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  • 28jan

    FOLHA.COM

    Para fazer o trajeto entre o aeroporto de Guarulhos e São Paulo não é mais necessário escolher entre conforto e economia. Já está funcionando o sistema de caronas do meleva.com, site que ajuda a encontrar companheiros para rachar um táxi após o desembarque.

    A bióloga Marina Sapienza, 26, foi a primeira a usar o sistema. Ao descer do avião no dia 4 de janeiro, voltando do Réveillon em Salvador, Marina esperou dez minutos pela diretora de cinema Regina Jehá.

    Elas se apresentaram, foram para o guichê do táxi e dividiram a conta. Deu R$ 55 para cada uma. Sozinhas, gastariam o dobro.

    Além de economizar, aproveitaram para fazer amizade. A conversa rolou solta no percurso de 30 minutos até a avenida Paulista (centro).

    “Foi superagradável, a Regina é muito legal. Cheguei muito mais rápido e menos cansada”, diz.

    Antes disso, Marina conta que nunca havia pego um táxi no aeroporto. “É muito caro. Eu ia de ônibus ou pedia para alguém me buscar.”

      Fernanda Frazão/Folhapress  
    A bióloga Marina Sapienza, 26, foi a primeira a rachar um táxi do aeroporto de Guarulhos por meio do sistema Me Leva
    A bióloga Marina Sapienza, 26, foi a primeira a rachar um táxi do aeroporto de Guarulhos por meio do sistema Me Leva

     

    O trajeto no “busão” é bem mais cansativo. Ela usava um ônibus que sai de Guarulhos, o Airport Bus Service, e descia na avenida Paulista. Lá, ia de metrô para o Butantã (zona oeste), onde mora. Gastava cerca de duas horas e R$ 40.

    O preço do táxi do aeroporto de Guarulhos assusta quem vem de fora. Até a Paulista, custa R$ 110. Para o Morumbi, salta para R$ 156. Um sistema de trem para ligar o aeroporto à capital paulista é prometido para a Copa de 2014.

    Até lá, o sistema Me Leva pode ser de grande ajuda. Criado em dezembro pelos estudantes Hélder Ribeiro, 28, e Murilo Pereira, 24, o site tem hoje cerca de 6.500 pessoas cadastradas. Dessas, 12 já conseguiram rachar um táxi.

    Após ver que o negócio funciona, os dois amigos resolveram expandir o serviço também para quem aterrissa em Congonhas (zona sul).

    O objetivo agora é reunir mais pessoas no sistema, para que haja mais probabilidade de as rotas coincidirem, afirma Hélder. Outro plano é cobrar pelo serviço.

    “Já que as pessoas economizam R$ 50 com o táxi, acho que não se importariam de pagar R$ 5 para nós”, diz.



    Publicado por jagostinho @ 17:13



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