Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 04ago

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    O dia em que Joaquim Barbosa foi reprovado no Itamaraty.

    Saiba o que consta no relatório sobre o presidente do STF

    Barbosa: prova oral

    Em entrevista a Miriam Leitão, em O Globo, no dia 28, Joaquim Barbosa acusou o Itamaraty de ser “uma das instituições mais discriminatórias do Brasil”.

    Disse que depois de passar nas provas escritas para a carreira diplomática, foi barrado por racismo nas provas orais.

    Ficou a dúvida: afinal, que provas orais eram essas?

    No exame psicotécnico, feito no dia 7 julho de 1980, a questão da cor de fato aparece. No relatório, o avaliador relata que Barbosa “tem uma auto-imagem negativa, que pode parcialmente ter origem na sua condição de colored”.

    Mais: diz que suas atitudes eram agudas demais para alguém da carreira diplomática.

    Barbosa enfrentou ainda uma banca em que cinco diplomatas deram notas inclusive para a sua aparência — descrita como “regular”. Alguns desses diplomatas são hoje embaixadores.

    A propósito, desde meados dos anos 80 as provas do Itamaraty são apenas escritas. As provas orais começaram a ser feitas no final dos anos 70.

    Tinham como objetivo detectar “subversivos”  (o Brasil estava sob uma ditadura, enfatize-se) e a condição sexual dos candidatos.

    Ou seja, se eram homossexuais. “Qual é o nome de sua namorada?”, chegava a perguntar um dos psicólogos incumbidos do psicotécnico para, em seguida, mostrar ao candidato a ilustração de uma vagina e lhe perguntar o que via, de acordo com o relato de um diplomata que fez o teste em 1981.

    As entrevistas também serviam, claro, a  idiossincrasias dos avaliadores. O próprio item “aparência”, no qual Barbosa, obteve um “regular”, é uma prova disso.

     

    Sem exageros

    Complexo Maria Lenk: enxugamento de gastos da Rio-2016

    A Rio 2016 cortou 1,5 bilhão de reais do orçamento programado para ser gasto entre 2013 e 2016. São despesas para a festa, não de infraestrutura.

    Havia, por exemplo, uma conta de 6 milhões de reais espetada sob o guarda-chuva “fotografia”. Caiu para 10% desse valor.

    Enxugou também nas piscinas. Foi abortada uma piscina provisória para saltos ornamentais, que seria montada  na praia de Copacabana.

    Decidiu-se fazer as provas no Parque Aquático Maria Lenk, erguido para o Pan de 2007.

    Justiça se faça, a redução foi decidida antes das manifestações de junho, que teve como um dos alvos os gastos com os estádios da Copa.

     

    Dentro do consultório

    Mais consultas do que nos Estados Unidos

    O brasileiro que tem plano de saúde procura mais o médico do que aqueles que, nos países ricos, têm as mesmas condições.

    É o que atesta uma pesquisa inédita da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa planos e seguros de saúde líderes de mercado.

    Em 2012, foram 73 milhões de consultas médicas no Brasil – ou 5,4 consultas por pessoa. É uma taxa superior aos últimos registros de países como os EUA (3,9) e Reino Unido (5).

    As especialidades médicas mais procuradas em consultório foram clínica geral, com 5,8 milhões de consultas, seguida de ginecologia (3,3 milhões), pediatria (2,5 milhões) e oftalmologia (1,9 milhão).

    A especialidade com maior expansão no Brasil foi a oncologia, com aumento de 24% no número de consultas – um total de 314 000 atendimentos.

    Publicado por jagostinho @ 11:43



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.