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  • 23ago

    G1

     

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou ao G1 nesta quinta-feira (21) (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou ao G1
    nesta quinta-feira (21) (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

    O governo já admite que a economia brasileira vai crescer menos que o esperado.

    Em entrevista ao G1, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (22), que a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 e 2014 será revisada para baixo.

    “O governo vai trabalhar no orçamento de 2014 e no relatório que vamos ter no mês que vem com a revisão do PIB para 2013. A revisão será para 2,5%”, disse ele.

    A última previsão oficial, divulgada em julho no orçamento de 2013, apontava para uma alta de 3% no PIB deste ano.

    Em dezembro de 2012, também em entrevista exclusiva ao G1, Mantega afirmara que a previsão era de alta de 4% no PIB deste ano.

    Com relação a 2014, o ministro diz que a previsão “era 4,5%, vai passar para 4%”.

    Câmbio

    Falando sobre a alta do dólar – que na quarta-feira atingiu R$ 2,45, a maior cotação desde dezembro de 2008 – Mantega afirmou que é passageira.

    “Essa excesssiva [alta ] é passageira. Para onde vai, nós não sabenos. Mas acho que depois da turbulência do Fed, ela volta para patamares menores”, disse, destacando que, para o governo, não é bom um dólar num patamar elevado.

    Segundo Mantega, a alta do câmbio é um “movimento transitório”, cuja causa já foi identificada.

    “É um movimento dos títulos americanos e das ações do Banco Central americano. E elas vão refluir em algum momento”. “O importante é que nosso câmbio é flutuante, e que flutua em todas as direções”, afirmou.

    O ministro se referia ao programa de estímulo monetário dos Estados Unidos, que vem injetando dólares no mercado ao recomprar títulos – e que pode ser encerrado em meados do próximo ano, segundo o Banco Central dos EUA.

    Combustíveis

    Com relação a um possível reajuste dos combustíveis, Mantega reconheceu que a alta do dólar pressiona os custos da Petrobras, mas disse não ver necessidade de um aumento automático em função da desvalorização do real.

    “Não é automático, mesmo porque não sabemos quando vai voltar [a taxa de dólar a patamares mais baixos], se vai ficar, não vai ficar. Tudo isto é uma incógnita. Tem que esperar para ver”, disse.

    Questionado se um novo reajuste nos preços dos combustíveis seria inevitável, ele disse: “Não é questão de ser evitável ou não”.

    “Todo ano a Petrobras reajusta o preço da gasolina e do diesel, isto é normal. Não há número fixo de reajuste [no ano]. Pode ser 1, 2, 3. Há uma tendência de convergir com o preço internacional”.

    “O que não pode passar para o preço é uma turbulência passageira porque senão os preços estariam endoidados”.

    Leilão de energia

    Mantega informou ainda que o governo decidiu melhorar as condições de financiamento para melhorar a rentabilidade dos projetos de termelétricas a biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas que irão participar do leilão de energia marcado para a próxima semana.

    “O prazo de financiamento passou de 16 anos para 20 anos”, disse, acrescentando que o governo também diminuiu as exigências de capital. “isso vai reforçar este leilão na semana que vem”, avaliou.

    Segundo o ministro, o governo ainda irá detalhar aos investidores as novas condições.

     

    Publicado por jagostinho @ 09:32



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