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  • 05dez

    JORNALE

    Vítimas de ação policial foram ouvidas pelo vereadores


    O responsável pelo Primeiro Comando Regional da Polícia Militar do Paraná, coronel Ademar Cunha Sobrinho, pediu desculpas na Câmara Municipal de Curitiba à advogada agredida no Bairro Alto em uma abordagem da Polícia Militar no dia 24 de novembro.

    A convite da Casa, ele esteve reunido, na tarde desta terça-feira (4), com as Comissões de Segurança Pública e Especial de Direitos Humanos, juntamente com as vítimas do ocorrido, para debater sobre os fatos.

    Também estavam presentes o presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas, Elias Mattar Assad, e o secretário de Segurança de São José dos Pinhais, Marcelo Jugend.

    “Peço escusas pelo que aconteceu. Não é normal este tipo de conduta na Polícia Militar. Não é normal o preconceito e isto tem ocorrido o mínimo possível na corporação”, afirmou Cunha Sobrinho.

    A advogada Andréia Cândido Vitor, uma das vítimas da abordagem, disse estar satisfeita com o resultado da reunião.

    “O saldo foi positivo, volto a ter confiança na PM e fico mais tranquila. Espero a restauração emocional das pessoas que viveram a violência e a restauração profissional dos policiais que abordaram. Não tenho medo, tenho fé em Deus e no estado democrático, muito bem representado por esta Casa de Leis”, disse.

    Assad também considerou pertinente a intervenção da Câmara. “A expressão máxima da democracia foi esta conversa na Câmara Municipal. Espero que a situação vá de fato às autoridades competentes e tenha caráter pedagógico para que a polícia atue dentro da lei. Fora da lei é barbárie”, ponderou Assad.

    O presidente da Comissão de Segurança, vereador Tico Kuzma (PSB), pediu que a PM mantenha a Câmara a par do inquérito.

    “O objetivo era ouvir a reclamação da comunidade. A polícia deve atuar dentro da lei, em harmonia com a sociedade, servindo e protegendo. Reafirmamos aqui também a nossa confiança e o respeito à Polícia Militar”.

    Pedro Paulo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos, ressaltou a necessidade de políticas preventivas.

    “Entendemos como policiamento não só as abordagens ostensivas, mas também outros mecanismos de prevenção para combater a violência”, afirmou.



    Publicado por jagostinho @ 17:34



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