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  • 19out

    RENOVA MÍDIA

     

    Mercado ignorou denúncia da Folha contra Bolsonaro

     

    De olhos colados no noticiário político, o mercado financeiro não poderia deixar de lado a denúncia da Folha contra a campanha de Jair Bolsonaro (PSL)

     

    Mercado ignorou denúncia da Folha contra Bolsonaro

     

    Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, empresários custearam campanhas milionárias no WhatsApp para promover a candidatura de Jair Bolsonaro e atacar o Partido dos Trabalhadores (PT).

    Apesar de todo rebuliço que o partido de Fernando Haddad está fazendo, analistas do mercado financeiro afirmam que a denúncia pouco influenciou as decisões dos investidores.

    Nesta quinta-feira (18) bolsa e real se desvalorizaram. Porém, a explicação está no exterior. O mercado financeiro está mais pessimista com o indicativo do Fed, o banco central dos Estados Unidos, de que continuará a elevar a taxa básica de juros americana.

    André Perfeito, economista-chefe da corretora Spinelli, afirma que o mercado está confiante com a consolidação de Bolsonaro como favorito para ao segundo turno e minimiza efeito da reportagem da Folha.

    Ele afirmou:

    O mercado não acredita que as eleições possam ser impugnadas devido a essa notícia. Apesar de não sabermos como o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] vá se comportar em relação a isso, é necessário alguma coisa mais forte para desatrelar a bolsa do mercado internacional.

  • 08out

    RENOVA MÍDIA

     

    Dólar cai para R$ 3,73 após bom resultado de Bolsonaro no 1º turno

     

    O otimismo toma conta do mercado financeiro na manhã desta segunda-feira (8) após o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, atingir 46% dos votos no primeiro turno.

     

    Dólar cai para R$ 3 e 73 após bom resultado de Bolsonaro no 1º turno

     

    O dólar caiu 3,29%, cotado a R$ 3,73, às 10h03.

    O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) estava em leve alta de 0,03%, aos 82.346 pontos.

    Os investidores se animaram com o resultado do pleito, que mostrou que Jair Bolsonaro (PSL) ainda mais forte na primeira etapa.

    Além disso, a onda conservadora que atingiu o Congresso Nacional dá mais condições que ele tenha governabilidade.

    Com isso, o mercado espera que ele consiga aprovar as reformas prometidas, se eleito.

    Até então nanico na Câmara, o PSL elegeu 51 deputados.

    bancada do partidosó ficará atrás do PT, que terá 57 parlamentares.

    Segundo análise de especialistas, as ações de estatais devem ter bom desempenho nos próximos dias .

    Além disso, os juros futuros já estão em patamares menores.

  • 22set

    ISTOÉ

     

    Entre radicais, mercado opta por Bolsonaro

     

    Entre radicais, mercado opta por Bolsonaro

    Jair Bolsonaro – AFP/Arquivos

     

    A cada pesquisa eleitoral que é divulgada, aponta-se mais para um embate de extremos no segundo turno. De um lado, a direita de Jair Bolsonaro (PSL).

    De outro, a esquerda petista de Fernando Haddad.

    E o mercado dá sinais claros de que, se a disputa é essa, seu lado será o da direita.

    Essa preferência é notada nos números do dólar e da Bolsa.

    Pesquisas mostrando a subida de Bolsonaro nas intenções de voto têm tido o pendão de fazer a Bolsa subir e o dólar cair.

    Embora isso não queira dizer que o candidato do PSL represente o sonho do mercado financeiro, que sempre preferiu alguém mais de centro – como Geraldo Alckmin (PSDB).

    Mas o inimaginável, para esse setor, seria a volta da gestão petista.

    “No cenário que temos hoje, é impossível cravar qualquer resultado, mas os preços refletem as probabilidades”, diz Luiz Fernando Figueiredo, sócio da Mauá Capital e ex-diretor de Política Monetária do Banco Central.

    “E é sempre importante lembrar que não estamos falando de uma situação de tranquilidade na economia para o próximo presidente.”

    A grande questão, diz, é que, de um lado, há um candidato, do PT, que não está dizendo claramente que é preciso resolver a questão fiscal, de um partido que não assume que o País tem um grave problema.

    “De outro, os economistas de todos os outros candidatos admitem que há um problema. O mercado considera que um governo petista seria pior.”

    Figueiredo avalia que os economistas ligados ao PT têm dificuldade em reconhecer que o País tem um problema.

    “Não é uma questão de apoiar uma proposta liberal. Depois, a gente pode e deve discutir as outras propostas dos candidatos, mas o principal agora é manter o País respirando.”

    Para a economista-chefe da Rosenberg, Thais Zara, dadas as grandes diferenças entre os dois programas de governo – o de Bolsonaro com um tom mais liberal, falando em reformas e ajuste fiscal, e o do PT, que não toca em questões estruturais, como a reforma da Previdência -, o mercado acaba se sentindo mais próximo de Bolsonaro.

