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  • 01out

    BLOG DE ALUÍZIO AMORIM

     

    VITÓRIA DE JAIR BOLSONARO REPRESENTARÁ A SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E INCREMENTARÁ O COMÉRCIO COM OS EE.UU.

    Não há nenhuma dúvida que a vitória de Jair Bolsonaro na eleição de 7 de outubro deste ano de 2018 terá não só um impacto positivo na economia doméstica do Brasil mas também em nível internacional.

    A maioria das pessoas não sabe, mas o comércio internacional brasileiro está sujeito a uma camisa de força ideológica que impede um acordo comercial com a maior potência do planeta que são os Estados Unidos.

    Quem dita as regras do comércio internacional são os comuno-globalistas que manejam uma miríade de organismos internacionais como a ONU, União Européia, Mercosul, Nafta entre outros que compõem essa rede de “engenharia econômica” no interesse dos mega grupos internacionais.

    O primeiro golpe contra esses vagabundos foi desferido com a eleição de Donald Trump.

    Haja vista que uma das primeiras providências de Trump foi tirar os Estados Unidos do TTP, a dita Parceria Transpacifico.

    Depois libertou a economia americana engessada por oito anos da vagabundagem comunista de Barack Obama.

    O vídeo acima com tradução e legendas em português dos Tradutores de Direita reproduz discurso do Presidente Donald Trump na ONU.

    Trump libertou os americanos da camorra globalista e, pela primeira vez na nossa história poderemos ter a nossa segunda independência com a vitória do presidenciável Jair Bolsonaro.

    Aliás, ele já avisou que chegando à Presidência da República vai liberar as amarras que estrangulam o nosso comércio internacional.

    Além de traduzir o vídeo com o discurso de Presidente Donald Trump, os Tradutores de Direita acrescentaram um texto que vale a pena ser lido. Transcrevo:

    Esta é uma fotomontagem. Mas depois de 7 de outubro próximo poderá se tornar realidade.

     

    Em mais um discurso histórico na Assembleia Geral da ONU, o Presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos rejeitam veementemente o globalismo e prezam pelo patriotismo.

    Faltando apenas 10 dias para as eleições que vão definir a trajetória do Brasil pelos próximos 4 anos, o discurso do presidente Trump cai como uma luva num cenário onde os perigos do globalismo tem sido frequentemente minimizados e negligenciados por uma parcela dos liberais brasileiros que acreditam que a origem de nossos problemas é meramente econômica e que a discussão em torno da Agenda 2030 é uma perda de tempo em torno de algo irrelevante, como se uma cultura saudável pudesse emergir da economia e não o contrário.

    Trump criticou o Conselho de Direitos Humanos da ONU, do qual os EUA se retiraram em junho, descrevendo-o como um grande constrangimento por proteger os maiores violadores dos direitos humanos ao mesmo tempo em que ataca os Estados Unidos e seus aliados.

    Enfatizou também que os Estados Unidos não reconhecem a jurisdição, a legitimidade nem tampouco a autoridade do Tribunal Penal Internacional, deixando bem claro que jamais submeterá a soberania dos EUA a uma burocracia global que não presta contas aos cidadãos americanos e não foi eleita por ninguém, consolidando dessa forma os EUA como a principal pedra no sapato dos engenheiros sociais do globalismo e frustrando os planos de uma corte com jurisdição global.

    O discurso de Trump a respeito da importância dos acordos bilaterais em detrimento dos grandes e engessados acordos multilaterais vem de encontro com o discurso do único candidato viável e declaradamente de direita a disputar as eleições do próximo dia 07, tal como o repúdio ao globalismo e o patriotismo na defesa dos interesses nacionais acima de qualquer pretexto econômico doutrinário na condução da economia e do comércio exterior.

    Ao que tudo indica, se dentro de 10 dias não testemunharmos a tão temida fraude eletrônica, em breve poderemos assistir nosso capitão negociando acordos bilaterais com o mundo todo e fazendo uma grande parceria com os EUA.

    Que Deus abençoe o Brasil.



    Publicado por jagostinho @ 17:57



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