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  • 09mar

    VEJA.COM

    Enquanto presidente usa pronunciamento de rádio e TV para se explicar sobre crise econômica, brasileiros vão às ruas e promovem panelaço contra discurso de tom eleitoral em São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte

    Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015

    Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher – 08/03/2015(Reprodução/VEJA)

    Em meio à maior crise política do Brasil desde o escândalo do mensalão, a presidente Dilma Rousseff recorreu na noite deste domingo a um pronunciamento em cadeia nacional de televisão para dizer o que muitos brasileiros demonstraram não ter mais paciência para ouvir.

    Nas ruas dos maiores Estados do país – São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de Brasília – e nas redes sociais, a população protestou enquanto a petista falava na TV com ‘buzinaço’, críticas e gritos pedindo sua saída do cargo.

    Foi um “aperitivo” do que o país deverá vivenciar no próximo dia 15 de março, quando estão agendados protestos nas cinco regiões contra a presidente.

    Com raras aparições desde que foi reeleita na mais acirrada disputa presidencial desde a redemocratização do país, Dilma usou uma data internacional – Dia da Mulher – para ir à TV.

    Mas, como tem feito desde 2014, aproveitou para transformar o espaço num palanque eleitoral fora de época e usar os 16 minutos na tela se defender do lamaçal de denúncias que atinge o Palácio do Planalto, o PT e os partidos satélites da coalizão governista, agravados com a chegada da crise do petrolão à classe política.

    Foi a o primeiro pronunciamento de Dilma Rousseff em cadeia de rádio e televisão em seu novo mandato.
    Alheia à gravidade das crises econômica e política que atingem seu governo, Dilma mencionou o ajuste fiscal proposto pelo governo e o maior propinoduto da história brasileira, que sangrou a Petrobras.
    Ainda ecoando o discurso eleitoral contra os “pessimistas” – embora os protestos nas ruas e nas redes sociais não tenham sido organizados por nenhum partido –, a presidente afirmou:
    “Se toda vez que enfrentamos uma dificuldade pensarmos que o mundo está acabando ou que precisamos começar tudo do zero, só faremos aumentar nossos problemas”, disse.

    Reação ao pronunciamento de Dilma na TV

    Ao tratar da corrupção, a presidente falou de “fortalecimento moral e ético” e tentou vender a imagem de que seu governo é responsável pelas investigações.

    “É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa dos episódios lamentáveis contra a Petrobras”.

    Quando defendeu o ajuste fiscal adotado para resolver problema que ela mesma criou, Dilma afirmou que é preciso paciência e prometeu que “um tempo melhor” chegará em breve:

    “O esforço fiscal não é um fim em si mesmo, é apenas a travessia para um tempo melhor que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura”.

    Ciente da revolta que gerou os reajustes na conta de luz e a volta da inflação, Dilma disse que a população tem o “direito de se irritar”, mas que o “aumento e o sacrifício” são “temporários”. “Peço paciência e compreensão porque essa situação é passageira.”

    Dilma também reservou espaço para dar sua contribuição à chamada “batalha da Comunicação”, encampando a campanha bolivariana do Partido dos Trabalhadores contra a imprensa livre.

    Ela criticou os jornais e tentou dar sua versão dos fatos, ainda que elas sejam reeditadas da campanha de 2014. A presidente disparou frases como “os noticiários confundem mais que esclarecem” e disse que o país “nem de longe está vivendo uma crise na dimensão que dizem alguns”.

    Segundo Dilma, as críticas ao governo são “injustas e desmesuradas”. Nas redes sociais, o Planalto e o PT, que já haviam detectado a organização do “Fora Dilma”, convocaram uma reação para tentar abafar o clamor popular.

    Para justificar o ajuste fiscal, ela afirmou que o Brasil agora começa uma segunda etapa de combate à crise econômica mundial, mais uma vez resgatando o argumento de que esta foi a pior da história depois da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929.

    Ela se referia à crise de 2008 e retomou uma escusa que pouco explica: “Não havia como prever que a crise internacional demoraria tanto”.

    A presidente citou medidas como a redução de subsídios ao crédito, desoneração de impostos dentro dos limites suportáveis e novas concessões e parceiras com o setor privado.

    Disse que o governo federal projeta uma “primeira reação” no segundo semestre deste ano, mas avisou: “Esse processo vai durar o tempo que for necessário para reequilibrar a nossa economia.”

    Em mais uma afirmação descolada da realidade, Dilma jurou respeitar promessas que já descumpriu. “Não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média nem deixar que desapareçam suas conquistas e seus direitos”.

    O fim do discurso, em um tom emocional e com uma trilha sonora musical de fundo, a presidente pregou o otimismo: “O Brasil é maior do que tudo isso e já mostrou muitas vezes ao mundo como fazer melhor e diferente”.

