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  • 22jun
    Fred vibrando após marcar o seu 2º gol na contra a Itália

    Fred vibrando após marcar o seu 2º gol na contra a Itália

    COMENTÁRIO DE JUCA KFOURI

    Outra vez o hino cantado à capela em altos brados, retumbante.

    Outra vez  um time brasileiro tão pilhado que em menos de um minuto, numa bliz empolgante, três chances foram criadas de gol.

    Experientes e sem saída de bola pela marcação férrea do ataque brasileiro, os italianos tentavam quebrar o ritmo do jogo.

    Conseguir não conseguiam, embora duas vezes, em 15 minutos, tenham chegado bem ao ataque.

    Pela primeira vez nesta Copa das Confederações, o time do Felipão não fazia gol no começo do jogo.

    A Itália errava muito em sua defesa, infantilmente mesmo.

    Aos 21, Oscar deu o gol para Neymar que bateu cruzado, mas descalibrado.

    Em seguida, Neymar dá uma entrada em Abate, que havia batido nele segundos antes, toma cartão amarelo, mas o abate a tal ponto que ele sai para a entrada de Maggio.

    David Luiz também se machucou e Dante entrou, aos 32.

    Balotelli não conseguia jogar e bobeou ao não se aproveitar de uma surpreendente furada de Dante.

    O árbitro do Uzbequistão não era amigo do Felipão, que deve ter reclamado muito dele por lá, porque ia amarelando o time nacional.

    Com razão, aliás.

    A justiça no placar veio já nos acréscimos, quando Dante pegou o rebote do Buffon numa cabeçada de Fred, em lançamento de Neymar cobrando falta sofrida por ele mesmo na esquerda.

    Dante, na cabeçada de Fred, estava ligeiramente impedido…

    O segundo tempo, embora já sem sol e com temperatura bem mais amena, deveria ser de sofrimento para a azurra, claramente desgastada.

    O Brasil vencia, convencia e alegrava.

     Pareceu que a festa cresceria no recomeço do jogo, mas um tiro de meta bem batido por Buffon cai na cabeça de Balotelli que, nas costas de Marcelo, lança Giaccherini que bate cruzado e empata.

    Hora de reagir, ou melhor, minutos para reagir, porque Neymar cavou uma falta na entrada da área e bateu com maestria, para fazer 2 a 1, quatro minutos depois.

    Corrijo: o apitar é amigo do Felipão.

    E não é que a Itália achou força para vir para cima do Brasil com tudo?

    Aos 23, fim de papo!

    Marcelo  fez um lançamento sensacional para Fred, que matou a pleota, foi empurrado, mas levou a melhor e fez 3 a 1.

    Então, Felipão tirou Neymar para que ele fosse delirantemente aplaudido e pôs Bernard, o que tem “alegria nas pernas”.

    Corrijo novamente: o assoprador de apito não é amigo do Felipão.

    Porque ele apitou uma  falta na área do Brasil, o lance seguiu, e Chiellini diminuiu, aos 25.

    Tinha papo, pois!

    Fernando entrou no lugar de Hulk, para segurar, diante de quase 49 mil torcedores, apenas mil a menos do que cabe na Fonte Nova

    3 a 2 fôra o resultado que eliminou o Brasil na Copa de 1982 e o da cobrança de pênaltis que deu o tetra em 1994.

    Aos 39, Maggio cabeceou no travessão brasileiro.

    A Itália substituía o cansaço pelo coração em busca do empate em nome da honra, porque dava no mesmo em termos de classificação.

    Contrariando a Fifa, a torcida, educadamente branca até na Bahia, chamava Balotelli de “viado’.

    A verdade é que o jogo merecia uma arbitragem mais competente que a do tal Irmatov, que andou mais para Sogratov…

    Mas o que é do homem o bicho não come e depois de mais uma roubada de bola,  Bernard achou Marcelo que chutou forte, deu rebote de Buffon que Fred não desperdiçou.

    A Itália caía de quatro, mas com dignidade.

     

    Publicado por jagostinho @ 18:02



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