Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 17maio

     JORNAL DA BAND

    Renan Calheiros recebeu telefonema da presidente nesta quinta / José Cruz/ABr

    Renan Calheiros recebeu telefonema da presidente nesta quinta / José Cruz/ABr

    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu um telefonema da presidente Dilma Rousseff antes mesmo que fosse proclamada a aprovação da MP(Medida Provisória) dos Portos.

    Segundo Renan, a presidente estava muito feliz com o resultado da votação e ressaltou a importância da medida para o desenvolvimento do país.

    “Ela me ligou não tinha proclamado o resultado, mas estava claro porque repetimos muitas votações. Ela agradeceu, estava muito feliz. Nas palavras dela, o Brasil que ganhou, o país que é vitorioso, isso é bom para a modernidade, para a competitividade, para a geração de empregos, para a atração de investimentos. Ela estava muito feliz”, disse o presidente do Senado.

    Renan reafirmou seu compromisso com os demais senadores de que não vai pôr em votação novamente medidas provisórias que cheguem ao Senado com menos de sete dias de prazo para o vencimento.

    No entanto, ele criticou a atitude da oposição de tentar impedir a continuidade da sessão de hoje com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal.

    Na opinião do presidente do Senado, esse tipo de manobra é mais prejudicial para a Casa que a apreciação de MPs em cima do prazo.

    “O cumprimento da obrigação constitucional de ter que avaliar no mesmo dia uma MP, embora já votada em comissão mista, é menor do que toda matéria que está tramitando a oposição entra com controle preventivo da constitucionalidade no STF. O fortalecimento institucional do Brasil é incompatível com isso”, reclamou.

    Quem também recebeu ligação da presidente Dilma Rousseff foi o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).

    Ele foi relator da MP na comissão especial que analisou o texto antes de ele seguir para a Câmara. Apesar de os deputados terem modificado seu relatório, Braga defendeu que a presidente não vete o texto final aprovado.

    “Eu acho que a presidente tem obviamente a competência constitucional do veto, mas eu acabei de receber uma ligação da presidente em que ela parabeniza o Congresso Nacional para uma vitória importante para o país. Agora, ela vai ter a oportunidade de avaliar exatamente o que saiu da Câmara e do Senado, mas eu tenho esperança de que ela vai sancionar exatamente este texto”, disse Braga.

    A CNA (Confederação Nacional da Agricultura) também divulgou nota comemorando a aprovação da medida provisória.

    A nota diz que o agronegócio responde por 40% das exportações do país e tem sido o setor mais penalizado pelo esgotamento da capacidade dos portos brasileiros.

    Ao sair da votação, a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, disse que o problema atual de sobrecarga dos terminais poderia se transformar em um apagão nos próximos anos se a matéria não tivesse sido aprovada.

    “Não adianta nós termos ferrovias, hidrovias ou ferrovias se nós não tivermos o mais importante que são os portos”, disse a senadora. “Se nós não dobrarmos a nossa capacidade em seis ou sete anos, aí sim nós teremos um apagão definitivo”.

    A oposição, no entanto, promete não dar tréguas. Além do mandato de segurança que foi protocolado esta tarde pelos líderes dos três principais partidos oposicionistas, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) promete questionar o mérito da MP no Supremo Tribunal Federal.

    “Nós devemos entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade, porque no mérito a MP também é inconstitucional”, disse.

    Na avaliação de Randolfe, a sessão de hoje foi repleta de erros regimentais e não respeitou a liberdade de divergência da oposição.

    “Foi pior que tratoraço, porque tratoraço é quando a maioria passa por cima da minoria. Foi um ataque ao Senado Federal, que foi reduzido à condição de uma Casa meramente revisora”, disse o senador socialista.

    A MP dos Portos altera o marco regulatório do setor abrindo espaço para a criação de portos privados que poderão operar cargas de terceiros – atualmente os terminais privados só podem movimentar cargas próprias.

    Além disso, os terminais privados poderão contratar os trabalhadores diretamente, sem precisar recorrer aos Ogmos (órgãos gestores de Mão de Obra).

    A contratação por meio dos Ogmos é uma obrigação em todos os portos públicos.

     

    Publicado por jagostinho @ 09:13



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Uma resposta

WP_Cloudy
  • tadeu rocha Disse:

    COM TUDO ISSO QUE FALARAM DELE, A DILMA DA PARABNES , É ISSO É POLITICA. NO BRASIL, DEP, ANDRE VARGAS DISSE, QUE O ALVARO DIAS NAO É PARIO PARA ELE, DIS BLOG DO ESMAEL, O DEP ESTA LOUCO DIGO ANDRE VARGAS, É MESMA COISA UM ELEFANTE E UMA PULGA. O ALVARO DA 10 ZERRO NELE

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.