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  • 02mar

    Ossami Sakamori BlogSpot.com

     

    O jornal Estadão de ontem, dia 1/3/2015, traz a íntegra da matéria da revista The Economist, que faz análise sobre a situação econômica do Brasil.

    Em poucas palavras, a matéria diz que atrás da aparente normalidade o Brasil vive situação de difícil saída. Na sequência o resumo do que foi dito pela revista acrescido de meus comentários. 

    The Economist dá destaque ao endividamento do setor público brasileiro, estimado pela revistam em 66% do PIB, número bem distante do que o governo e imprensa brasileira divulga.

    O número é exatamente aquele que eu apresento nas minhas matérias, excetuando a dívida do Banco Central que eu particularmente considero como dívida do setor  público.

    A revista The Economist dá destaque também para o pagamento de juros pelo Brasil. A revista fala em R$ 311,4 bilhões os juros pagos pelo Brasil em 2014. O número aproxima muito do número que eu trabalho, que é próximo de R$ 320 bilhões, somente do governo da União.

    Para mim, a novidade foi o número do endividamento externo do setor público e privado do Brasil, segundo The Economist, fornecido pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais), que era de US$ 250 bilhões no final de 2014.

    Isto, de certa forma quebra a falácia do governo petista de dizer que o Brasil não tem dívida externa. De certa forma, desmascara a falácia do ex-presidente Lula.

    A revista The Economist chama atenção ao fato da população brasileira ter 46% da sua renda comprometida para pagamento de parcelas de financiamentos.

    Faz comparação com o endividamento do povo italiano que tem o comprometimento acima ao do brasileiro, mas que a taxa de juros pagos pela população é significativamente menor do que a taxa de juros pagos pelos brasileiros.

    Em outras palavras, também, a revista britânica fala de medidas contraditórias tomadas pelo governo brasileiro na formulação da política econômica, tal que acha pouco provável a saída simples da crise econômica que o Brasil se meteu.

    Não é palavra da revista The Economist, que usa da diplomacia para expressar a situação do País, mas traduzindo em nosso palavreado, o Brasil se encontra no atoleiro, de difícil saída.

    Finalmente, a The Economist, termina a matéria dizendo na lata que: “numa economia que caminha para a recessão, este não é bom lugar para se viver”.

    Ossami Sakamori
    @SakaSakamori

    Publicado por jagostinho @ 15:21



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