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  • 11mar

    TERÇA LIVRE

     

    Jornalista do Estadão: a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo

     

     

    O jornalista francês Jawad Rhalib fez uma grave denúncia sobre o caso envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro (PSL) e seu assessor Fabrício Queiroz, em seu blog Mediapart.

    No artigo, Rhalib revela áudios de uma conversa com a jornalista do Estadão Constança Rezende.

    Segundo o francês, a jornalista, que foi a primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas para atingir o presidente e arruinar seu mandato.

    “Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro”.

    “Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações”.

    “Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais”.

    “Em dezembro 2018, Flavio Bolsonaro – então deputado estadual do Rio de Janeiro, senador Federal e filho do presidente Jair Bolsonaro – estava no centro de vários artigos controversos na mídia brasileira”.

    “De acordo com a cobertura inicial, a COAF do Brasil publicou um relatório detalhando pagamentos questionáveis ​​de 1,2 milhões de reais pagos entre 2016 e 2017 para Fabricio Queiroz, motorista Flavio Bolsonaro”.

    “Muito rapidamente, os relatos da mídia foram seguidos de uma investigação contra Flavio Bolsonaro”, diz o artigo de Rhalib.

    O jornal The Washington Times também denunciou a tentativa de atingir Jair Bolsonaro.

    “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela esquerda para derrubar um presidente conservador”.

    “Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”, escreveu o jornalista L. Todd Wood.

    Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho.

    Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque.

    Sobre o esquema malicioso, Wood escreveu:

    “Veja como isso se desenrolou. Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção”.

    ” A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostavam de seu controle sobre o governo e suas instituições.

    Eles tentaram matar Ronald Reagan.

    Bolsonaro foi esfaqueado no estômago em setembro do ano passado durante um comício e levado às pressas para o hospital.

    Depois que ele ganhou a eleição, a ameaça de um líder populista na nação latino-americana se tornou muito real.

    Pessoas foram ameaçadas; sua vida foi colocada em risco. Isso soa familiar?

    Documentos vazaram para a mídia vindos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), destacando as preocupações com os pagamentos ao motorista de Flávio Bolsonaro, um ano antes.

    O momento da divulgação das denúncias foi suspeito. Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da posse?

    Apenas um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro chegasse ao poder?”.

    Depois de gravar os áudios da conversa com a jornalista do Estadão, Rhalib concluiu:

    “A conversa gravada com a jornalista Constança Rezende revelou a verdadeira motivação por trás da cobertura negativa da mídia, que era “arruinar” o presidente Jair Bolsonaro.

    Revela que eles não estão interessados ​​nos fatos, mas simplesmente em usar histórias negativas, muitas vezes inventadas, sobre a família do presidente Bolsonaro que foi eleito democraticamente.

    Constança Rezende está com documentos não públicos que foram ilegalmente divulgados ao COAF.

    Ela publicou seu primeiro artigo contra Flavio Bolsonaro com base em documentos escritos há mais de um ano.

    No entanto, eles foram divulgados apenas em dezembro de 2018, logo após as eleições gerais de Outubro e antes da posse de Jair Bolsonaro em janeiro de 2019.

    Quem se beneficia com este comunicado de imprensa? Além das motivações do COAF?

    Vamos ser claros: eu não sou um defensor de Bolsonaro, mas eu acho que estão usando o poder da mídia para atacar um presidente através de seu filho e isso é inaceitável para o jornalista que sou”.

    xxxxxxx

    Ouça os áudios gravados, com legenda:-

     

     

  • 11fev

    VEJA.ABRIL.COM

     

    Advogada liga Toffoli e Gilberto Carvalho a máfia do DF

     

    • Em oito horas de gravações em áudio e vídeo, Christiane Araújo de Oliveira revela que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave da República e que o governo federal usou de sua proximidade com a quadrilha de Durval Barbosa para conseguir material contra adversários políticos

     

    Christiane Araújo de Oliveira (VEJA)

     

    Nascida em Maceió, em uma família humilde, Christiane Araújo de Oliveira mudou-se para Brasília há pouco mais de dez anos com o objetivo de se formar em Direito.

    Em 2007, aceitou o convite para trabalhar no governo do Distrito Federal de um certo Durval Barbosa, delegado aposentado e corrupto contumaz que ficaria famoso, pouco depois, ao dar publicidade às cenas degradantes de recebimento de propina que levaram à cadeia o governador José Roberto Arruda e arrasaram com seu círculo de apoiadores.

    Sob as ordens de Durval, Christiane se transformou num instrumento de traficâncias políticas.

    No ano passado, depois de VEJA mostrar a relação promíscua entre o petismo e o delegado, Christiane foi orientada a sumir da capital federal.

