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  • 18jul

    BEM PARANÁ

     

    Mirian questiona afirmações de Fruet em entrevista

     

    Mirian questiona afirmações de Fruet em entrevista
    (Foto: Franklin de Freitas) 

    A ex-vice-prefeita de Curitiba Mirian Gonçalves (PT), pré-candidata ao Senado, enviou nota nesta terça-feira (17) para contradizer afirmações do ex-prefeito Gustavo Fruet (PDT).

    Em entrevista ao Bem Paraná publicada na segunda-feira (16), Fruet disse ao ser questionado sobre o rompimento com a vice que gostaria de deixar “uma imagem de boa lembrança de Mirian”, e que jamais gostaria de “imaginar que ela foi o (Michel) Temer do Gustavo (Fruet) em Curitiba”.

    Fruet se referiu à viagem que fez em 2016 e que deixou Mirian à frente da prefeitura. Na ocasião, a vice assinou ato que regularizaria terrenos na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

    Na volta da viagem, o prefeito revogou o ato, com argumento de que não haveria orçamento para a medida e “por uma questão de lealdade”. Mirian diz que Fruet “faltou com a verdade”. 

    Veja a íntegra da nota de Mirian Gonçalves em resposta a Fruet:

    “1. Na entrevista dada ao Bem Paraná, Gustavo faltou com a verdade. A Declaração de Necessidade de Utilidade Pública é o primeiro passo para a desapropriação.

    O prazo para sua efetivação é de 5 anos, por acordo ou judicialmente, conforme art.10 do Decreto-Lei 3.365-1941, portanto não havia necessidade de previsão orçamentária, ou comprometimento financeiro do município. Mas o Gustavo sabe disso, se não como advogado, como prefeito.

    A respeito da suposta ilegalidade, não houve qualquer parecer contrário de advogado ou procurador do Município.

    O único que se posicionou juridicamente foi o Secretário Municipal de Governo que chegou a impedir a publicação do Diário Oficial do Município, uma atitude ilegal e machista.

    Quando assumi como prefeita, assumi todas as suas responsabilidades, e exerci plenamente a função, mesmo sob ameaças públicas feitas pelo Secretário.

    Estou acostumada a tomar decisões e quando posso, tomo. Nunca servi para figuração.

    O Decreto foi resultado da omissão do prefeito que teve quatro anos para buscar uma solução para os problemas de moradia de 1.500 famílias, milhares de crianças, em situação de vulnerabilidade e nada fez, mesmo sabendo que estavam na iminência de um despejo e do caos social que significaria.

    Isso nunca o preocupou verdadeiramente.

    Ao contrário do que costuma lamentar-se, seu governo ocorreu durante período considerado de pleno emprego no país, com muitos programas federais como o Minha Casa Minha Vida; Bolsa Família, Farmácia Popular, agora cortados ou drasticamente reduzidos, que tinham impacto direto na  vida da população de baixa renda e na economia local. Exemplo disso era o mercado da construção civil.

    2. Tenho respeito pelas leis e especialmente pela Constituição Federal, desde as garantias sociais às possibilidades de impeachment, que evidentemente não incluem divergências políticas, mas cometimento de crime.

    A Presidenta Dilma sofreu um golpe. Não praticou qualquer crime, como confessam seus opositores, incluindo o ex-prefeito.

    O Gustavo sempre foi tratado com muito carinho pela Presidenta e prontamente atendido, seja nos seus pedidos de audiência ou vindas dela à Curitiba para liberação de verbas para a cidade.

    Gozava de livre trânsito no Governo Federal. Quando a conjuntura política mudou e tornou-se desfavorável, o ex-prefeito, como é da sua personalidade, assinou uma carta contra o impeachment de Dilma e ao mesmo tempo passou a apoiar o golpe.

    Apesar disso, provavelmente, não se sente minimamente responsável pelo cenário político atual.  

    Não há qualquer manifestação dele sobre os casos de corrupção desse governo.

    Gosta de bater no PT, com quem fez aliança para poder se eleger, porém nada disse sobre escândalos como os que envolvem Aécio, Temer, Geddel Vieira e essa escória que se apossou do Planalto.”

    Publicado por jagostinho @ 12:33



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