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  • 06set

    VEJA.COM

    Alexandre Padilha, Gleisi Hoffmann e Marcelo Crivella tentaram usar o cargo para aumentar popularidade, mas as pesquisas mostram que a tática falhou                                                                                                                PADILHA GLEISI PADILHAEm uma eleição na qual a favorita à Presidência tem apenas dois minutos de TV e uma estrutura de campanha muito menor do que a de dois adversários, a correlação entre o uso da máquina e o resultado das urnas parece ser mais fraca do que já foi no passado.

    E há casos concretos para comprovar isso. Em abril, cinco ministros do governo Dilma deixavam seus postos para participar das eleições.

    Desses, quatro se candidataram a governador. Três caminham para uma derrota nas urnas. Aparentemente, ter participado de um governo cuja popularidade fica em torno dos 34% não é uma vantagem eleitoral.

    Os ex-ministros de Dilma usaram o quanto puderam a estrutura do Estado para aumentar sua exposição sob os holofotes.

    Alexandre Padilha, da Saúde, Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Marcelo Crivella, da Pesca, usaram seus cargos como plataforma eleitoral. 

    Padilha intensificou as viagens a São Paulo e aumentou a frequência com que concedia entrevistas. Mais a divulgação do Mais Médicos e a companhia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos palanques não ajudou o petista a ganhar votos.

    Tanto que partiu do próprio Lula uma recomendação aos correligionários: que reforcem a campanha de Paulo Skaf (PMDB) para tentar derrotar o tucano Geraldo Alckmin.

    Apesar de ter subido na última pesquisa Datafolha, Padilha tem apenas 7% das intenções de voto.

    No Paraná, Gleisi também está em terceiro lugar, muito distante do segundo colocado, Roberto Requião (PMDB) e ainda mais do líder nas pesquisas, o tucano Beto Richa.

    A ex-ministra da Casa Civil, que chamou a atenção da presidente Dilma Rousseff ainda no início de seu primeiro mandato no Senado, deve passar os próximos quatro anos cumprindo o mandato no Congresso.

    Crivella, que sustentava a vice-liderança no Rio, caiu para o terceiro lugar na disputa graças à ascensão do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), dono de uma máquina mais poderosa e de mais tempo na televisão.

    Ou seja: o ex-ministro da Pesca não tem um prognóstico muito positivo.

    Também no Rio de Janeiro, o também ex-ministro Carlos Lupi, que deixou o cargo evolvido em denúncias de corrupção e depois se reabilitou com a presidente Dilma Rousseff, tem apenas 3% das intenções de voto na disputa pelo Senado no Rio de Janeiro.

    Ele perde até para o candidato do nanico PCB.

    A exceção é o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Fernando Pimentel. O petista lidera as intenções de voto na eleição para o governo de Minas Gerais.

    O vice dele, Antônio Andrade (PMDB), também fez parte da equipe de Dilma: foi ministro da Agricultura.

    Na terra de Aécio Neves, entretanto, o tucano Pimenta da Veiga (PSDB) tem crescido nas pesquisas. Com ou sem Pimentel no governo, tudo indica que o saldo dos ex-ministros de Dilma não será dos melhores nestas eleições.

     

    Publicado por jagostinho @ 16:08



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • LEO Disse:

    Jota , você não acha muito chato esses comentários da VEJA.COM ? Não têm aquela cara nojenta de patrocínio do p.s.d.bosta; porque não se estendem nos comentários da eleição em Minas Gerais, onde devem perder no primeiro turno pro P.T. Volta logo REQUIÃO, daqui a pouco os caras vão comprometer a verba do décimo terceiro dos servidores do estado.

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