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  • 24ago

    VEJA.COM/Hugo Marques

    Presidente Dilma Rousseff, ex-prefeito de Realeza Eduardo Gaieviski e a ministra Gleisi Hoffmann
    A presidente Dilma Rousseff, o ex-prefeito de Realeza Eduardo Gaieviski e a ministra Gleisi Hoffmann: assessor da Casa Civil, ele teve prisão preventiva decretada (Divulgação)
    A Justiça de Realeza, no Paraná, decretou ontem a prisão preventiva do assessor especial da Casa Civil da Presidência da República Eduardo André Gaievski.

     

    Ex-prefeito de Realeza, no Paraná, ele é investigado por estupro de vulneráveis. Um inquérito que tramita em segredo no fórum da cidade reuniu depoimentos de supostas vítimas.

    Segundo os relatos, o então prefeito oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo.

    “Eu tinha 13 anos de idade e o prefeito foi me buscar no colégio para levar para o motel”, diz J. S., uma das vítimas, que hoje está com 17 anos.

    O prefeito, segundo os relatos, aliciava as garotas usando mulheres mais velhas para convencê-las a manter relações com ele.

    “A gente era ameaçada para não contar nada a ninguém”, diz A.F., que tinha 14 anos quando foi levada ao motel Jet’aime pelo prefeito três vezes, recebendo entre 150 e 200 reais cada uma delas.

    P.B., outra suposta vítima, contou que saiu com o prefeito três vezes em troca de um emprego na prefeitura. “Hoje tenho depressão e vivo a base de remédios”, conta a moça, que está com 22 anos. “Quando ele enjoou de mim, fui demitida.”

    Eduardo Gaievski foi prefeito por dois mandatos, entre 2005 e 2012.

    Em janeiro, a convite da ministra Gleisi Hoffmann, ele assumiu o cargo de assessor especial do ministério, encarregado de coordenar programas sociais importantes, como o de combate ao crack e o de construção de creches.

    Seu gabinete fica no quarto andar do Palácio do Planalto.

    O assessor nega todas as acusações. Segundo ele, as denúncias foram armadas por adversários políticos que teriam interesse em prejudicar a ministra Gleisi.

    “Nego tudo isso e sei que vou provar minha inocência”, disse ele. Gaievski alega que o processo é retaliação de integrantes do Ministério Público do Paraná que teriam sido denunciados por ele quando era prefeito de Realeza.

     

    Publicado por jagostinho @ 11:44



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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Ana Disse:

    Demissão de Gleisi já. Não pode uma ministra nomear um estuprador em cargo de confiança e ficar impune!!!

  • Ana Disse:

    Demissão de Gleisi já. Não pode uma ministra nomear um estuprador em cargo de confiança e ficar impune….

  • Juliano Disse:

    Cadê os serviços de informações do Palácio do Planalto que não conseguiu identificar a ficha suja desse estuprador…Aqui em Realeza teve foguetório. Tudo mundo sabia que o ex-prefeito não era flor que se cheire. Cadeia para vagabundo estuprador de meninas. Lá os presos vão tomar conta dele!

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