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  • 15dez

    ISTOÉ

     

    Cunha diz ver “com estranheza” nova fase da Lava Jato e nega renúncia

     

     

     

    Presidente da Câmara disse considerar estranho “o contexto, o dia e os objetivos” da operação da PF

     

    Ele também voltou a dizer que os alvos principais das operações da polícia até agora são “só aqueles que não são do PT”

     

     

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    O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou, nesta terça-feira, 15, ver com “estranheza” o fato de a Polícia Federal ter feito busca e apreensão em endereços ligados da ele, inclusive na residência oficial da Casa que ele ocupa, em nova fase da Operação Lava Jato chamada Catilina.

    Em entrevista coletiva, Cunha, que é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), disse não ter problema em ser alvo de investigações da PF, mas disse considerar estranho “o contexto”, “o dia” e os “objetivos” da nova fase da Operação.

    Ele também voltou a dizer que os alvos principais das operações da polícia até agora são “só aqueles que não são do PT” e negou que pretenda renunciar à presidência da Câmara.

    A Polícia Federal faz nesta terça-feira, por ordem do STF, operação de busca e apreensão em endereços de Eduardo Cunha, em Brasília e  no Rio.

    O deputado é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República, nas investigações da Lava Jato.

    A operação desta terça-feira também teve como alvos, entre outros, os ministros da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, e do Turismo, Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), os deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Áureo Lídio (SD-RJ), o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier (PMDB-RJ), o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto (aliado de Cunha e exonerado na semana passada pela presidente Dilma), Aldo Guedes – ex-sócio de Eduardo Campos -, Lúcio Bolonha Funaro – delator do Mensalão -, Altair Alves Pinto – emissário de propina de Cunha, segundo os investigadores – e o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.

    Ainda nesta terça-feira, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou a continuidade do processo que pede a cassação de Cunha por quebra de decoro parlamentar.

    Ele é acusado de mentir à CPI da Petrobras ao dizer que não possui contas em bancos na Suíça, fato contestado pela Procuradoria Geral da República.



    Publicado por jagostinho @ 17:21



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