Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 08jan

    SUL 21/RÁDIO GUAÍBA

    “Este processo (Mensalão) deixa marcas na história do partido que sempre teve uma biografia de combater estas práticas” | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

    “Este processo (Mensalão) deixa marcas na história do partido que sempre teve uma biografia de combater estas práticas” | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

    O ex-governador do Rio Grande do Sul, ex-prefeito de Porto Alegre, ex-ministro das Cidades e ex-presidente do PT Olívio Dutra disse ontem a José Genoino, durante um programa de rádio do qual os dois participavam, que o colega de partido não deveria ter assumido o mandato de deputado federal depois de ter sido condenado a 6 anos e 11 meses de prisão no julgamento do mensalão pelo STF.

    O ex-governador estava no estúdio da Rádio Guaíba, no programa Esfera Pública, apresentado pelo jornalista Juremir Machado da Silva. Genoino entrou na conversa por telefone.

    “Eu acho que tu deverias pensar na tua biografia, na trajetória que tens dentro do partido”, afirmou Olívio a Genoino. Sugeriu, depois, que o colega deveria renunciar ao mandato.

    “É uma opinião pessoal, mas tenho convicção de que assumir nessas condições não foi a melhor escolha para a tua própria trajetória e para o sentimento partidário”, disse.

    Genoino reiterou não ter cometido crime enquanto presidente do partido. “Fui condenado à noite e no dia seguinte eu saí do governo porque era cargo comissionado”, afirmou.

    “É diferente de uma eleição. Os eleitores me delegaram o cargo de suplente. Esses eleitores não têm encontrado nenhuma restrição ao fato de eu assumir”, afirmou.

    Genoino tomou posse na semana passada, na vaga de outro deputado, Carlinhos de Almeida, que assumiu a prefeitura de São José dos Campos.

    Más companhias. Em outro trecho da entrevista, sem Genoino, Olívio disse que alertou o PT sobre “más companhias” no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de 2003.

    “Eu avisei em uma ocasião que íamos sofrer com as más companhias, que não são somente aquelas de fora para dentro, mas também de dentro do partido à medida que vão chegando pessoas, à medida em que tu tens cargos a oferecer”, disse o ex-governador, que ressaltou que mantém confiança na credibilidade de Lula.

    “O partido não é o (José) Dirceu, nem o Lula, nem a Dilma (Rousseff), nem o Tarso (Genro) e nem o Olívio; o partido é uma construção coletiva da democracia brasileira”, afirmou o petista.

     



    Publicado por jagostinho @ 13:09



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.