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  • 16nov

    ENTRELINHAS/GAZETA DO POVO/MARCELA CAMPOS

    COMÉRCIO NO ONIBUSentrelinhas_161113Embora adesivos colados nos ônibus de Curitiba alertem os usuários sobre a proibição de pedidos de doação e de comércio no interior dos veículos, a prática é comum em algumas linhas, entre elas a Santa Cândida/Capão Raso.

    Passageira diz que todos os dias, no terminal do Capão Raso, pedintes embarcam no ônibus biarticulado que faz o trajeto.

    Normalmente nem os motoristas nem os usuários parecem se incomodar. Mas nesta semana a situação rendeu uma discussão acalorada.

    Tudo começou quando dois rapazes passaram a abordar os passageiros, apresentando-se como representantes de uma instituição de reabilitação de dependentes químicos chamada Manassés.

    Um fiscal da Urbs que estava no veículo pediu para eles pararem e aí começou a discussão.

    Fraude?

    Os rapazes tentavam explicar o seu lado e a importância do auxílio da população na compra dos produtos.

    Foi aí que o fiscal afirmou que a tal instituição não existe e que vários “representantes” da suposta entidade já haviam sido levados à delegacia por enganar o povo.

    Uma cobradora, que viajava como passageira, confirmou que a fraude foi descoberta pela Urbs.

    Ela ainda elogiou o fiscal, porque disse que normalmente o profissional percebe a ação, mas não faz nada – e aplica multa ao motorista.

    Legislação

    Segundo o Decreto 1.356/2008, os funcionários das empresas de transporte coletivo devem “impedir a atividade de vendedores ambulantes, pedintes ou pessoas fazendo panfletagem no interior dos veículos, estaçõestubo e terminais”.

    Em caso de descumprimento, o motorista pode ser multado. Segundo a Urbs, geralmente são aceitas medidas saneadoras, ou seja, o motorista é apenas chamado na direção para receber orientações.

    Sobre a ONG Manassés, o órgão informou que a entidade foi investigada informalmente por funcionários da Urbs, que não encontraram nem mesmo o endereço da instituição em Curitiba.

    Os fiscais repassaram o caso para a Polícia Civil.

    Publicado por jagostinho @ 13:56



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