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  • 20jun

    Fernando Castro –  G1 PR

    Apesar da redução da tarifa do ônibus em Curitiba anunciada pelo prefeito, Gustavo Fruet(PDT), nesta quinta-feira (20), representantes das manifestações que foram às ruas na última semana afirmaram que não foram atendidos.

    Presentes à reunião em que a decisão foi anunciada, cerca de dez manifestantes afirmaram que seguirão nas ruas até que a pauta de reivindicações seja plenamente atendida.

    Fruet anunciou que a tarifa cairá de R$ 2,85 para R$ 2,70 a partir do dia 1º de julho para todas as linhas da Rede Integrada de Transporte – que envolve Curitiba e outras 13 cidades da Região Metropolitana.

    A tarifa domingueira será mantida em R$ 1,50. Segundo o prefeito, a redução da tarifa representará, até fevereiro de 2014, R$ 30 milhões aos cofres públicos.

    O recurso deve vir de maior fiscalização na arrecadação do ISS, do corte de verbas de publicidade para a Copa do Mundo, e de uma doação de R$ 10 milhões feita pela Câmara Municipal.

    Mnaifestantes prometem continuar nas ruas mesmo após a redução (Foto: Franklin de Freitas/Estadão Conteúdo)
    Manifestantes prometem continuar na rua mesmo com redução (Foto: Franklin de Freitas)

     

    “Nossa avaliação é que foi uma conquista da população que foi às ruas, mas queManifestantes prometem continuar na  ainda não foi atendida nossa principal reivindicação, que é a redução para R$ 2,60 e R$ 1 aos domingos, além do congelamento”, afirmou a manifestante Clarissa Viana.

    Com a insatisfação, o grupo garante que permancerá protestando nas ruas até que sejam plenamente atendidos pela Prefeitura.

    “Não é por apego, por birra nossa. É porque efetivamente o gasto com transporte é muito pesado para os trabalhadores – dez centavos não fazem diferença no bolso dos empresários, mas fazem no bolso das pessoas”, completou.

    O grupo também reclamou que não foi mexido na tarifa técnica, que, por contrato, é estabelecida em R$ 2,99.  “Que sejam onerados os empresários, e não o orçamento publico.

    O prefeito deixou claro que não haverá mudança no repasse para os empresários”, disse Lis Góes.

    Para o grupo, independentemente da força legal do contrato, é preciso reduzir o valor. “Já que a questão está presa ao contrato, que se vá à Justiça para rever com transparência”, afirmou outra manifestante, Letícia Camargo.

    Sobre o pedido de Fruet para que os manifestantes participem das reuniões da comissão de análise da tarifa e da auditoria que será feita, que são públicas, o grupo disse que está representado desde o início dos trabalhos.

    “A Frente de Luta compõe a plenária popular, que é composta por vários movimentos sociais e entidades que estão nesse trabalho há muito tempo. O trabalho, obviamente, continua. Estamos irredutíveis nessa pauta”, reforçou Camargo.

     

    Publicado por jagostinho @ 19:18



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Jorge Disse:

    O que são R# 30 milhões para os cofres públicos numa cidade onde um vereador pode torrar R$ 50 milhões em um jornalzinho de autopromoção que, segundo se sabe,ninguém viu e ninguém leu?
    Aliás, por onde anda Derosso? A mídia esqueceu dele?

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