    “As sinalizações antidemocráticas de Bolsonaro pesam menos que a agenda econômica.”

    Gestão

    “O mercado vê com bons olhos o encaminhamento de reformas que um eventual governo Bolsonaro sugere e, principalmente, quer se afastar da forma de gestão dos governos do PT”, diz André Perfeito, economista-chefe da Spinelli.

    Mas ele afirma, no entanto, que a agenda proposta por Paulo Guedes – que prevê, por exemplo, privatizações em massa – seria difícil de ser executada.

    “A proposta de privatizações massivas é de difícil execução. Em alguns setores, como o elétrico, é até viável. Mas nada no nível proposto por Guedes.”

    O economista de Bolsonaro calcula em cerca de R$ 1 trilhão os ativos a serem privatizados.

    Um dos temores é que o passado de posições intervencionistas do deputado Bolsonaro se choque com a agenda de Guedes.

    “Ainda assim, mesmo parecendo que ele teria um mandato conturbado, o mercado deixa para discutir o dia seguinte à eleição depois”, diz Perfeito.

    Apesar de o ex-prefeito de São Paulo ser tido como um candidato mais palatável do que Lula, como a candidatura Haddad tem feito um vínculo direto com o ex-presidente, a vitória petista em um primeiro momento é considerada mais preocupante que a da direita.

    “Em um primeiro momento, o mercado comemoraria a vitória de Bolsonaro, pela agenda liberal. Ao longo do governo, porém, poderia haver uma ressaca dessa empolgação”.

    “As dificuldades para implementar essa agenda apareceriam e o mercado ficaria novamente estressado”, avalia a economista da Tendências Alessandra Ribeiro.

    Ela diz acreditar que o investidor não embarca tomado de otimismo na candidatura Bolsonaro, mas tenta medir qual opção é a “menos pior”.

    Com Haddad no Planalto, diz Alessandra, o movimento seria inverso: o mercado reagiria mal no primeiro momento, mas poderia afastar parte dos temores, caso o PT implementasse uma política mais pragmática, com algum tipo de reforma da Previdência e um ajuste fiscal.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  • 14nov

    Ricardo Caldas <[email protected]>

     

    Vice governadora Cida Borghetti participa do 10° Prêmio AMOP de Jornalismo, onde Jacy Miguel Scanagatta foi homenagiado com Titulo de Cidadão honorário de Cascavel - Cascavel/Pr, 2413.11.2015 - Foto Jonas Oliveira/AENPr

    Vice governadora Cida Borghetti participa do 10° Prêmio AMOP de Jornalismo, onde Jacy Miguel Scanagatta foi homenageado com Titulo de Cidadão Honorário de Cascavel – Foto Jonas Oliveira/AENPr

     

    A vice-governadora Cida Borghetti ressaltou na sexta-feira (13) a contribuição do agronegócio e do empreendedorismo do Oeste do Paraná no desenvolvimento do Estado durante cerimônia do 10º Prêmio Amop de Jornalismo, em Cascavel.

    “A região é um grande celeiro para o país e vem se consolidando com uma agroindústria empreendedora e inovadora que gera empregos, renda, e ajuda o Estado a superar a crise com trabalho sério”, afirmou.

    Cida Borghetti explicou as medidas de ajuste fiscal que vem sendo executadas pelo Governo do Estado, desde o fim do ano passado, para reequilibrar as contas e recuperar a capacidade de investimento.

    Segundo ela, com a liderança do governador Beto Richa, o estado se adiantou e iniciou o processo de equilíbrio das contas, “e com isso iremos abrir o ano de 2016 com R$ 6,8 bilhões para investimentos”.

    Para auxiliar no desenvolvimento da região, a vice-governadora anunciou que o município de Maringá emprestará um caminhão de bombeiros para o aeroporto de Cascavel.

    A transferência vai permitir que o aeroporto receba aeronaves maiores, como o Embraer 190, que tem capacidade para mais de 100 passageiros.

    De acordo com o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno, Cascavel já é considerada a 14ª cidade mais importante do Brasil.

    “É importante não perder o rumo do planejamento e da qualidade de vida que desejamos a toda a população”, afirmou.

    HOMENAGEM – O evento foi marcado pela homenagem ao ex-prefeito e empresário de Cascavel, Jacy Scanagatta, que recebeu o título de cidadão honorário.

    Escolhido por unanimidade pelos prefeitos e prefeitas da Amop, Scanagatta é a sexta personalidade a receber a premiação.

    “Esse grande político, empresário e agropecuarista ajudou a construir a potência que é Oeste do Paraná é hoje. Tem o respeito e a gratidão do Estado do Paraná”, disse Cida.

