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  • 23dez

    DIÁRIO DO PODER

     

    ‘THE ECONOMIST’ DIZ QUE TROCA NA FAZENDA É PREOCUPANTE

     

     

    REVISTA INGLESA ACHA QUE SAÍDA DE LEVY É MOTIVO DE ALARME

     

     

     

    SAÍDA DE LEVY É MOTIVO DE ALARME PORQUE INDICA QUE MINISTRO PERDEU DEBATE SOBRE IMPORTÂNCIA DO AJUSTE FISCAL, DIZ THE ECONOMIST (FOTO: VALTER CAMPANATO/ABR)

    Para The Economist, uma das mais importantes publicações de assunto econômicos do mundo, a saída de Joaquim Levy do Ministério da Fazenda, substituído por Nelson Barbosa, até então ministro do Planejamento, “torna ainda pior uma situação que já era gravíssima”.

    Segundo a publicação, a troca “é sinal que Levy perdeu o debate no interior do governo sobre a importância da austeridade fiscal para tirar a economia de seu estado de coma; e perdeu porque era politicamente intragável”.The Economist cita que a missão de Levy era impossível.
    “Precisava eliminar um déficit fiscal enorme, impedir que as agências de classificação de risco tirassem o grau de investimento do Brasil e reverter o excesso de intervencionismo estatal a que a presidente Dilma Rousseff se entregara em seu primeiro mandato”.
    Também ressaltou que “a economia brasileira ingressava em sua pior recessão desde os anos 30”.
    Além disso, “a credibilidade do PT já estava em frangalhos, por causa de um enorme escândalo envolvendo o pagamento de propinas”, com o índice de aprovação do governo em queda e ainda o processo de impeachment que Dilma enfrenta por ter desrespeitado a Lei de Responsabilidade Fiscal.
    “Outros teriam jogado a toalha há muito tempo. Levy aguentou até sexta-feira passada”, ressaltou o The Economist.

    A publicação também critica a atuação do Congresso Nacional, “que não tinha o menor interesse em ajudar uma presidente impopular”.

    “A missão de Levy foi dificultada pela recessão. (…) Levy dizia, corretamente, que só a austeridade seria capaz de deter o aumento da dívida, restaurar a credibilidade do País com os investidores, controlar a inflação e impedir novas altas na taxa de juros”.

    Mas, como ressalta o jornal, “Dilma nunca se convenceu totalmente disso”.

    “Seu compromisso com a austeridade tornou-se ainda mais ambíguo depois que o pedido de impeachment começou a tramitar no Congresso. Para sobreviver, a presidente terá de mobilizar o apoio de sua base de esquerda, que sempre atacou o “neoliberalismo” insensível das políticas de Levy e defende a ampliação dos gastos públicos como forma de estimular a economia”.

    Para a publicação, “isso explica a escolha de Barbosa”, que lembra quando o agora ministro da Fazenda deixou o governo em 2013 com críticas ao descontrole dos gastos e os métodos adotados para ocultá-los.



    Publicado por jagostinho @ 17:44



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