• 10jul

    JAMIL CHADE/UOL

     

    Governo Bolsonaro denuncia na ONU perseguição contra cristãos

     

    Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, se reúne nesta semana para tratar de crimes e violações

     

    O governo de Jair Bolsonaro denunciou na ONU a perseguição que sofrem cristãos em locais onde são minoria.

    Num discurso, o secretário Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Sérgio Queiroz alertou para a necessidade de se garantir liberdade religiosa como forma de combater o ódio e intolerância.

    O discurso foi realizado em um evento organizado pelo governo da Polônia, considerado na Europa como ultra-conservador e que tem a defesa do cristianismo como uma de suas bandeiras.

    Para Bruxelas, essa defesa tem sido interpretada como uma forma de justificar a rejeição a políticas de imigração mais abertas.

    O evento ainda contava com a participação do governo do Iraque e de uma ong que tem como bandeira o combate à ideologia do gênero e que defende o ensino em casa, a ADF International.

    Nas redes sociais, ele escreveu que foi “politicamente incorreto”.

    “Fiz questão de enfatizar uma inconveniente verdade de que, embora diversas religiões sofram em países onde são minoria, os Cristãos são o grupo mais perseguido no mundo, de acordo com recentes relatórios, especialmente em países onde o Cristianismo é proibido. Essa realidade tem que mudar”, escreveu.

    No discurso, o secretário considerado como um dos principais aliados da ministra de Direitos Humanos Damares Alves ainda lembrou que leu um artigo do jornal britânico The Guardian em que se revela que os cristãos são os mais perseguidos nos últimos anos.

    Na ONU, tem chamado a atenção a recente postura do governo brasileiro ao incorporar em sua política externa posições com base religiosa, nem sempre considerando a multiplicidade de crenças no Brasil.

    Queiroz, pastor evangélico, fez uma defesa da liberdade de religião, ainda que não tenha citado em nenhum momento religiões de matriz africanas no Brasil.

    Ainda assim, apontou como a sociedade seria “um mosaico” e que a discriminação é fonte de violência.

    Ele lembrou que 87% dos cidadãos brasileiros se declaram cristãos e que devem levar em conta “a dor e perseguição” que outros cristãos sofreram “no passado e hoje pelo mundo”.

    “Portanto, é importante defender o direito de minorias religiosas”, disse.

    Queiroz ainda defendeu que a “experiência brasileira” na defesa de minorias “inspire” locais onde minorias cristãs não podem ter o direito.

    Ele lembra que existem países em que leis que “restringem” a construção de igrejas e onde a fé não pode ser praticada em público.

    Ele também lembrou como minorias cristãs estão sendo alvo de prisões e de violência.

    “Precisamos ser vocais em denunciar discriminação contra minorias”, defendeu, insistindo que ele se referia a todos os grupos.

  • 27jun

    RENOVA MÍDIA

     

    Mourão defende novos decretos das armas editados por Bolsonaro

     

    O general da reserva afirmou que Bolsonaro foi eleito com uma agenda de apoio à posse de armas

     

    Mourão defende novos decretos das armas editados por Bolsonaro

     

    O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou, nesta quarta-feira (26), que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com a pauta de apoiar a posse de armas de fogo “dentro dos limites do Estatuto do Desarmamento”.

    Mourão, que está no exercício da Presidência da República em razão da viagem de Bolsonaro ao Japão, afirmou ainda que os novos decretos editados sobre o tema é apoiado por “parte dos apoiadores” do chefe do Executivo.

    Questionado sobre o assunto por jornalistas, segundo o jornal Estado de Minas, Mourão respondeu:

    “Então houve uma mudança, o Onyx e o Jorge foram ontem [terça-feira] ao Congresso, vai haver um projeto de lei, então, mas dentro daquilo que é o programa que o presidente colocou e que parte dos apoiadores dele concorda.”

    Mourão fez uma referência ao projeto de lei encaminhado ao Congresso que altera a legislação sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munições, sobre o sistema nacional de armas e definições de crimes.

    “O nosso governo foi eleito dentro dessa pauta, do apoio à posse de armas, dentro dos limites do estatuto do desarmamento. O presidente mandou o decreto, o Congresso não concordou com o que estava ali, houve também ações dentro do STF julgando que havia inconstitucionalidade, então, houve uma mudança.”

  • 07mar

    ACIDIGITAL

     

    Triunfo pró-vida: Pai conquista na justiça uruguaia proibição do aborto de seu filho

     

    Foto referencial / Crédito: Flickr Andrés Nieto Porras

     

    Em um ato sem precedentes no Uruguai, uma juíza ordenou a proibição de um aborto ao qual uma mulher ia se submeter, depois de que o pai da criança apresentou um recurso de amparo para proteger a vida de seu filho em gestação.

    Além do recurso de amparo, o representante do demandante, advogado Federico Arregui, interpôs um recurso de inconstitucionalidade da lei que permite o aborto em determinadas causas e que foi remetido à Suprema Corte de Justiça.

    O fato ocorreu na cidade de Mercedes, a cerca de 280 quilômetros de Montevidéu, no Uruguai, onde o aborto está despenalizado até as 12 semanas de gravidez.

    Segundo explicou Arregui ao jornal ‘El País’, o demandante manteve uma relação amorosa com a demandada. Agora já não estão juntos.

    No dia 25 de janeiro, a mulher lhe disse que estava levando a cabo os trâmites para se submeter a um aborto e ele tentou fazê-la desistir.

