiorrespiratória em casa e não resistiu. Ele tinha acabado de completar 60 anos, em 30  de outubro

     

    Maradona conduziu a Argentina ao título mundial de 1986 no México

    Maradona conduziu a Argentina ao título mundial de 1986 no México –Agência Estado 1986

    A Argentina parou. Morreu nesta quarta-feira (25) um dos maiores ídolos da história do país, Diego Armando Maradona, aos 60 anos. O advogado Matías Morla confirmou a perda do amigo e cliente. O ex-jogador teria sofrido uma parada cardiorrespiratória em casa e não resistiu.

    No começo deste mês, o eterno camisa 10 argentino passou por uma cirurgia para retirada de um coagulo no cérebro e ficou internado por dez dias. Durante o preíodo de internação, ele teve crises de abstinência devido ao vício em medicamentos e bebida.

    Craque de futebol que ficou famoso por sua genialidade dentro de campo e sua personalidade expansiva e controvertida fora dele.

    Craque da Copa 1986

    O momento mais importante da carreira de Maradona ocorreu em 1986, quando ele foi determinante para a conquista da Copa do Mundo daquele ano pela Argentina.

    Realizado no México, o Mundial serviu para Maradona chegar a ser comparado a Pelé, tamanha a grandiosidade de sua performance.

    Naquele Mundial, Maradona fez cinco gols. Todos diferenciados. Num deles, conhecido  como “a mão de Deus”, utilizou a malícia para enganar o árbitro tunisiano Ali Bennaceur, dando um leve soco na bola ao disputar pelo alto com o goleiro Peter Shilton, nas quartas contra a Inglaterra.

    No outro, foi genial, marcando um gol antológico após driblar seis adversários, entre eles o mesmo Shilton desde antes do meio de campo.

    Na final, deu um passe preciso para Burruchaga marcar o gol da vitória por 3 a 2 sobre a Alemanha. A atuação de Maradona ganhou nota 10 da revista italiana Guerin Sportivo, na única vez que a publicação deu nota máxima a um jogador.

    Início da carreira

    Nascido em Lanús, em 30 de outubro de 1960, Maradona, desde os nove anos se destacava nas peladas de rua na periferia de Buenos Aires. Jogava também pela equipe “Los Cebolitas”.

    Foi apresentado ao treinador, Francis Cornejo,  das categorias de base do Argentinos Juniors e encantou pelo repertório de seu futebol, com uma canhota habilidosa, controle de bola e chutes precisos, acima da média para a sua idade.

    O treinador teve de convencer os pais de Maradona, Dalma Salvadora Franco, e Diego Maradona, a aceitarem que o menino passasse a treinar no clube.

    Depois que ele começou, sua carreira deslanchou de forma rápida, com multidões se acumulando no pequeno estádio (hoje chamado Diego Armando Maradona) para ver a revelação jogar.

    Maradona tinha outros sete irmãos: Hugo (que também foi jogador), Raúl, Rita, Maria Rosa, Ana Maria e Cláudia.

    No time de coração

    Atuou entre 1976 e 1981 no Argentinos, tendo marcado 149 gols em 166 jogos. Em 1981 foi emprestado ao Boca, que sempre foi seu clube de coração. Naquele ano ganhou seu único título pelo clube, o do Campeonato Metropolitano, terminando como destaque e artilheiro, com 17 gols.

    Àquela altura, já havia sido convocado para a seleção argentina, aos dezessete anos. Mas com 19, defendeu a seleção sub-20 (antes chamada de juniores) e conduziu o time ao título mundial da categoria, na Rússia (então União Soviética), em 1979.

    Uma grande frustração foi não ter sido convocado pelo técnico Cesar Menotti para a Copa do Mundo de 1978.

    Barcelona e Napoli

    Em uma escursão do Boca Juniors pela Europa, passou a despertar interesse em clubes do continente, tendo se transferido em 1982 para o Barcelona, onde teve grandes atuações.

