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  • 12nov

    BEM PARANÁ/IVAN SANTOS

    Osmar Serraglio: para dirigente, PMDB será o “fiel da balança” na eleição do Paraná (foto: Divulgação)

    Dividido sobre que rumo tomar nas eleições para o governo do Estado em 2014, o PMDB do Paraná decidiu procurar o vice-presidente da República e presidente nacional licenciado do partido, Michel Temer.

    No próximo dia 4, a bancada peemedebista na Assembleia Legislativa embarca para Brasília para um encontro com Temer, em busca de orientação da cúpula nacional da legenda sobre o que fazer no ano que vem. 

    O PMDB paranaense está indeciso entre o lançamento de um candidato próprio ao Palácio Iguaçu – cuja indicação é disputada pelo senador Roberto Requião e pelo ex-governador Orlando Pessuti – ou uma aliança, que pode ser com o atual governador Beto Richa (PSDB), ou com a ministra chefe da Casa Civil e provável candidata do PT, Gleisi Hoffmann.

    Na bancada da sigla na Assembleia – a maior da Casa, com 14 parlamentares – a maioria prefere subir no palanque de Richa.

    Em troca, o governador oferece a vaga de vice, que pode ser ocupada pelo atual presidente da Executiva Estadual do PMDB, deputado federal Osmar Serraglio. 

    Requião e Pessuti defendem a candidatura própria, mas rompidos desde a eleição de 2010, um não admite apoiar o outro, o que enfraquece suas posições no embate interno.

    Os defensores da aliança com Richa alegam que se trata de uma questão de sobrevivência. Com 14 deputados, alegam, e sem uma aliança na chapa proporcional para a Assembleia, mais da metade dos parlamentares peemedebistas pode não se reeleger. 

    Já os defensores da aliança com Gleisi do PT alegam que o partido já está fechado em torno da reeleição da presidente Dilma Rousseff, em troca da manutenção de Temer como companheiro de chapa da petista.

    “Sou favorável à candidatura própria ao governo. Caso isso não dê certo, minha primeira opção seria a aliança com o PT”, defende o deputado federal e coordenador da bancada paranaense em Brasília, Marcelo Almeida (PMDB), que participou ontem da reunião com os deputados estaduais do partido.

    “O ideal seria que se repetisse no Paraná o desenho da aliança nacional. Mas sabemos das dificuldades para que isso aconteça”, afirmou Almeida. 

    Segundo ele, o encontro com Temer seria uma forma de tentar “clarear” a tendência do partido para o ano que vem.

    A grande preocupação dos deputados estaduais é ter a garantia de que uma eventual aliança com o PSDB de Beto Richa seja respeitada pela direção nacional.

    Uma resolução interna do PMDB prevê que qualquer decisão no estados em que não haja candidato próprio ao governo, qualquer decisão sobre aliança terá que passar pelo crivo da cúpula nacional da sigla. 

    Fiel da balança

    Almeida afirmou ainda que caso a candidatura de Requião vingue, ele pode disputar uma candidatura ao Senado.

    “Embora seja um grande desafio, estou disposto”, afirmou o deputado, referindo-se ao fato de que ele teria que enfrentar a candidatura a reeleição do senador Alvaro Dias (PSDB), apontando como favorito. 

    Serraglio afirmou que seja qualquer a decisão, o PMDB será o “fiel da balança” na eleição para o governo paranaense no ano que vem, por conta do peso do partido.

    “De qualquer forma, onde estiver o PMDB estará a vitória”, previu.

    Publicado por jagostinho @ 10:28



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