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  • 14nov

    Ricardo Caldas <[email protected]>

     

    Vice governadora Cida Borghetti participa do 10° Prêmio AMOP de Jornalismo, onde Jacy Miguel Scanagatta foi homenagiado com Titulo de Cidadão honorário de Cascavel - Cascavel/Pr, 2413.11.2015 - Foto Jonas Oliveira/AENPr

    Vice governadora Cida Borghetti participa do 10° Prêmio AMOP de Jornalismo, onde Jacy Miguel Scanagatta foi homenageado com Titulo de Cidadão Honorário de Cascavel – Foto Jonas Oliveira/AENPr

     

    A vice-governadora Cida Borghetti ressaltou na sexta-feira (13) a contribuição do agronegócio e do empreendedorismo do Oeste do Paraná no desenvolvimento do Estado durante cerimônia do 10º Prêmio Amop de Jornalismo, em Cascavel.

    “A região é um grande celeiro para o país e vem se consolidando com uma agroindústria empreendedora e inovadora que gera empregos, renda, e ajuda o Estado a superar a crise com trabalho sério”, afirmou.

    Cida Borghetti explicou as medidas de ajuste fiscal que vem sendo executadas pelo Governo do Estado, desde o fim do ano passado, para reequilibrar as contas e recuperar a capacidade de investimento.

    Segundo ela, com a liderança do governador Beto Richa, o estado se adiantou e iniciou o processo de equilíbrio das contas, “e com isso iremos abrir o ano de 2016 com R$ 6,8 bilhões para investimentos”.

    Para auxiliar no desenvolvimento da região, a vice-governadora anunciou que o município de Maringá emprestará um caminhão de bombeiros para o aeroporto de Cascavel.

    A transferência vai permitir que o aeroporto receba aeronaves maiores, como o Embraer 190, que tem capacidade para mais de 100 passageiros.

    De acordo com o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno, Cascavel já é considerada a 14ª cidade mais importante do Brasil.

    “É importante não perder o rumo do planejamento e da qualidade de vida que desejamos a toda a população”, afirmou.

    HOMENAGEM – O evento foi marcado pela homenagem ao ex-prefeito e empresário de Cascavel, Jacy Scanagatta, que recebeu o título de cidadão honorário.

    Escolhido por unanimidade pelos prefeitos e prefeitas da Amop, Scanagatta é a sexta personalidade a receber a premiação.

    “Esse grande político, empresário e agropecuarista ajudou a construir a potência que é Oeste do Paraná é hoje. Tem o respeito e a gratidão do Estado do Paraná”, disse Cida.

    Como prefeito, Scanagatta construiu importantes obras, como o Estádio Olímpico e a Estação Rodoviária. Nos anos 70 fundou o jornal “O Paraná”.

    Para o prefeito de Santa Tereza do Oeste e presidente da Amop, Amarildo Rigolin, a homenagem é mais do que merecida.

    “Foi uma escolha unânime, os 52 prefeitos da associação votaram a favor do homenageado”.

    PRESENÇAS – No evento também estiveram presentes o senador Álvaro Dias; o presidente da Itaipu, Jorge Samek; o secretário de estado da Comunicação, Paulino Viapiana, além de autoridades e lideranças locais.

    PREMIAÇÃO – O Prêmio Amop de Jornalismo contemplou as categorias: impresso, televisão, rádio e fotografia. O tema deste ano foi o “Oeste em Desenvolvimento”.

    O prêmio de R$ 10 mil foi dividido entre os vencedores, que também levaram os troféus.

    “A região tem na sua trajetória bons profissionais, importantes críticos e textos reconhecidos nacionalmente pela qualidade e comprometimento”, enalteceu a vice-governadora.

    EM FOZ

    Em Foz, vice-governadora participa do encontro de Radiodifusão

    A vice-governadora participou na tarde de sexta-feira (13) do encerramento do 23º Congresso Paranaense de Radiodifusão e Feira Nacional de Equipamentos, em Foz do Iguaçu.

    Cida Borghetti destacou o bom relacionamento do Governo do Paraná com os veículos de comunicação e defendeu o fortalecimento da imprensa regional.

    “Essa regionalização é importante para ampliar a transparência das ações dos órgãos públicos e informar melhor a nossa população” 

    Durante três dias, o evento promovido pela Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp) contou com diversas autoridades, palestras, mesas de discussões e mais de 20 expositores.

    Reconhecido com um dos maiores e mais importantes eventos de radiodifusão, o Congresso teve como finalidade debater os principais temas do segmento no Estado.