    Mas, por sua personalidade irreverente, permaneceu por menos de dois anos, mesmo tendo conquistado o Espanhol e a Copa do Rei em 1983, além da Supercopa da Espanha em 1984.

    Como se fosse algo predestinado, se transferiu para o Napoli, um clube que nunca havia conquistado títulos nacionais, e fez a equipe se tornar a maior da Itália naquele período.

    Graças às suas atuações, o Napoli ganhou seu primeiro Campeonato Italiano em 1987, repetindo a dose em 1990.

    Pelo Napoli, Maradona ainda foi campeão da Copa da Itália, em 1987; da Copa da Uefa, em 1989 e da Supercopa da Itália, em 1990.

    Polêmicas

    Polêmico, ardoroso defensor de causas da esquerda, ele se desentendeu com dirigentes, como o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, a quem cumprimentou com frieza ao receber a premiação pela segunda colocação da Argentina na Copa de 1990.

    Na ocasião, Maradona estava aos prantos, mostrando toda a devoção que tinha pela camisa de seu país.

    Maradona disputou ainda a Copa de 1994, aos 34 anos e, tendo iniciado bem a competição, com um golaço contra a Grécia, acabou sendo suspenso quando foi flagrado em um teste de doping, que teria detectado efedrina, norefedrina, pseudoefedrina, norpseudoefedrina e metaefedrina – estão presentes em descongestionantes nasais – antes do segundo jogo, contra a Nigéria.

    Ele jurou nunca ter se dopado e garantiu que foi vítima de uma cilada para arranhar sua imagem e impedir o título argentino.
    Maradona permaneceu no Napoli até 1991.

    Sua saída teve também relação com um certo desgaste ocorrido em função dele ter se irritado na Copa do Mundo na Itália, quando a seleção argentina foi vaiada durante o hino.

    Decadência

    Do Napoli, se transferiu para o Sevilla, já em um período de decadência futebolística. Ficou na equipe espanhola de 1992 a 1993, tendo participado de um amistoso contra o São Paulo no Morumbi, no qual previu que Cafu, em início de carreira, iria longe no futebol.

    Depois do Sevilla, voltou para o futebol argentino, tendo atuado no Newell´s Old Boys entre 1993 e 1994 e depois no Boca Juniors, entre 1995 e 1997, ano em que se despediu com um jogo festivo em La Bombonera.

    Maradona treinador

    Maradona, depois, se aventurou na carreira de treinador. Fez um bom trabalho comandando a seleção argentina entre 2008 e 2010, tendo dado apoio nos primeiros anos de Messi, considerado seu sucessor, na seleção.

    Mas deixou o cargo contrariado, após a eliminação na Copa do Mundo de 2010, nas quartas de final, reclamando do tratamento recebido de dirigentes. Trabalhou ainda como técnico do Textil Mandiyú (1994); Racing (1995); Al Wasl (Emirados Árabes, 2011 e 2012);

    Al-Fujairah (Emirados Árabes, 2017 e 2018) e Dorados de Sinaloa, México, em 2018. Atualmente era o treinador do Gimnasia e Esgrima, na Argentina. 

    Vida pessoal

    Maradona ficou casado com Claudia Villafañe, de 1984 a 2003, com quem teve as filhas Dalma e Giannina.

    Após um período de relutância, ele assumiu a paternidade de Diego Junior, filho de um relacionamento dele com a italiana Cristiana Sinagra, ocorrido quando o craque jogava no Napoli.

    Jana  é fruto de sua relação com Valeria Sabalain. Diego Fernando é um dos outros filhos, tido em relacionamento com Veronica Ojeda, que durou oito anos. No fim de 2018, Maradona terminou sua relação com Rocio Oliva, cuja duração foi de cerca de seis anos.

    E em março de 2019, seu advogado Matías Morla, anunciou que Maradona era pai de outros três filhos em Cuba, onde passou períodos em tratamentos contra o vício em drogas.

    Inferno das drogas

    Tal dependência foi algo que assolou a fase final da carreira do jogador.