    Entretanto, segundo o advogado, “foi infrutuoso, em cujo mérito decidiu ativar os mecanismos legais destinados à proteção da vida do filho em comum”.

    Arregui afirmou que o demandante “está plenamente disposto a se responsabilizar por seu filho, o que já faz desde a concepção, independentemente se a mãe esteja disposta a exercer seu papel como tal”.

    Em sua sentença, a juíza a cargo do caso, Dra. Pura Concepción Book, assinalou que a demandada argumentou que “tem um rechaço natural à gravidez”.

    “Eu não tenho vontade de estar grávida nem suportar que me obriguem, conhecendo meus direitos que a lei me outorga, pude aceder ao direito de iniciar o trâmite e fazê-lo”, sustentou a mulher.

    “Além da questão natural de que não tenho vontade, tudo o que de âmbito social, econômico, profissional, psicológico, tudo isso me leva a ratificar a ideia de não ter a criança”, acrescentou.

    Depois de escutar os argumentos a favor e contra, a juíza determinou que a mulher não cumpriu com todos os requisitos que a lei estabelece, especificamente o artigo 3 que indica que deve informar ao médico as circunstâncias que lhe impediriam de continuar com a gravidez.

    Por esta razão, em 21 de fevereiro, a magistrada ordenou a suspensão do procedimento de “interrupção da gravidez” (aborto) que, a mulher que está na décima semana de gestação, ia realizar.

    A decisão da juíza Book foi altamente questionada pelos grupos abortistas do Uruguai, mas respaldada em unanimidade pela Associação de Magistrados e o Colégio de Advogados, que recordou vários princípios da Carta das Nações Unidas sobre a independência judicial.

    “Não se efetuarão intromissões indevidas ou injustificadas no processo, nem se submeterão à revisão as decisões dos tribunais”, afirma o comunicado da Associação.

    Do mesmo modo, acrescentam que “toda acusação ou queixa formulada contra um juiz por sua atuação será tramitada segundo o procedimento pertinente” e “não cumprir uma decisão judicial firme por parte do Poder Executivo colide contra os princípios de tutela judicial, igualdade e segurança que estabelecem nosso Estado de Direito”.

    A decisão também foi aplaudida pelos líderes pró-vida, como o deputado Carlos Lafigliola, que disse a ‘El País’ que se trata de “uma surpresa muito grata”, já que pela primeira vez se põe o pai como sujeito de direito ante a criança em gestação.

    “É a primeira decisão neste tema que nos dá razão e, por isso, é um grande impulso para fortalecer o trabalho. É uma decisão histórica. Uma decisão que nos enche de esperança”, sublinhou.

  • 19fev

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Muçulmanos protestaram contra igualdade de gênero e homossexualismo em Birmingham, Inglaterra

     

    Alguns manifestantes muçulmanos disseram preferir deixar o Reino Unido do que permitir que seus filhos continuem frequentando a escola.

     

    Foto: Caters News Agency

     

     

    Mais de 300 pais muçulmanos acompanhados dos filhos reuniram-se em frente ao Parkfield Community School, Birmingham, Inglaterra, em protesto contra lições sobre igualdade, incluindo questões de homossexualidade e gênero.

    Mas nem só de jogar gays de prédios altos vivem os muçulmanos… e nesse determinado protesto chegaram a dizer que preferem deixar o Reino Unido do que permitir que seus filhos frequentem uma escola que ensine tal tipo de igualdade. Ingratidão? 

    Além das diferenças de gênero, a escola trata de diferenças raciais, religiosas, e até diferenças de faixa etária e deficiências físicas. 

    Os alunos foram mantidos fora das aulas durante a primeira hora do dia. Alguns se juntaram aos cânticos e seguraram cartazes dizendo: “Educação, não doutrinação”.

    Uma criança carregava um cartaz que dizia: “Deixe as crianças serem crianças”.

    É interessante notar que, — salvas as infinitas diferenças — os dizeres dos cartazes assemelham-se aos protestos de conservadores contra a chamada doutrinação progressista.

    E é mais interessante notar que os progressistas estão sempre do lado dos muçulmanos, que os detestam, e em não poucos casos, que os matam. Quem são os verdadeiros intolerantes?

  • 05fev

    RBS/TV

     

    Homem é morto a tiros ao invadir casa em São Leopoldo

     

    Suspeito morto foi identificado como Vinicius Vieira de Brito, de 23 anos. Ele tinha antecedentes criminais. Outros quatro homens conseguiram fugir

     

    Morador disparou contra um dos suspeitos, que morreu no local — Foto: Brigada Militar/divulgação

    Morador disparou contra um dos suspeitos, que morreu no local — Foto: Brigada Militar/divulgação

     

    Um homem foi morto a tiros, na noite de domingo (3), ao invadir uma casa, em uma tentativa de roubo, no bairro Scharlau, em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

    Segundo a Brigada Militar, cinco homens armados entraram na residência, quando o morador disparou.

    O suspeito morto foi identificado como Vinicius Vieira de Brito, de 23 anos.

    Ele tinha antecedentes por abigeato(furto de rebanho), ameaça, estupro, lesão corporal, roubo a residência e de veículos.

    Os outros quatro conseguiram fugir.

    O morador que atirou não possuía posse de arma.

    Ele foi encaminhado à delegacia, pagou a fiança e foi liberado.

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