    De acordo com o presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp), Márcio Souza Villela, o evento conseguiu discutir uma série de temas relevantes para o setor.

    “É um somatório não somente de contribuição para o fortalecimento, questionamento e reflexão, mas principalmente uma mobilização em torno da valorização da radiodifusão”.

    No Paraná, mais de 400 emissoras realizam a cobertura de notícias estaduais diárias, além de informações do país e do mundo.

  • 04nov

    VEJA.COM

     

     

    Padrão de vida dos brasileiros deve ficar congelado até 2020

     

     

    Recessão econômica, desvalorização do real e crescimento populacional podem levar o PIB per capita a ficar estagnado até o fim da década

     

     

    Brasileiro já pagou R$ 700 bi de impostos em 2010
    Economista calcula que o PIB per capita do Brasil deve cair de 11.612 para 8.490 dólares neste ano(VEJA.com/VEJA)

     

    O padrão de vida dos brasileiros pode ficar congelado até 2020.

    É o que prevê o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV) Armando Castelar em reportagem do jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira.

    Para fazer o cálculo, ele estimou uma queda de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,1% em 2016 e um crescimento em torno de 1% entre 2017 e 2020.

    Deste modo, o economista prevê que a renda per capita ficará estagnada até o fim da década.

    “É uma década perdida em termos de padrão de vida”, avaliou o economista.

    Após recuar 0,7% em 2014, o per capita brasileiro deve cair para 3,5% em 2015, segundo Castelar.

    Além da recessão econômica, a forte desvalorização do real ante o dólar e o crescimento médio da população também devem contribuir para a queda no indicador.

    Dados do Banco Mundial já mostram que o Brasil está muito atrás de outros países em relação ao indicador.

    Em 2014, o per capita brasileiro era de 11.612 dólares, praticamente metade do per capita grego, de 21.612 dólares.

    O PIB per capita americano, de 54.629 dólares, por exemplo, é quase cinco vezes maior do que o brasileiro.

    Segundo o sócio diretor da ACLacerda Consultores e professor da PUC-RS, Antônio Correa de Lacerda, o produto per capita deste ano deve cair para 8.490 dólares, o que representa um retorno para o nível próximo de 2009.

    Para 2018, ele prevê a cifra em torno de 7.900 dólares.

    Para o professor de economia da Universidade de Brasília (UnB) Jorge Arbache, o per capita em trajetória de queda acaba afastando investimentos externos e a vinda de multinacionais para o país.

    “Não importa estar menos mal em relação à Venezuela, mas sim em relação à Índia e à Venezuela. Em comparação com o grupo que importa, estamos perdendo espaço”, afirmou.

    O PIB per capita é um dos indicadores utilizados para medir internacionalmente o padrão de renda de cada país, uma vez que é usado no cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), junto com a escolaridade e a expectativa de vida.

  • 23out

    <[email protected]>

    Governadora em exercício Cida Borghetti, participa da inauguração da Unidade Industrial de Carnes, da marca Alegra Foods. Foto: Pedro Ribas/ANPr

    Governadora em exercício Cida Borghetti, participa da inauguração da Unidade Industrial de Carnes, da marca Alegra Foods. Foto: Pedro Ribas/ANPr

    A governadora em exercício Cida Borghetti participou nesta quinta-feira (22) da inauguração da unidade industrial de carnes pertencente às cooperativas Castrolanda, Frísia e Capal, dos Campos Gerais.

    A nova planta fica no município de Castro, recebeu investimentos de R$ 250 milhões e é considerada a mais moderna da América Latina no setor.

    O empreendimento tem o apoio do Governo do Estado, por meio do programa de incentivos Paraná Competitivo, e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que financiou aproximadamente R$ 90 milhões.

    Em operação desde o início do ano, a unidade já criou 750 empregos e chegará a mil postos de trabalho no ano que vem.

    O empreendimento envolve 125 produtores de suínos cooperados e a previsão é de que os investimentos no campo (de suinocultores e cooperativas) atinja R$ 250 milhões até 2019.

    Cida Borghetti disse que o apoio do Estado a empreendimentos como esse responde ao compromisso do governo de Beto Richa para com a população e com o desenvolvimento do Paraná.

    “É a resposta positiva do Paraná a toda essa situação de crise que o Brasil vive hoje. O Paraná vem enfrentando a crise com trabalho, investimento e melhoria da infraestrutura”, afirmou Cida Borghetti.