    Como prefeito, Scanagatta construiu importantes obras, como o Estádio Olímpico e a Estação Rodoviária. Nos anos 70 fundou o jornal “O Paraná”.

    Para o prefeito de Santa Tereza do Oeste e presidente da Amop, Amarildo Rigolin, a homenagem é mais do que merecida.

    “Foi uma escolha unânime, os 52 prefeitos da associação votaram a favor do homenageado”.

    PRESENÇAS – No evento também estiveram presentes o senador Álvaro Dias; o presidente da Itaipu, Jorge Samek; o secretário de estado da Comunicação, Paulino Viapiana, além de autoridades e lideranças locais.

    PREMIAÇÃO – O Prêmio Amop de Jornalismo contemplou as categorias: impresso, televisão, rádio e fotografia. O tema deste ano foi o “Oeste em Desenvolvimento”.

    O prêmio de R$ 10 mil foi dividido entre os vencedores, que também levaram os troféus.

    “A região tem na sua trajetória bons profissionais, importantes críticos e textos reconhecidos nacionalmente pela qualidade e comprometimento”, enalteceu a vice-governadora.

    EM FOZ

    Em Foz, vice-governadora participa do encontro de Radiodifusão

    A vice-governadora participou na tarde de sexta-feira (13) do encerramento do 23º Congresso Paranaense de Radiodifusão e Feira Nacional de Equipamentos, em Foz do Iguaçu.

    Cida Borghetti destacou o bom relacionamento do Governo do Paraná com os veículos de comunicação e defendeu o fortalecimento da imprensa regional.

    “Essa regionalização é importante para ampliar a transparência das ações dos órgãos públicos e informar melhor a nossa população” 

    Durante três dias, o evento promovido pela Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp) contou com diversas autoridades, palestras, mesas de discussões e mais de 20 expositores.

    Reconhecido com um dos maiores e mais importantes eventos de radiodifusão, o Congresso teve como finalidade debater os principais temas do segmento no Estado.

    De acordo com o presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp), Márcio Souza Villela, o evento conseguiu discutir uma série de temas relevantes para o setor.

    “É um somatório não somente de contribuição para o fortalecimento, questionamento e reflexão, mas principalmente uma mobilização em torno da valorização da radiodifusão”.

    No Paraná, mais de 400 emissoras realizam a cobertura de notícias estaduais diárias, além de informações do país e do mundo.

  • 04nov

    VEJA.COM

     

     

    Padrão de vida dos brasileiros deve ficar congelado até 2020

     

     

    Recessão econômica, desvalorização do real e crescimento populacional podem levar o PIB per capita a ficar estagnado até o fim da década

     

     

    Brasileiro já pagou R$ 700 bi de impostos em 2010
    Economista calcula que o PIB per capita do Brasil deve cair de 11.612 para 8.490 dólares neste ano(VEJA.com/VEJA)

     

    O padrão de vida dos brasileiros pode ficar congelado até 2020.

    É o que prevê o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV) Armando Castelar em reportagem do jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira.

    Para fazer o cálculo, ele estimou uma queda de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,1% em 2016 e um crescimento em torno de 1% entre 2017 e 2020.

    Deste modo, o economista prevê que a renda per capita ficará estagnada até o fim da década.

    “É uma década perdida em termos de padrão de vida”, avaliou o economista.

    Após recuar 0,7% em 2014, o per capita brasileiro deve cair para 3,5% em 2015, segundo Castelar.

    Além da recessão econômica, a forte desvalorização do real ante o dólar e o crescimento médio da população também devem contribuir para a queda no indicador.

    Dados do Banco Mundial já mostram que o Brasil está muito atrás de outros países em relação ao indicador.

    Em 2014, o per capita brasileiro era de 11.612 dólares, praticamente metade do per capita grego, de 21.612 dólares.

    O PIB per capita americano, de 54.629 dólares, por exemplo, é quase cinco vezes maior do que o brasileiro.

    Segundo o sócio diretor da ACLacerda Consultores e professor da PUC-RS, Antônio Correa de Lacerda, o produto per capita deste ano deve cair para 8.490 dólares, o que representa um retorno para o nível próximo de 2009.

    Para 2018, ele prevê a cifra em torno de 7.900 dólares.

    Para o professor de economia da Universidade de Brasília (UnB) Jorge Arbache, o per capita em trajetória de queda acaba afastando investimentos externos e a vinda de multinacionais para o país.

    “Não importa estar menos mal em relação à Venezuela, mas sim em relação à Índia e à Venezuela. Em comparação com o grupo que importa, estamos perdendo espaço”, afirmou.

    O PIB per capita é um dos indicadores utilizados para medir internacionalmente o padrão de renda de cada país, uma vez que é usado no cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), junto com a escolaridade e a expectativa de vida.

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