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  • 14set

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    Em discurso, candidata do PSB à Presidência voltou a reafirmar estratégia de não rebater artilharia dos adversários

    Marcela Mattos, de João Pessoa
    Marina Silva visita hospital filantrópico em João Pessoa (PB)

    Marina Silva visita hospital filantrópico em João Pessoa (PB) (Hans von Manteuffel/ O Globo/VEJA)

    Alvo de uma onda de ataques orquestrada pelo PT, a candidata à presidência pelo PSB, Marina Silva, afirmou neste sábado que não vai recorrer aos mesmos métodos usados pela presidente Dilma Rouseff e que pretende inaugurar uma campanha mostrando “a outra face”.

    “Quem vai ganhar as eleições não são as estruturas, mas as posturas. Vamos ganhar a eleição mostrando a outra face”, disse Marina, durante visita a um hospital filantrópico em João Pessoa (PB).

    “Para a face da mentira, a verdade. Para a face da agressão, o respeito”, continuou.

    “Eles estão me agredindo muito e, quando eu peço para eles pararem com a mentira e a calúnia, dizem que eu estou me fazendo de vítima. Olhem como a política ficou perversa. Você tem de ser caluniado, apunhalado e ainda ficar calado e sorrir agradecendo”.

    “Filha de pobre, negra e evangélica é para ser desrespeitada, tratada com preconceito. Estão disseminando uma cultura de ódio no Brasil”, discursou Marina.  

    Dilma tem usado as mais diversas estratégias para tentar desconstruir a candidatura da socialista: durante os onze minutos de programa eleitoral diários e em discursos Brasil afora, já acomparou aos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor, que não concluíram os quatro anos de mandato.

    Afirmou que a adversária é contra a exploração do pré-sal, o que diminuiria os recursos para saúde e educação, e que a autonomia do Banco Central, uma bandeira de Marina, levaria ao desemprego e à redução de salarios.

    Com cerca de dois minutos de tempo de televisão, a candidata socialista tem dedicado boa parte do tempo a negar as afirmações da campanha do medo.

    “Não vou responder utilizando as mesmas armas, os mesmos métodos. Nós vamos continuar dialogando. Eu estou em paz com a minha consciência e muito tranquila. O que eu vejo no programa dos candidatos do PT e do PSDB é o desespero com a possibilidade de perder. Valem-se de meios que são inaceitáveis”, disse a candidata. 

    Noitada – O atraso de duas horas de Marina Silva para chegar a João Pessoa fez com que seu comício, realizado no Mercado Mangabeira, área boêmia da cidade, competisse com a noitada de sábado dos paraibanos.

    Algumas pessoas, já embriagadas, dançavam ao som dos jingles; outras pararam para ouvir o discurso da candidata e as demais preferiram ir embora e curtir a noite em outro local. 

    Nordeste – Seguindo a agenda pelo Nordeste, onde tem se dedicado a negar que vai acabar com o Bolsa Família e outros programas sociais caso seja eleita, Marina fez comício na cidade de Sobral, no interior do Ceará.

     Na terra dos irmãos Cid e Ciro Gomes, ex-pessebistas aliados de Dilma que romperam com Campos após o partido anunciá-lo como candidato ao Planalto, Marina pediu trégua aos adversários de campanha. 

    Publicado por jagostinho @ 11:55



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