    Relatos detalhados de suas aventuras com poderosos, no entanto, já estavam em poder do Ministério Público e da Polícia Federal.

    Na edição que chegou às bancas neste sábado, VEJA revela o teor de dois depoimentos feitos pela jovem advogada no final de 2010.

    Em oito horas de gravações em áudio e vídeo, Christiane revelou que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave da República.

    Ela participava de festas de embalo, viajava em aviões oficiais, aproveitava-se dos amigos e amantes influentes para obter favores em benefício da quadrilha chefiada por Durval, que desviou mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos.

    Ela também contou como o governo federal usou de sua proximidade com essa máfia para conseguir material que incriminaria adversários políticos.

    A advogada relatou que manteve um relacionamento com o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula.

    Os encontros, segundo ela, ocorriam em um apartamento onde Durval armazenava caixas de dinheiro usado para comprar políticos – e onde ele eventualmente registrava imagens dessas (e de outras) transações.

    Christiane afirma que em um dos encontros entregou a Toffoli gravações do acervo de Durval Barbosa.

    A amostra, que Durval queria fazer chegar ao governo do PT, era uma forma de demonstrar sua capacidade de deflagrar um escândalo capaz de varrer a oposição em Brasília nas eleições de 2010.

    Ela também teria voado a bordo de um jato oficial do governo, por cortesia do atual ministro do STF, que na época era chefe da Advocacia Geral da União (AGU).

    Por escrito, Dias Toffoli negou todas as acusações. “Nunca recebi da Dra. Christiane Araújo fitas gravadas relativas ao escândalo ocorrido no governo do Distrito Federal.”

    O ministro disse ainda que nunca frequentou o apartamento citado por ela ou solicitou avião oficial para servi-la.

    Como chefe da AGU, só a teria recebido uma única vez em seu gabinete, em audiência formal.

    Nas gravações, Christiane relatou ainda que tem uma amizade íntima com Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República.

    No governo passado, quando Carvalho ocupava o cargo de chefe de gabinete de Lula, ela pediu a interferência do ministro para nomear o procurador Leonardo Bandarra como chefe do Ministério Público do Distrito Federal.

    O pedido foi atendido. Bandarra, descobriu-se depois, era também um ativo membro da máfia brasiliense – e hoje responde a cinco ações na Justiça, depois de ter sido exonerado.

    Gilberto Carvalho também teria tentado obter do grupo de Durval material para alvejar os adversários políticos do PT.

    Ele nega todas as acusações, e disse a VEJA: “Eu não estava nesse circuito do submundo. Estou impressionado com a criatividade dessa moça.”

    Há uma terceira ligação de Christiane com o petismo. Ela trabalhou no comitê central da campanha de Dilma Rousseff.

    Foi encarregada da relação com as igrejas evangélicas – porque é, ela mesma, evangélica e filha de Elói Freire de Oliveira, fundador da igreja Tabernáculo do Deus Vivo e figura que circula com desenvoltura entre os políticos de Brasília, sendo chamado de “profeta”.

    Com Dilma eleita, a advogada foi nomeada para integrar a equipe de transição. Mas foi exonerada quando veio à tona que ela teve participação na Máfia das Sanguessugas.

    Segundo o procurador que tomou um dos depoimentos de Christiane, o material que ele coletou foi enviado à Polícia Federal para ser anexado aos autos da Operação Caixa de Pandora.

    Um segundo depoimento foi tomado pela própria PF. Mas nenhuma das revelações da advogada faz parte oficial dos autos da investigação.

    A reportagem de VEJA, que reproduz imagens das gravações em vídeo, conclui com uma indagação: “Por que será?

  • 25jan

    GAZETA DO POVO

    O ex-governador Beto Richa (PSDB) é alvo, nesta sexta-feira (25), de um mandado de prisão preventiva. A reportagem confirmou a existência do pedido junto à defesa de Richa. A advogada dele, entretanto, não confirmou se o tucano está no Paraná ou se já foi preso.

    De acordo com informações preliminares, a prisão de Richa foi solicitada pelo Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Integração. A operação investiga um esquema de corrupção envolvendo a concessão de rodovias no Paraná.

    Em setembro, o ex-governador já havia sido preso, mas no âmbito da Operação Rádio Patrulha, do Ministério Público Estadual. Nesse caso, os fatos investigados se referem a possíveis fraudes no programa Patrulha do Campo, destinado à conservação de estradas rurais do estado. 

  • 18jan

    DIÁRIO DO PODER

     

    IPOJUCA PONTES

    A cultura especial de Osmar Terra (gigantismo burocrático e terror)

     

    Em 1990 assumi a Secretaria Nacional da Cultura criada à luz da reforma administrativa empreendida pelo governo Collor de Mello.

