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  • 19jun

    Fernando Castro – G1 PR

    Protesto reuniu cinco mil pessoas em Maringá (Foto: Allan Nascimento)
    Protesto reuniu cinco mil pessoas em Maringá (Foto: Allan Nascimento)

     

    A onda nacional de protestos teve continuidade nesta terça-feira (18) em várias cidades do Paraná.

    Em Maringá e Cornélio Procópio, no norte, em Paranaguá, no litoral, e em Cianorte, no noroeste, milhares foram às ruas para protestar contra uma série de questões – desde o aumento na tarifa, até problema em setores como Saúde e Educação.

    Os protestam se seguiram à manifestação que reuniu mais de dez mil pessoas em Curitiba na noite de segunda-feira (17), também com uma pauta diversificada de reivindicações.

    Para os próximos dias, ainda estão previstos protestos em Guaratuba, Araucária, Tijucas do Sul,São Mateus do Sul, Lapa, Cascavel, Apucarana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão,Palotina, Pato Branco, Paranavaí, Umuarama, Ponta Grossa, e, novamente, na capital.

    Houve tumulto em Maringá, quando cerca de 300 manifestantes invadiram a Câmara Municipal.

    De acordo com um dos organizadores do movimento, Edson Pilatti, o principal foco da manifestação estava no transporte coletivo da cidade.

    “Nosso movimento aqui já tem três meses, estamos reagindo a essa questão desde o anúncio do aumento na tarifa. O movimento nacional tem influenciado fortemente nosso protesto”, afirmou.

    De acordo com a Polícia Militar, cinco mil pessoas participaram da manifestação.
    Pilatti contesta a recente redução da tarifa anunciada na sexta-feira (14), que baixou os custos das passagens para R$ 2,55 para pagamento em cartão transporte e R$ 3 para dinheiro.

    Segundo ele, a redução é ilusória, porque duas semanas antes os valores haviam subido de R$ 2,50 e R$ 2,95 para R$ 2,65 e R$ 3,15, respectivamente. “A tarifa hoje deveria estar em R$ 2,40”, defende.

    Além do preço, os manifestantes reclamam também da qualidade do serviço, apontando falhas como a frota pequena, longo tempo de espera, e a suspeita de lucro excessivo por parte das concessionárias do transporte coletivo.

    “Tem coisas muito erradas. Além disso, questões como Saúde, Educação, corrupção e outra também fazem parte da manifestação”, disse.

    Ainda no norte, em Cornélio Procópio, o grupo de manifestantes começou a se reunir em frente à sede da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) por volta das 17h.

    Eles seguiram até a prefeitura da cidade em evento acompanhado pela polícia, em um protesto diversificado que envolveu diversos pleitos, desde questões locais até a corrupção e a solidariedade aos manifestantes que sofreram com violência policial.

    Segundo a Polícia Militar, cerca de 500 pessoas participaram do protesto.

    Em Cianorte, no noroeste do Paraná, os alvos da manifestação também foram diversificados, em protesto que teve início às 18h30, em frente à Prefeitura.

    Segundo um dos organizadores, Isaac Oliveira. “A gente quer mostrar para as autoridades de Cianorte questões básicas, como a falta de profissionais da saúde, falta de escolas, falta de professores”, exemplificou.

    Ainda segundo Oliveira, o grupo pretende mostrar apoio às demais manifestações que vêm ocorrendo no Brasil. Até a publicação desta reportagem não havia estimativa de quantas pessoas participaram do protesto.

    Também não havia estimativa para o protesto no litoral do estado, no qual manifestantes se reuniram em uma praça próxima ao terminal de ônibus de Paranaguá por volta das 18h.

    O grupo protestou contra o que chamaram de “exploração que as empresas de transporte público aplicam aos trabalhadores e estudantes, e contra a criminalização dos movimentos sociais”.

    Eles pediram ainda a redução imediata das tarifas municipais e intermunicipais do transporte coletivo.

    Publicado por jagostinho @ 14:48



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