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    Talita Fernandes e Daniel Haidar, do Rio de Janeiro
    A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, durante campanha em São Paulo, nesta segunda-feira (15)

    A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, durante campanha em São Paulo, nesta segunda-feira (15) (Paulo Whitaker/Reuters)

    A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, fez na noite desta quarta-feira o segundo encontro de campanha com artistas.

    Desta vez, a reunião ocorreu na escola de cinema Darcy Ribeiro, no centro do Rio de Janeiro, em evento organizado pelo ator Marcos Palmeira, com a presença de personalidades como Gilberto Gil, Jorge Mautner, Maitê Proença, Marco Nanini, Charles Gavin, Victor Fasano e Silvio Tendler.

    ‘Marinar’ – Gil e Mautner gravaram uma música especialmente composta para a presidenciável. Durante o evento, a candidata foi surpreendida pela canção “Marinar, morenar”.

    Embalada com o refrão “Marina, vou eu, sonhar que a menina vai chegar. Marina vou eu, votar na Marina”, a letra foi gravada com Mautner no violino e Gil no violão.

    “Esse amigo querido fez essa música que me emocionou de uma forma fantástica.”, disse Marina ao ouvir a homenagem.

    Gil e Marina foram colegas de Esplanada durante o governo Lula, quando ele ocupava a pasta da Cultura e ela, a do Meio Ambiente.

    O cantor havia declarado apoio e voto à pessebista desde a campanha de 2010, quando Marina se candidatou pelo PV.

    Questionado sobre as críticas feitas pelo PT à Marina, Gil disse que “são vícios da política”.

    “A política nem sempre cai, mas corre sempre esse risco da tentação do viés reducionista de utilizar meios não muito civilizados, trabalhar para desqualificar adversários. É uma coisa meio da política mesmo, a política não tem a grandeza da arte.”

    Sobre Lula, o cantor diz não se surpreender sobre sua postura em relação à Marina. “Ele diz que é assim, diz que a política é assim, ele aceita a política assim.”

    Gil descartou ocupar um cargo em eventual governo de Marina. “Vou continuar trabalhando, ajudando no que for possível (…) Agora, cargo no governo eu não quero.”

    Bem humorada, Marina brincou com a plateia ao falar dos ataques de Dilma Rousseff.

    Na frente de Nanini, falou, em tom de deboche, que só faltava aos adversários sugerir que ela foi a responsável pelo fim do seriado A Grande Família.

    “Parece até que eu sou o Exterminador do Futuro”, afirmou, arrancando gargalhadas da plateia.

    No discurso à classe artística, Marina repetiu a pregação por uma “nova política” e disse que o eleitor não é mais dirigido por um “líder carismático”.

    Ela voltou a se dizer vítima do “marketing selvagem” da campanha petista. “Na política, inventaram o marketing selvagem. Tudo de mal que poderia acontecer é culpa da Marina”, ironizou.

    Publicado por jagostinho @ 17:44



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