    Antes, reinava na área a figura movediça de José Aparecido, o Zé das Medalhas.

    Na própria semana de deixar o cargo, o mineiro empapuçara o então Ministério da Cultura – sinônimo de malversação do dinheiro público, permissividade e empreguismo – com a nomeação irregular de 250 novos funcionários.

    O chamado “trem da alegria”, que transbordara o espaço sujo ocupado por uma burocracia em expansão, carregava consigo filhos de ministros, políticos, diplomatas, ex-assessores, cunhados (“não são parentes”, dizia Brizola), afilhados etc. – a confirmar, assim, como de praxe, a tradição do patrimonialismo estatal já à época minado pela sanha vermelha.

    No resumo da ópera, só o Minc em Brasília mantinha 4.371 funcionários, sem contar os 1.050 alocados na Embrafilme e servidores do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, fundações e órgãos regionais.

    Na sua estrutura dilatada, o Solar de Aparecido encampava as repartições Pró-Memória, SPHAN, Funarte, Fundacem, Pró-Leitura, Casa Rui Barbosa, Cinemateca Brasileira, Palmares e penduricalhos

    Transformada o Minc em Secretaria Nacional da Cultura, na sábia reforma administrativa de Collor, todas as fundações do ex-Ministério foram englobadas em dois institutos: IBAC e IBPC.

    Por uma questão de autonomia, criou-se a Fundação Biblioteca Nacional e foram mantidas as fundações Palmares e Casa Rui Barbosa.

    De quebra, extinguiu-se a Embrafilme, um aparelho ideológico esquerdista perpassado pela corrupção, pelo empreguismo, pelo desperdício e pela mais baixa politicalha, conforme denunciei no esgotado “Cinema Cativo” (Editora EMW, 1987).

    Resultado: no final da reforma, a Secretaria Nacional da Cultura totalizava 2.796 funcionares e prestadores de serviços.

    Com a queda de Collor, um mandatário que subestimara a ação comunista do Foro de S. Paulo comandado por Fidel, Lula e Zé Dirceu, o que parecia um espaço institucional já saturado, transbordou em escala vertiginosa nos corruptos governos socialistas (ou, vá lá, social-democrata) de FHC, o vasilinoso, Lula da Selva, o Chacal, Dilma Rousseff, a Guerrilheira, e Michel Temer, o Conivente. T

    oda essa gente, seguindo a agenda gramsciana da “ocupação de espaços” objetivando a criação de um novo “senso comum transformador e revolucionário”, tendo como álibi a “inclusão social”, caiu de bocarra para sugar os cofres da nação combalida em permanente estado de catalepsia.

    Com a fina flor da malandragem política no poder, a Secretaria da Cultura voltou a ser ministério e tornou-se, tal como a Hidra de Lerna, um monstro de muitas cabeças a devorar orçamentos até então inimagináveis, parir leis fraudulentas e verticalizar o aparelhamento do Estado nos dois lados do balcão.

    (Nota: quando, por insistência de Gilberto Gil, estive em Brasília por ocasião dos 20 anos do Minc, em 2005, fiquei espantado: o milionário cantor baiano me mostrou dois andares do prédio ministerial em reformas e adiantou que a Pasta contava com 15 mil e tantos funcionários – ao tempo em que vibrava com o gigantismo estatal em ebulição, enquanto lá fora a miséria corria solta).

    Muito bem. Pelo que se presumia, com a derrota da comunalha e a ascensão de Jair Bolsonaro, conduzido à Presidência da República pelo voto popular (indignado contra a “hegemonia” vermelha), eis que aparece a figura do ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS) e apresenta um quadro estrutural da Secretaria Especial da Cultura do novo governo cuja composição denuncia a hipertrofia do Estado burocrático e que não altera em nada o gigantesco aparato dos corruptos governos esquerdistas anteriores.

    Tudo permanece como dantes no quartel de Abrantes. Vale a pena verificar:

    Secretaria Especial da Cultura,

    2) Secretaria da Diversidade Cultural,

    3) Secretaria do Audiovisual,

    4) Secretaria da Economia Criativa,

    5) Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura,

    6) Secretaria de Difusão e Infraestrutura Cultural,

    7) Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual.