    O superintendente da unidade industrial, Ivonei Durigon, ressaltou que, além dos empregados na indústria e os suinocultores diretamente beneficiados, o negócio envolve, também, mais de 2.500 famílias de cooperados que são produtores de grãos.

    “Essa produção é transformada em proteína animal e, portanto, tembém se reflete na indústria. Por tudo isso, o impacto do empreendimento na região é bastante expressivo”, afirmou.

    MERCADO MUNDIAL – Localizado em uma área de 45 mil metros quadrados, o frigorífico produz carcaças, cortes e embutidos de suínos, como presunto, bacon, salame, defumados e linguiça, temperados/marinados com a nova marca Alegra Foods, desenvolvida em parceria pelas três cooperativas.

    A unidade já funciona próximo da sua capacidade máxima, com o abate de 2,5 mil suínos por dia. O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressaltou a participação das cooperativas na economia paranaense.

    “Essa nova unidade industrial, fruto de três cooperativas, vai promover o crescimento na produção de suinos na região e transforma-la em produto de alto valor agregado e ampliar a presença paranaense em muitos mercados no mundo”, disse ele.

    “O objetivo do Governo do Estado ao apoiar emprendimentos como esse e, justamente, ampliar a produção, criar empregos na indústria e ampliar a presença do Estado no mercado mundial. Nada mais inteliegente que apoiar isso”, afirmou Ortigara.

    Para o diretor do BRDE, Orlando Pessuti, a participação do banco no projeto está em sintonia com a política do governo Beto Richa de apoiar a expansão do emprego e renda, em todo o estado.

    “O banco participa deste processo. Só neste ano, chega a R$ 1,5 bilhão em financiamento para o agronegocio, indústria, comércio e prestadores de serviços”, afirmou Pessuti.

    O prefeito (em exercício) de Castro, Marcos Bertolini, também ressaltou o impacto do empreendimento na economia de Castro e região.

    “Essa indústria consolida um ciclo de investimentos em Castro e região. “Isso faz com que haja mais desenvolvimento e, também, a garantia de um futuro melhor”, afirmou.

    EXPANSÃO – A segunda fase do projeto, prevista para ser colocada em prática até 2019, vai elevar a capacidade de abate para 4,6 mil animais por dia. Com isso, os investimentos na indústria e no campo deverão superar a casa de R$ 500 milhões.

    A previsão é começar a vender, a partir de 2016, a marca Alegra também em outros Estados, com foco no Centro-Oeste e Nordeste.

    A unidade de Castro também produz para a paulista Ceratti e a curitibana Madero. A unidade já destina entre 25% e 30% do volume produzido para exportações.

    São cerca de 800 toneladas por mês para 15 países, como Cabo Verde, Haiti, Dubai, Geórgia, Angola, Bahamas, e Uruguai, dentre outros.

    CONTORNO DE CASTRO – No evento, a governadora em exercício e o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, destacaram o projeto do Contorno Norte de Castro, que prevê a construção de 19 quilômetros, com investimento de cerca de R$ 90 milhões.

    Na quarta-feira (21), José Richa Filho autorizou a licitação da primeira etapa da obra – de 2,6 quilômetros, com investimentos de R$ 12,5 milhões, que será feito com recursos do governo estadual.

    O trecho fica na parte urbana de Castro.

  • 21out

    VEJA.COM

     

    Bolsa Família vira alvo do relator do orçamento 2016

     

     

    Deputado Ricardo Barros (PP-PR) quer cortes de até 10 bilhões de reais no programa para compensar a possível reprovação da CPMF no Congresso; ministra do Desenvolvimento Social rebate: ‘não está sobrando dinheiro’

     

     

     

    O Bolsa Família
    O Bolsa Família(Alina Souza/Especial Palácio Piratini/Fotos Públicas)

     

    Criado em 2003 pelo governo Lula a partir da junção de uma série de programas sociais, o Bolsa Família entrou na mira do deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator-geral do Orçamento de 2016.

    Na manhã desta terça-feira, em reunião no Planalto, Barros avisou ao ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, que poderá cortar até 10 bilhões de reais dos 28,8 bilhões previstos no programa.

    O deputado disse ao jornal O Estado de S. Paulo, Barros que não terá “dó” de cortar recursos do programa para compensar a frustração da arrecadação da nova CMPF – que, ao que tudo indica, tem poucas chances de ser aprovada pelo Congresso.

    Fraudes no programa permitiriam o corte, segundo o parlamentar.

