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    Cerimônia de abertura será realizada no dia 9 de janeiro, às 20h30

    Cerimônia de abertura será realizada no dia 9 de janeiro, às 20h30

    A 31ª Oficina de Música de Curitiba, que começa no dia 9 de janeiro, terá uma extensa programação artística, com 85 eventos, entre concertos, palestras, lançamentos de livros, workshops e exibição de filmes.

    Em 20 dias, o público poderá assisrir a espetáculos de música erudita e popular, em espaços como Teatro Guaíra, Teatro do Paiol, Capela Santa Maria, Memorial de Curitiba, Teatro da Reitoria da UFPR, Sesc Paço da Liberdade e Teatro da Caixa.

    A programação completa da Oficina de Música está no site www.oficinademusica.org.br .

    A programação artística acontece paralelamente aos 92 cursos, que atraem estudantes e professores de música de todo o Brasil e de mais 17 países.

    A cerimônia de abertura será realizada no dia 9 de janeiro, às 20h30, com o concerto da Camerata Antiqua de Curitiba, no Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão).

    Sob a regência de Juan Quintana, e solos de violão do brasileiro Fábio Zanon e de trompa, do esloveno Boštjan Lipovšek, a Camerata apresenta um programa de obras de Mozart, Haendel e Radamés Gnatalli.

    O concerto de abertura dá o tom da sequência de espetáculos programados para a fase erudita, que se estende até 19 de janeiro.

    O Quarteto de Cordas Lopes Graça, grupo criado na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, vem a Curitiba para duas apresentações.

    Millenium Brass é o quinteto de metais dos Estados Unidos que, além do repertório americano, traz músicas dos compositores brasileiros Vinicius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.

    Da França, o Trio do Conservatório de Lyon é mais uma das atrações estrangeiras.

    Também estão na programação erudita o recital de piano da polonesa Magdalena Lisak, o recital de violino e violoncelo barroco de Rodolfo Richter e da americana Phoebe Carrai, a Orquestra Sinfônica do Paraná, os recitais de câmara com os professores estrangeiros da Oficina, e as apresentações dos grupos de percussão, de metais e das orquestras sinfônicas formados pelos alunos.

    MPB – No dia 20 de janeiro, a música erudita abre espaço para a música popular brasileira.

    A segunda fase da 31ª Oficina começa no dia 20 de janeiro, com a apresentação da Orquestra À Base de Corda, sob a regência de João Egashira e a participação especial das cantoras Luli e Lucina.

    Com mais de 800 músicas compostas em parceria, a dupla foi gravada por vários compositores, mas especialmente por Ney Matogrosso, que em todos seus discos prestigia as compositoras de “Fala”, “Bandoleiro”, “Coração Aprisionado”, “Êta Nóis”, “O Vira” e tantos outros sucessos.

    Momento marcante da segunda fase será o lançamento do CD “Curitiba”, da Orquestra À Base de Sopro com o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi, com composições de Guinga, Gabriele Mirabassi, Chico Buarque de Holanda, Edu Lobo, Lea Freire, André Mehmari, Jacob do Bandolim, Waltel Branco.

    Outras opções são o show do Nenê Trio, que já acompanhou Hermeto Pascoal, o concerto de harpa colombiana com Edmar Castañeda, e o show de lançamento do CD “Villa-Lobos Popular”, de Gabriel Grossi, reconhecido como uma das principais harmônicas de boca no Brasil, e Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio.

    A Oficina de MPB encerra com o show do Pagode Jazz Sardinha’s Club, às 21h do dia 29 de janeiro, no Guairão. O grupo carioca, com sete integrantes, faz sua performance passando por vários estilos, do samba ao funk, choro, jazz e bossa nova.

    Além de recorrer a mestres como Zequinha de Abreu (Branca) e Dorival Caymmi (Morena do mar), o grupo revela seu lado autoral por meio de composições de Eduardo Neves e Rodrigo Lessa.

    Cursos – Os 92 cursos promovidos pela 31ª Oficina de Música de Curitiba abarcam diversos instrumentos e vertentes musicais. As inscrições continuam abertas no site do evento.

    As aulas serão realizadas na UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, mas também há opções de cursos nas Ruas da Cidadania.

    Sob o lema “Música que entra por um ouvido e não sai pelo outro”, este ano a Oficina de Música reafirma sua posição de um dos maiores encontros de música da América Latina.

    Quem quer que participe da Oficina – como aluno, professor, colaborador ou simplesmente usufruindo do talento dos músicos em suas apresentações – fica marcado de forma positiva e indelével, incorporando experiências que enriquecem qualquer trajetória.



    Publicado por jagostinho @ 09:02



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