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  • 23fev

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO/EDITORIAL

     

    Mourão manda recado ao tirano da Venezuela

     

     

     “Da nossa parte nós jamais entraremos em uma situação bélica com a Venezuela, a não ser que sejamos atacados, aí é diferente, mas eu acho que o Maduro não é tão louco a esse ponto, né?”, adverte o general Hamilton Mourão

    Esse tirano que continua temporariamente ocupando o cargo usurpado de presidente da Venezuela está esticando tanto a corda que corre o risco de acabar esfolado em praça pública pelo seu povo, se não for traído antes por sua camarilha bolivariana que assalta o País.

    Além de fechar suas fronteiras com outros países para que a população faminta não receba os mantimentos doados por outras nações em causa humanitária, ordenou militares a abrirem fogo contra manifestantes desesperados, matando dois indígenas na última quinta-feira.

    Nada diferente do que vem fazendo em Caracas nos últimos meses.

    E a esquerda do Continente, com cara de paisagem, assiste à tudo com criminosa omissão e velado apoio ao massacre que vem sendo praticado, tudo em nome da farsa de um pretenso regime socialista que se assemelha a um dos mais perversos e fascistas modelos já registrados pela história.

    Onde estão as lideranças dessa nossa esquerda brasileira para levantar a voz em protesto contra o crime humanitário que se comete e outros assassinatos paralelos no País vizinho? 

    Isso quando a própria Internacional Socialista, reunida em São Domingos, na República Dominicana no mês passado já manifestou sua vergonha e divulgou manifesto em que não reconhece Nicolas Maduro, a quem classificou de usurpador e tirano.

    Mas se fosse no Brasil, sob o comando do atual governo e rodeado de militares em posições estratégicas, o assassinato dos dois indígenas famintos que apenas tentavam impedir o bloqueio do exército venezuelano no recebimento dos mantimentos, os bumbos estaria batendo de forma ensurdecedora por todo o País.

    Seria a comprovação do fascismo que se instalou no governo do Brasil.

    Como isso acontece na Venezuela, os índios não são os nossos índios e o governo é socialista, maravilha!

    Trata-se de respeitar a autodeterminação dos povos como diria cinicamente a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, personificação absoluta da tragédia caricata em que se transformou a esquerda brasileira.

    Nicolas Maduro, o tiranete com frouxidão intestinal que a toda hora vocifera expressões de valentia para afastar os fantasmas que já o rondam para levá-lo a outra dimensão, ataca a tudo e a todos em seu desespero.

    Mas já recebeu recado claro do governo brasileiro, na voz de seu vice-presidente, general de reserva Hamilton Mourão, para que não se atreva em fazer bobagem e querer tascar algum graveto do lado brasileiro da fronteira.

    ““Da nossa parte nós jamais entraremos em uma situação bélica com a Venezuela, a não ser que sejamos atacados, aí é diferente, mas eu acho que o Maduro não é tão louco a esse ponto, né?” disse o general.

    O milico, como gosta de ser chamado o vice-presidente, que também tem sangue indígena nas veias e conhece a Amazônia e a fronteira com a Venezuela como a palma de sua mão, não tem medo de cara feia e sabe o que está falando.

    Talvez Maduro logo, logo, não venha a ser mais motivo de preocupação, porque do jeito como vem se conduzindo, o cabo de guerra pode nem acontecer porque a corda, de tão esticada, pode se romper antes.

    Talvez então, nossa esquerda e suas congêneres latino-americanas se manifestem, mostrem as caras, digam alguma coisa, mesmo que sejam besteiras, como sempre o fazem.

    Publicado por jagostinho @ 09:21



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