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  • 08mar

    BLOG DO CÍCERO CATTANI

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    O ex-DAS-5 da Governadoria, Tchello Caramori, e o ex-delegado da Receita Estadual em Londrina, Márcio Albuquerque de Lima têm em comum a amizade com o governador Beto Richa e o envolvimento no escândalo sexual que abalou Londrina.

    O primeiro, ainda, como detentor de  cargo de confiança, e o outro, como companheiro nas pistas de corridas.

    Ambos estão envolvidos na enrascada que está chegando às portas do Iguaçu.

    Atrás desses nomes, estariam o sujeito oculto Luiz Abi, que age nas escuridões do poder, e o primeiro-irmão Pepe Richa, que tem detém o maior orçamento para obras do governo.

    Material explosivo que a revista Veja investiga em Curitiba, depois do estouro do esquema de achaque  montado na delegacia regional da Receita Estadual .

    Segundo o Jornal de Londrina, do grupo RPC, pelo menos oito funcionários da Receita Estadual em Londrina e Curitiba são investigados por fraudes, enriquecimento ilícito e desvio de dinheiro público pelo Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

    Três deles já estão presos – quatro ainda não tiveram os nomes revelados. Em Londrina, a Receita Estadual tem 124 funcionários.

    “É uma investigação bastante difícil. Leva tempo, mas vamos descobrir como o encobrimento desses capitais ocorriam”, afirmou aos repórteres Marcelo Frazão e Tatiane Salvático, do JL, o  promotor Renato de Lima Castro, sobre as dezenas de malotes de documentos apreendidos.

    “Obtivemos a quebra do sigilo bancário e fiscal de mais de 40 empresas e pessoas físicas. Vamos comparar os documentos apreendidos com a movimentação financeira dessas pessoas”, explicou o promotor.

    Na quinta-feira (5), o Gaeco apreendeu documentos e computadores em mais de 50 endereços na região de Londrina e ainda no escritório da Receita Estadual em Curitiba, onde está lotado um dos investigados – Márcio Albuquerque de Lima, ex-delegado do órgão em Londrina.

    Lima é parceiro de equipe do governador Beto Richa nas provas de automobilismo.

    Segundo os investigadores, o objetivo é desvendar o esquema de “branqueamento de capital”: onde funcionários do órgão cobravam propinas de empresários de até R$ 200 mil e conseguiam dar baixas em dívidas estaduais de impostos como o ICMS.

    Publicado por jagostinho @ 14:37



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