    O uso de drogas, principalmente cocaína, se iniciou provavelmente durante sua passagem pelo Napoli, quando a idolatria subiu a patamares muito altos e ele teve dificuldades de lidar com sua condição humana.

    A decisão de abandonar definitivamente a carreira ocorreu após novo teste ter detectado uso de cocaína.

    Ele teve de passar por algumas internações e idas ao hospital, muitas delas em função de problemas causados pelo vício.

    Naqueles momentos, o povo argentino se mobilizava para rezar por seu ídolo. Desta vez, não houve sucesso.

    O homem Maradona se foi deste mundo. Mas o mito, ficará para sempre.

  • 03set

    BEM PARANÁ

     

    Petraglia fala sobre criação de universidade e sobre clube-empresa

     

    Petraglia e o diretor executivo da Mwove Education, Tiago Magalhães

    Petraglia e o diretor executivo da Mwove Education, Tiago Magalhães (Foto: Divulgação/Athletico.com.br/Fabio Wosnyak)

     

    O presidente do Conselho Deliberativo do Athletico Paranaense, Mario Celso Petraglia, afirmou nessa segunda-feira (dia 2) que estuda a criação de uma universidade, ao lado do CT do Caju.

    “Nosso clube está em projeto de criação de uma universidade, em parceria com a Universidade do Futebol. Adquirimos aquela área de terreno que nos faltava, estamos em fase de projetos para construirmos uma estrutura física para buscarmos a formação de formadores”.

    “Queremos ampliar o leque, não só o futebol. Queremos que nossa universidade forme professores de professores, no aspecto de performance, que serve para qualquer modalidade esportiva”, declarou o dirigente, em entrevista coletiva.

    Petraglia também falou sobre o projeto de lei que facilita a mudança para clube-empresa no Brasil.

    “Agora estamos aguardando a mudança da lei, que já havíamos aprovado em 2016, para que tenhamos sociedades empresariais. E o Athletico, com essa base e fundamento, eu sempre brinco que nos tornamos a ‘noiva mais elegante e cobiçada do Brasil’ para o resto do mundo”.

    “Com certeza vamos encontrar um “príncipe” para que chegue a ter as condições ideais de sermos os campeões do mundo. Essa é a nossa caminhada”, afirmou.

    A entrevista coletiva dessa segunda-feira foi convocada para tratar do Summit Internacional de Performance, que vai acontecer na Arena da Baixada, de 5 a 8 de dezembro, e terá como público-alvo profissionais de Fitness & Movimento, educadores físicos, personal trainers, fisioterapeutas e áreas relacionadas ao esporte.

    “O Athletico Paranaense e a Mwove Education vão promover o maior evento de qualificação de profissionais do esporte do país”, informou o clube.

    O evento terá workshops, mesas redondas, palestras internacionais, cases de sucesso, entrevistas, arena de treinamento e Expo-Performance.

    Palestrantes da área do treinamento desportivo abordarão assuntos desde as categorias de base até a construção de uma carreira promissora no esporte e alta performance esportiva.

    “Dentro do nosso projeto de inovação, de buscar as melhores parcerias e tecnologias, o Athletico Paranaense tem investido há muitos anos na área de performance.”

    “Está chegando o momento de contribuirmos não apenas internamente, para o Clube, mas de uma forma geral, para o aperfeiçoamento de todo segmento do esporte brasileiro. Vamos trazer o conhecimento e a ciência para o desenvolvimento de atletas de alta performance”, disse Petraglia.

    A previsão é de 1.500 participantes no Summit e 8.000 visitantes na Expo–Performance.

    Mais informações no site simperformance.com.

  • 06ago

    GRUPO CORITIBA IDEAL

     

     

     

  • 08jul

    FOLHA DO BRASIL/YOU TUBE

     

     

    O presidente Jair Bolsonaro e sua comitiva acompanharam neste domingo a final da Copa América entre Brasil e Peru. Entrevista com Bolsonaro, Paulo Guedes, Sérgio Moro, Ernesto Araújo, Augusto Heleno, Flávio Bolsonaro, Hélio Lopes e Jorge Seif. Encontro com Neymar.

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