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  • 11mar

    G1 – PR

    Novo valor deve ser divulgado até quinta-feira (13) (Foto: Maurilio Cheli/SMCS/Divulgação)

    Novo valor deve ser divulgado até quinta-feira (13)
    (Foto: Maurilio Cheli/SMCS/Divulgação)

    Uma reunião na tarde desta segunda-feira (10), na Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) definiu que os prefeitos de 14 cidades, incluindo a capital, vão formar um grupo de trabalho para discutir os valores da tarifa única para a Rede Integrada de Transporte (RIT).

    Segundo a Comec, eles afirmaram que devem divulgar o novo valor da tarifa técnica da RMC até o dia 13 de março.

    A tarifa técnica é o valor efetivamente pago às empresas de ônibus. No caso da capital, a Prefeitura de Curitiba informou que estuda o valor para a cidade e acredita que o montante pode passar para R$ 3,20 em cada passagem.

    Atualmente, as empresas recebem R$ 2,93m enquanto os usuários pagam R$ 2,70 para passar as catracas.

    O valor é questionado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Para os conselheiros do órgão, a tarifa técnica poderia custar R$ 0,43 a menos do valor atual.

    Todavia, a prefeitura da capital recorreu da decisão do TCE que obrigava a mudança e conseguiu a manutenção dos valores pagos atualmente.

    Já para a RIT, a Prefeitura de Curitiba, que gerencia o sistema, recebe um subsídio do governo estadual, que garante os valores para os demais municípios.

    De acordo com a Comec, o estado já garantiu R$ 80 milhões em subsídios para o sistema de transporte na Região de Curitiba.

    Desse montante, R$ 60 milhões saem de um pagamento direto à Urbs, autarquia que controla a RIT, e o restante faz parte da desoneração do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o diesel usado pelas empresas de ônibus.

    Licitação

    Na quinta-feira (6), o governo estadual informou que estuda licitar as linhas de ônibus que servem aos municípios da Região Metropolitana.

    A licitação das linhas é uma exigência da lei, e de responsabilidade do estado. Atualmente, os municípios da Região Metropolitana são atendidos pela RIT em um convênio com a Urbanização de Curitiba (Urbs) – responsável pelo gerenciamento do sistema de transporte coletivo.

    A Prefeitura de Curitiba, porém, cobra do governo agilidade na licitação, e encaminhou pedido de providências ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do estado do Paraná (TCE-PR).

    Segundo a prefeitura, o governo não cumpriu compromisso firmado em maio de 2013.

    Neste acordo, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedu) e a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) deveriam fazer a licitação até o dia 28 de fevereiro de 2014, para que a Urbs deixasse de gerenciar as linhas de outros municípios.

    Diariamente, 460 mil passageiros são transportados por 570 ônibus de 105 linhas metropolitanas.

    Greve

    Recentemente, os trabalhadores das empresas de ônibus fizeram uma greve de quatro dias.

    Em meio a polêmicas de que a paralisação teria sido encomendada pelos donos das empresas, com o objetivo de aumentar o valor da passagem de ônibus, a categoria pedia reajuste salarial de 10,5% para motoristas e cobradores, além de outras vantagens.

    Após uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), os funcionários acabaram aceitando uma proposta feita pela própria juíza que mediou o impasse e aceitaram um reajuste de 9,28%.

    Antes do aumento salarial, o montante pago em salários para os trabalhadores, segundo a prefeitura de Curitiba, somava 47% do total da tarifa técnica paga às empresas. O piso salarial, até então, era de R$ 1.660,81 para motoristas e R$ 940,80 para cobradores.

    Publicado por jagostinho @ 13:17



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