    Com a ameaça de corte em uma das vitrines da gestão do PT, Barros pressiona a equipe econômica para tomar uma decisão rápida em relação a medidas de aumento de impostos.

    Ele já avisou que não pretende incluir a nova CPMF e tem defendido enfaticamente o aumento da Cide do combustível, que não precisa de aprovação no Congresso.

    Com o Bolsa Família sob pressão de cortes, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, defendeu os 28,8 bilhões de reais previstos no Orçamento de 2016 para o programa de transferência de renda, cuja medida provisória original completa 12 anos nesta terça-feira.

    Qualquer corte no programa, segundo ela, terá impacto no aumento da extrema pobreza. Segundo ela, nos últimos anos, o Bolsa Família contribuiu para retirar 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza, sendo 8 milhões de crianças.

    A ministra afirma que o “debate político” está contaminado as políticas públicas.

    “Não está sobrando dinheiro. Os valores presentes no Orçamento do ano que vem são muito exatos. Fizemos a conta na ponta do lápis. Não fizemos uma conta aproximada”, afirmou a ministra.

    Segundo ela, fiscalizações de órgãos de controle apontam que as fraudes no programa não ultrapassam 1% das 14 milhões de famílias que ganham o benefício.

    De acordo com a ministra, há um cruzamento de dados que comprovam a condição vulnerável das pessoas que recebem o Bolsa Família.

    São checadas informações sobre trabalho, renda e até a possibilidade de o beneficiário ter morrido, afirma.

    “Pouco se discute o Bolsa Família, principalmente no Sul e no Sudeste, a não ser com base em preconceitos”, diz.

    A ministra desafiou as pessoas que afirmam conhecer “vizinho” ou “alguém” que receba o benefício sem necessidade a denunciá-lo

  • 15out

    VEJA.COM

     

    Sem CPMF, seguro-desemprego e abono salarial estão em risco, diz Levy

     

    Na Câmara dos Deputados, ministro da Fazenda afirmou que a perda do grau de investimento ameaça estabilidade do emprego no país

     

     

    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy anuncia cortes no Orçamento durante coletiva - 14/09/2015
    “Não ter grau de investimento é botar emprego em risco e ninguém quer isso”, disse Levy(Evaristo Sá/AFP)

     

    O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez nesta quarta-feira um alerta sobre os impactos que um novo rebaixamento da nota de crédito do país pode ter sobre o mercado de trabalho.

    “Não ter grau de investimento é botar emprego em risco, e ninguém quer isso”, afirmou Levy, durante Comissão Geral da Câmara dos Deputados.

    O ministro disse também que, se o Congresso não aprovar a recriação da CPMF, haverá “um certo risco” para alguns “programas importantes”, como o seguro-desemprego.

    “A CPMF permite que o seguro-desemprego esteja protegido, como também o abono salarial. Como vamos pagar, se não houver receitas?”, indagou.

    A aprovação da CPMF é um dos pontos centrais do plano do governo para economizar 34,4 bilhões de reais (0,7% do PIB).

    Mesmo com a recriação do tributo, o ministro disse que a meta de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – é pequena diante da necessidade de reequilibrar as contas públicas.

    Entre as reformas que o país precisa promover, ele ressaltou a da Previdência Social, e disse que a CPMF é compatível com essa discussão por ser provisória.

    “Neste momento em que a atividade desacelerou e as receitas caíram, você garante o equilíbrio da Previdência com uma medida provisória”, justificou.

    Levy disse que outras alternativas podem ser menos eficientes. “Se aumentar imposto da produção, será que é melhor do que o da atividade financeira?”, questionou.

    O ministro ainda respondeu às críticas de que está muito focado na questão fiscal e disse que esse é o primeiro passo para que a equipe econômica tome ações estruturais.

    “O Orçamento de 2016 é fundamental para a economia voltar ao seu curso, para a volta da criação de emprego”, completou.

    O ministro da Fazenda reiterou que o combate a abusos não significa a retirada de direitos dos trabalhadores.

    “Estamos comprometidos com a eficiência nos gastos para trazer economia. É um trabalho difícil de gestão. Sem prejudicar o direito do trabalhador, podemos melhorar o gasto previdenciário, evitando abusos e despesas excessivas”, afirmou.

    Durante a audiência, vários deputados pediram que o governo diminua o impacto do ajuste fiscal sobre a população e aumente a tributação sobre o setor financeiro.

    Levy afirmou que o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das instituições financeiras para 20% indica que o governo está atendendo a esses apelos.

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