    As autarquias:

    8) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

    9) Agencia Nacional de Cinema – a encalacrada ANCINE,

    10) Instituto Brasileiro de Museus (o mesmo que deixou o Museu Nacional ser destruído pelo fogo)

    11) Autoridade de Governança do Legado Olimpico – Agio

    As fundações:

    12) Fundação Casa Rui Barbosa

    13) Fundação Cultural Palmares

    14) Fundação Nacional de Arte

    15) Fundação Biblioteca Nacional

    Os Departamentos:

    16) Departamento do Sistema Nacional de Cultura

    17) Departamento de Promoção da Diversidade Cultural

    18) Departamento de Empreendedorismo Cultural

    19) Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas

    20) Departamento do Fomento Indireto

    21) Departamento do Fomento Direto

    22) Departamento de Desenvolvimento, Análise, Gestão e Monitoramento

    22) Departamento de Política Regulatória

    23) Departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização

    E os Órgãos Descentralizados e Escritórios Regionais

    24 – Órgãos Colegiados

    25) Conselho Nacional de Política Cultural

    26) Comissão Nacional de Incentivo à Cultura

    27) Comissão do Fundo Nacional da Cultural

    28) Conselho Superior de Cinema 29) Conselho Nacional de Economia Solidária.

    Para gerir toda essa parafernália diabólica, é permitido ao ministro da Cidadania nomear centenas de burocratas em endinheirados cargos em comissão do tipo DAS (Direção de Assessoramento Superior), FCPE (Função Comissionada do Poder Executivo) e FG (Função Gratificada), um coquetal de maná para políticos profissionais, partidos em busca do aparelhamento estatal e um horror para os trabalhadores brasileiros que carregam todo esse antro de iniquidades nas costas.

    Da forma como se estrutura a Cultura Oficial de Osmar Terra, é mais que provável que os 15 mil e tantos funcionários avaliados por Gilberto Gil ultrapassem, hoje, depois da gestão de Juca Ferreira, Marta Suplicy e similares, a casa dos 30 mil burocratas.

    E tudo isso pra quê?

    O ministro Terra disse, de forma inconsequente, que a Lei Rouanet, filha bastarda da Lei Sarney, “não pode acabar, ela é importante”.

    E adiantou que, de agora em diante, o teto de dinheiro dado pela lei fraudulenta será de R$ 10 milhões, o mesmo em dinheiro dado para produção de “Marighella” – cinebiografia do terrorista Carlos Marighella, mulato de olhos verdes plagiador ordinário do “Catecismo Revolucionário” do bandido russo Sergei Netchaiev – dirigido pelo batoré Wagner Moura, um quadro ativista da esquerda no cinema.

    (Nota curiosa é que o ministro, em contrapartida ao dinheiro dado pela Lei à subversão, exigirá a disponibilidade de 20% dos ingressos entre as famílias de baixa renda. Ou seja, tudo aquilo que os comunistas almejam: um hipotético público carente, que não assiste cinema nacional nem que a vaca tussa e o boi espirre, para “lavar a cabeça” da massa).

    Talvez Osmar Terra seja um inocente útil, mas não tão inocente assim para deixar de saber que a Cultura Oficial brasileira, tal como UNE, MST, CUT, PT e o Foro de S. Paulo, todos ativistas da subversão, é a principal inimiga da sociedade aberta (Karl Popper), do livre mercado, da democracia – e, claro, do governo Bolsonaro.

    O Presidente da República e o ministro da Economia, Paulo Guedes, precisam tomar providências imediatas!

    P S – Os Estados Unidos, país mais rico do mundo, não tem Ministério da Cultura.

    E jamais permitiu que se produzisse 150 filmes torrando o dinheiro do contribuinte indefeso.

  • 21dez

    DIÁRIO DO PODER

     

    Senado engaveta aumento abusivo de até 747% nas tarifas dos cartórios

     

    Senador consegue retirar de pauta aumento abusivo de tarifas cartorárias

     

    Os cartórios no Brasil se transformaram em verdadeiras lojas de carimbar papel sem necessidade. (Foto: EBC)

     

    Já não haverá o aumento indecoroso de tarifas cartorárias (até 747%), como previa projeto tramitando no Senado: o senador Antonio Reguffe (DF) conseguiu retirá-lo de pauta.

    O projeto teria de ser aprovado ainda este ano para que novos valores fossem cobrados a partir de 2019.

    O poderoso lobby dos cartórios, que chama o aumento cavalar de “atualização”, tentou emplacar a aberração em 2017, mas também foi retirado de pauta.

    Mas ameaça voltar a tramitar no próximo ano.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    O projeto pretendia aumentar o reconhecimento de firma de DUT em 747%, certidões simples em 283%, escritura pública em 161,5% etc.

    Há um mês, o lobby fez o Senado alterar a lei 9492/97, autorizando protestos de dívidas mesmo sem documentos que as comprovem.

    A alteração despudorada dessa lei não é para facilitar a vida de vítimas de calote, mas aumentar o faturamento dos cartórios de protesto.

    Enquanto os lobistas conseguem fortalecer os cartórios no Brasil, os países mais desenvolvidos já se livraram dessa “indústria do atraso”.

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