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  • 09set

    GIBA UM

    Está nas mãos do ministro Teori Zavascki, do Supremo, a homologação do acordo de delação premiada que Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, fez com o Ministério Público Federal.

    Zavascki é o mesmo que libertou Costa em maio, voltando atrás e admitindo o erro, depois da advertência do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, de que ele poderia escapar e destruir provas.

    Na condição de réu colaborador, em caso de condenação, o ex-diretor da Petrobras poderá ter sua pena diminuída em até dois terços. Mais: a legislação prevê também a hipótese de perdão judicial, com a extinção total de pena.

    Ou seja: mesmo confessando os crimes, ele se livraria da cadeia.

    Aécio no ataque

    O candidato Aécio Neves (PSDB), enquanto anda o processo de delação premiada de Paulo Roberto Costa, continuará insistindo que não apenas Dilma Rousseff e igualmente o ex-presidente Lula, supostamente, deveriam ter suspeitas do esquema criminoso.

    Durante os oito anos do primeiro governo petista e mais um ano, no governo da hoje candidata à reeleição, Costa ocupou a diretoria de Abastecimento da estatal.

    Quando ministra de Minas e Energia, Dilma era presidente do Conselho de Administração da Petrobras e continuou na posição quando foi para a Casa Civil.

    Antes de ser presidente, Graça Foster foi diretora de Gás e Energia.

    Paulo Roberto era homem de confiança de Lula e só foi afastado quando Graça assumiu a presidência da empresa.

    Festa de provas

    As informações que já vazaram sobre os depoimentos de Paulo Roberto Costa como parte da delação premiada são apenas parte de tudo o que foi revelado.

    Há mais nomes de políticos, especialmente petistas e supostamente, José Dirceu estaria no meio de tudo. Costa, além de planilhas já apreendidas em seu escritório e em meio aos documentos que seus familiares tentaram esconder, tem cópias de toda a movimentação feita pelo doleiro Alberto Yousseff, envolvendo bancos no Exterior.

    Esse é o material explosivo que o MP guarda a sete chaves. Yousseff, do seu lado, também gostaria de fazer delação premiada: no seu caso, é mais complicado. Já fez no passado e não cumpriu o acordado, voltando a ser doleiro.

    Família sob proteção

    Enquanto estiver na prisão, Paulo Roberto Costa ocupará cela individual com vigilância do lado de fora o tempo inteiro. Na hora de tomar sol, será acompanhado por um agente carcerário.

    Na delação premiada, uma das principais condições pedidas pelo ex-diretor da estatal foi a proteção total para seus familiares 24 horas por dia.

    A maioria deles já estaria morando, mesmo que provisoriamente, em outros endereços, conhecidos apenas pela Polícia Federal.

    Publicado por jagostinho @ 09:12



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