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  • 18jun

    G1 – PARANÁ

    Manifestantes protestam contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, em Curitiba (PR), nesta segunda-feira (17). (Foto: Franklin de Freitas/Estadão Conteúdo)

    Manifestantes protestam contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, em Curitiba (PR), nesta segunda-feira (17). (Foto: Franklin de Freitas/Estadão Conteúdo)

    Cerca de 10 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, se reuniram para um protesto na Boca Maldita, no Centro de Curitiba, nesta segunda-feira (17).

    O grupo reivindica, entre outras coisas, a redução da tarifa de ônibus na cidade. Eles pedem que o valor seja reduzido dos atuais R$ 2,85 para R$ 2,60 de segunda a sábado e de R$ 1,50 para R$ 1, aos domingos.

    O grupo partiu da Boca Maldita em direção à Praça Santos Andrade, onde ficam o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Teatro Guaíra. 

    O grupo foi acompanhado pela Polícia Militar (PM) e pela Guarda Municipal.

    O protesto, assim como em várias outras cidades do Brasil, foi organizado pelas redes sociais.

    Na internet, quase 30 mil pessoas chegaram a confirmar a participação no movimento.

    Após a chegada à Praça Santos Andrade, uma parte do grupo decidiu continuar a manifestação e seguir até o Centro Cívico, onde ficam a prefeitura e o Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense.

    Em nenhum momento houve conflitos com a polícia ou atos de vandalismo.

    O estudante Lucas de Souza, que participa do protesto, diz que a luta do grupo se estende também aos que não compareceram.

    “Estamos aqui para lutar contra todas as malfeitorias que estão sendo feitas, a todo o povo, inclusive para quem não está aqui”, afirma.

    “Tem muita coisa que a gente quer protestar e tiramos proveito agora para falar isso. É o gasto da Copa das Confederações, a tarifa de ônibus alta, a falta de infraestrutura para o povo. O Brasil acordou”, diz a atriz Thais Flessaka, que também está na manifestação.

    Thaisa Vieira, que também é estudante, diz que não está no protesto só pela questão da tarifa de ônibus.

    “Não é só o aumento da passagem, até porque eu sei que não é viável uma tarifa sem custo. Desde o ano passado, que eu venho em protestos por outros motivos. Agora, venho gritar contra a corrupção generalizada do nosso país”, conta.

    A manifestação teve a participação de pessoas de várias idades. “Sou mãe, avó, e se os jovens estão cansados, nós mais velhos estamos mais ainda. Estou aqui pelas pessoas que dependem do sistema de saúde pública e que sofrem na espera por atendimento. Uma situação deprimente”, disse a aposentada Irene Baluta de Oliveira, de 62 anos.

    O protesto em Curitiba também é contra a violência da Polícia Militar nos protestos em São Paulo.

    Na quinta-feira (13), vários manifestantes foram reprimidos com bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.

    Parte do grupo continuou o protesto até o Centro Cívico (Foto: Ana Zimmermann/RPC TV)
    Parte do grupo continuou o protesto até o Centro Cívico (Foto: Ana Zimmermann/RPC TV)

     

    Publicado por jagostinho @ 11:18



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Uma resposta

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  • Erasmo Dias Disse:

    É apenas uma pequena minoria tumultuando a vida do trabalhador curitibano. Acredito que esteja sendo insuflada por comunistas infiltrados, patrocinados por Cuba e pela Coréia do Norte, querendo nos impor a sua ideologia exótica.
    Borracha neles é a solução.

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