Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 26jun
    Abelardo Lupion(DEM) foi o único deputado do Paraná que votou a favor da PEC 37

    Abelardo Lupion(DEM) foi o único deputado do Paraná que votou a favor da PEC 37

    FOLHA.COM

    Condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão, o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) votou na noite desta terça-feira (25) pela aprovação na Câmara da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 37 que tentava tirar poderes de investigação do Ministério Público.

    Ele foi um dos nove deputados que defenderam a proposta rejeitada por outros 430 parlamentares diante da pressão popular nas ruas.

    Respondendo a processos no STF, os deputados Abelardo Lupion (DEM-PR), Bernardo de Vasconcellos Moreira (PR-MG), Eliene Lima (PSD-MT) e João Lyra (PSD-AL) também votaram a favor da PEC 37.

    As acusações tratam de crimes eleitorais e ambientais.

    Os demais deputados que completam a lista são Sérgio Guerra (PSDB-PE), ex-presidente do PSDB, Mendonça Prado (DEM-SE), João Campos (PSDB-GO), que é delegado, e o autor da proposta Lourival Mendes (PTdoB-MA).

    Todos os partidos orientaram as bancadas a votar pela derrubada do texto.

    “Eu errei na hora, não votei sim”, disse Guerra após a votação. Ele pediu a correção.

    O deputado Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), que também tem pendências no STF, se absteve na votação.

    Valdemar foi condenado a sete anos e dez meses de prisão pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de pagamento de multa que supera R$ 1 milhão. Ele recorreu da decisão.

    Os deputados José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) que foram condenados no julgamento do mensalão votaram pela rejeição do texto.

    O projeto previa que a condução de inquéritos criminais seria exclusiva das polícias, enquanto caberia aos Ministérios Públicos federal e estaduais apenas apresentar ações na Justiça ou arquivar as investigações.

    Os delegados de polícia e os deputados favoráveis à PEC 37 argumentavam que é preciso dividir as funções para coibir abusos, enquanto os membros do Ministério Público e a maioria dos parlamentares considerou que o órgão pode fazer suas próprias investigações.

    O impasse gerou uma disputa entre as categorias e chegou a ameaçar o andamento de investigações. Com isso, em abril, a Câmara criou um grupo de trabalho com representantes de policiais, do Ministério Público, do governo e da Casa para trabalhar um texto alternativo.

    Não houve consenso. O Ministério Público não aceitou apurar de forma extraordinária, só quando tivesse risco para as investigações das polícias.

     

    Publicado por jagostinho @ 13:56



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.