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  • 06set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA REQUIÃO 15

    Índice comprova o que os professores da rede estadual de ensino têm denunciado, como falta de infraestrutura e até mesmo segurança nas salas de aulaIdeb

    O Ministério da Educação divulgou nesta sexta-feira (05) o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013 que mostra que o Paraná, que já esteve em primeiro lugar, agora é o nono colocado.

    O Índice reúne dois conceitos importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações.

    O Índice começou a ser calculado no mesmo período da gestão Requião 2003-2010.

    Em 2005, o Paraná estava em 6º lugar com pontuação 3,6. Dois anos depois, em 2007, o Estado tinha subido para segunda posição, com 4.

    Em 2009, o Paraná alcançou o 1º lugar, com pontuação 4,2. Até aqui, a prioridade do Governo do Estado era a educação.

    O então governador Roberto Requião determinou que 30% do orçamento seria destinado para a educação. E uma revolução no ensino público começou.

    Livros didáticos eram feitos pelos professores e distribuídos de graça. As escolas começaram a ser reformadas, ganharam quadras cobertas e novos colégios foram construídos.

    Os professores ganharam atenção especial: salários revistos e um programa de qualificação continuada, o PDE.

    Por dois anos poderiam ficar fora das salas de aula estudante e se atualizando.

    Também foram comprados 1.100 ônibus para o transporte escolar e retomados os Jogos Colegiais e criadas as Patrulhas Escolares.

    Dentro das escolas tecnologia com as TVs multimídias e internet gratuita. Fora das escolas, incentivos como o festival Fera com Ciência.

    O ensino público foi valorizado. Os professores tinham boas condições de trabalho. Os funcionários da educação tinham orgulho de serem funcionários do governo do Paraná.

    Abandono – No entanto, em 2011 o Paraná começou a cair na colocação do Ideb. Neste ano, a pontuação registrada foi 4 e o Paraná ficou em terceiro lugar.

    E o índice divulgado hoje – 3,8 – derrubou o Paraná para a nona posição e comprova o que os professores têm dito em greves e protestos: a educação está abandonada.

    Uma greve neste ano parou o ensino público por uma semana no Paraná, reuniu 30 mil educadores e teve a solidariedade de alunos e da sociedade.

    Escolas com problemas de infraestrutura, pagamentos atrasados, contratos temporários precários, problemas com a merenda escolar, retrocesso.

    “Vamos trocar de governo”, apelou o senador pelo Twitter ao saber da nova colocação do Paraná no ranking.

    (Assessoria de Imprensa / Carolina Cattani)

    Publicado por jagostinho @ 11:44



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