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  • 02dez

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Estratégia traçada

    Mais um caso na Justiça

    Na segunda-feira, a defesa de Carlinhos Cachoeira vai entregar à Justiça sua resposta sobre a nova denúncia envolvendo o bicheiro.

    Nabor Bulhões, seu advogado, tem dito a colegas que vai derrubar a acusação com certa facilidade.

    Entre seus trunfos está o fato do Ministério Público ter queimado quase todas as máquinas de caça-níquel que contariam com peças contrabandeadas, sendo impossível fazer uma contraprova pericial.

    Além disso, ele sustenta que os componentes eletrônicos das máquinas são os mesmos usados em rádios e outros equipamentos eletrônicos existentes no Brasil.

    Assim, em sua opinião, não haveria contrabando: no máximo, o MP poderia acusar os donos das máquinas por descaminho, que é um crime contra a ordem tributária.

     

    Fora do mensalão

    Revés inesperado

    Um importante advogado que atua no julgamento do Mensalão acredita que, nos próximos dias, boa parte dos defensores vai desistir da causa.

    Segundo ele, todos chegaram de nariz empinado e a certeza da vitória.

    Com o revés, parte dos advogados estaria somente esperando a conclusão dessa parte final do julgamento para abandonar o barco.

     

    Vai ter que suar a camisa

    Aposta alta

    A aposta da Caixa Econômica Federal no Corinthians é alta – 30 milhões de reais por ano.

    E será um poderoso teste para saber se o time de segunda maior torcida do país é capaz de alavancar uma marca.

    Numa pesquisa feita em outubro em todos os estados do país com 8 329 entrevistados, a Stochos Sports & Entertainment avaliou que a CEF é apenas a 19ª marca de maior visibilidade entre os torcedores brasileiros.

    A Nike e o Itaú lideram o ranking, nesta ordem.

    Se a pergunta for feita só para os corintianos, o resultado é ainda pior: 24ª colocação.

     

    Aldo viajante

    Aldo: passageiro

    Se alguém do governo ainda tem dúvidas sobre os dramas que viverão os passageiros dos aeroportos durante a Copa de 2014, ligue para Aldo Rebelo. Nestes últimos dias ele fez laboratório.

    Aldo aguardou pacientemente o atraso de cerca de uma hora de um voo da Gol de Congonhas para Brasília. Enfrentou as convencionais filas e foi em pé no ônibus que leva do avião ao terminal.

    Carregando sua mala com o símbolo do Palmeiras, Aldo ocupou um dos últimos assentos da classe econômica.

    Verdade seja dita: em momento algum fez valer as prerrogativas do cargo ou a falta de educação, em meio aos contratempos.

    Bufou uma ou duas vezes, nada além disso.



    Publicado por jagostinho @ 15:17



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