    Tuíte do Movimento Brasil no Corrupt contra Dilma, feito durante pronunciamento da presidente no rádio e na TV em 8 de março
    Tuíte do Movimento Brasil no Corrupt contra Dilma, feito durante pronunciamento da presidente no rádio e na TV em 8 de março(VEJA.com/VEJA)

    Publicado por jagostinho @ 09:12



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2 Respostas

WP_Cloudy
  • Antonio Disse:

    Bom dia, explicar o que não se explica vejam abaixo:
    IMPEACHMENT PELA incompetência, a desonestidade, a corrupção, a enganação, a mentira.
    IMPEACHMENT PELAS obras inacabadas, superfaturadas, mal feitas, não fiscalizadas (lembrem-se da empreiteira Delta, estádios da Copa).
    IMPEACHMENT PELA insegurança dos cidadãos brasileiros, as péssimas condições da saúde pública, a ineficiência do sistema educacional.
    IMPEACHMENT PELA falta de boas estradas, portos e aeroportos (mas dinheiro pra Cuba tem, dinheiro pra Venezuela, Bolívia, Autoridade Palestina, Sudão, etc… ISSO TEM).
    IMPEACHMENT PELA carência de saneamento básico, os apagões de energia elétrica, apagão logístico, e caos das grandes cidades.
    IMPEACHMENT PELOS empréstimos secretos à Cuba e Angola.
    IMPEACHMENT PELA utilização política de empresas estatais e de economia mista, com recursos financeiros mal aplicados ou utilizados de maneira inescrupulosa, ocasionando graves prejuízos, como os verificados na Petrobras.
    IMPEACHMENT PELO abandono das obras de transposição do rio São Francisco.
    IMPEACHMENT PELO estímulo à luta de classes, à invasão de propriedades particulares e à desagregação da sociedade.
    IMPEACHMENT PELOS programas eleitoreiros, disfarçados em projetos sociais, sem nenhuma contrapartida, que objetivam apenas a conquista de votos para a manutenção do poder.
    IMPEACHMENT PELO retorno da inflação, o aumento brutal da dívida interna e externa a quebra do equilíbrio fiscal.
    IMPEACHMENT PELO aniquilamento de nossa indústria, os malefícios à agropecuária, e a perda da competitividade internacional.
    IMPEACHMENT PELOS cartões corporativos e o alto custo da máquina governamental, com os seus trinta e nove ministérios, criados, em sua maioria, apenas para abrigar políticos obscuros e os interesses dos partidos da base aliada.
    IMPEACHMENT PELO aparelhamento do Estado, inclusive o da mais alta corte do Poder Judiciário, por pessoas ligadas ao partido político da “presidenta”.
    IMPEACHMENT PELO expurgo dos comunistas/socialistas/
    terroristas.
    IMPEACHMENT PELA tentativa de mudar a verdadeira História do Brasil, com a instalação de uma Comissão, que de verdade só tem o nome.
    IMPEACHMENT PELA subordinação da política externa brasileira aos ditames do Foro de São Paulo, com o país caudatário das decisões de governos populistas e ditatoriais da América Latina.
    IMPEACHMENT PELA insistência de transformar o Brasil em uma ditadura do proletariado.
    IMPEACHMENT PELAS tentativas de macular as Forças Armadas, de silenciar a imprensa, de implantar, paulatinamente, o comunismo no Brasil, travestido agora com o nome de socialismo bolivariano.
    IMPEACHMENT PELA tentativa de importar 6.000 terroristas comunistas, com máscaras de médicos cubanos.
    IMPEACHMENT PELOS políticos demagogos, oportunistas, mentirosos e corruptos.
    IMPEACHMENT PELA impunidade dos mensaleiros.
    IMPEACHMENT PELA degradação da classe política. Verdadeira casta de mafiosos.
    IMPEACHMENT PELOS seguidores de falsos profetas, os aproveitadores, os bajuladores, de todas as espécies.
    IMPEACHMENT PELOS inocentes úteis, os conformados, os omissos.
    IMPEACHMENT POR todo o mal que nos últimos dez anos, o partido político que se dizia ético, fez ao meu país.
    Um abraço

  • Leo Disse:

    Todos os que têm alguma inteligência , sabem que não cabe o bonito impeachment, afinal a tia ganhou a eleição; e não foi nos locais do panelaço de ontem :morumbi , ipanema e batél, se coube-se será que seria melhor se iniciar pelo palacio iguaçu? Garanto que os servidores inteligentes e os respeitáveis professores aprovariam , voce não Jota ? Quem queria me roubar as contribuições do Paranaprevidencia foi o beto e não a Dilma . Depois falar do movimento reivindicatório dos servidores em programa de bandido, é péssimo ; prefiro o Marcelo Resende da RIC , o enjoo de estômago é menor ! Daqui a pouco essa coisa que governa o estado, estara tentando novamente enganar os evangélicos, só que agora de madrugada . Que nojo !

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