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  • 25nov

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    Foto:- Thea Tavares

    O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou neste sábado, no Encontro de Prefeitos e Vices Eleitos do PT do Paraná, em Curitiba, que a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, sob a coordenação da ministra Ideli Salvatti, realizará no início de 2013 um grande seminário com prefeitos já empossados para apresentar a eles os programas do governo federal e tirar dúvidas quanto às condições para os municípios acessarem recursos da União.

    A notícia agradou aos prefeitos e vices do partido, especialmente àqueles que são marinheiros de primeira viagem.  

    Mas Bernardo foi categórico em orientar os gestores públicos: “se não tiver projeto para apresentar ao governo, o dinheiro não vai sair! Tem de ter projetos; a administração municipal tem de funcionar”, disse.

    O encontro reuniu cerca de 150 pessoas, entre 30 prefeitos petistas, seis de partidos aliados e 15 vices eleitos pelo PT. O partido foi o mais votado no estado e no Brasil. O PT recebeu 17,2 milhões de votos, que garantiu 635 prefeituras eleitas em todo o País.

    Já 777.429 paranaenses votaram nos candidatos petistas no primeiro turno, que assegurou 41 prefeitos, 49 vices e 350 vereadores.

    Na análise da conjuntura política, os petistas foram também unânimes em avaliar que o principal derrotado das eleições municipais de 2012 no Paraná foi o governador Beto Richa (PSDB). A falta de projetos e a baixa qualidade dos trabalhos executados nesses dois anos de gestão, segundo os petistas, foram as razões do desgaste.

    “O pouco que está sendo feito no Paraná se deve aos recursos do governo federal”, disse a deputada estadual Luciana Rafagnin, líder da bancada do partido na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). 

    Cenário para 2014

    Embora concordem que o governador tucano tenha sofrido derrota política nas últimas eleições, nenhum dos interlocutores do evento defendeu que a próxima disputa eleitoral será fácil.

    “Não vamos nos iludir”, disse o ministro Paulo Bernardo. “A candidatura dele será uma forte. Quem já está no cargo leva vantagem”, analisou.

    Sobre o cenário que o PT enfrentará em 2014, Bernardo acredita que o PMDB, pela inserção nos municípios, deverá lançar nome próprio.

    “Vai comprar terreno na Lua quem achar hoje que o PMDB vai apoiar o Beto em 2014”, advertiu sobre as incertezas do cenário.

    Por conta dessas avaliações, os petistas acreditam que a oposição na ALEP e nas câmaras municipais terão papel fundamental nas estratégias do PT para o próximo período.

    “Percebemos na comparação do orçamento paranaense deste ano, com relação ao ano passado, que este governo está gastando mais do que arrecada”, disse a deputada Luciana.

    “O aumento no custeio foi de 30%. Perdemos dez posições no ranking da transparência. O Paraná detinha a quarta posição em transparência, caiu para a 14% posição”, concluiu.

    “Falta entusiasmo ao governador e isso é perceptível pela população já no seu primeiro ano de mandato”, lembrou o deputado federal Ângelo Vanhoni.

    Publicado por jagostinho @ 09:34



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