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  • 23nov

    Parceria entre a PROTESTE Associação de Consumidores e a Associação Paulista de Medicina (APM), o canal de apoio a quem precisa de orientação sobre direitos em relação aos planos de saúde já atendeu mais de 600 casos em cerca de 40 dias úteis.

    O telefone 0800 200 4200, de âmbito nacional,  atenderá até 15 de dezembro, devido à  grande procura. A demora para agendamento das consultas, apesar dos prazos fixados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), representa 30% das queixas de quem já recorreu ao serviço.

    A negativa de cobertura a procedimentos e atendimentos quando o usuário mais precisa ficou em segundo lugar nos atendimentos do 0800, com 18% dos casos atendidos.

    Os reajustes abusivos, representaram 15% e as queixas sobre insuficiência da rede credenciada 13%. Esse mesmo índice foi registrado para relatos de demora na obtenção de autorizações  para fazer exames e internações.

    A frequência do descredenciamento dos profissionais e rede de atendimento também motivou 4% dos atendimentos no 0800. E a carência impedindo atendimento ágil foi queixa de 2% dos que recorreram ao canal.

    Dificuldades para obter a portabilidade (troca de plano sem precisar cumprir novas carências), falta de orientações sobre doenças ou lesões pré-existentes, cancelamento de plano e falta de leito para internação foram responsáveis, cada um, por 1% dos casos registrados desde que o atendimento do 0800 teve início, em 14 de agosto último.

    O 0800 recebe reclamações de todo o Brasil, esclarecendo e apontando encaminhamentos para a garantia dos direitos dos usuários. O atendimento é por telefone e, em caso de necessidade de retorno, a resposta é dada por e-mail, no prazo de 72 horas.

    O serviço de orientação atende das 8 às 18 horas, de segunda a sexta-feira, e foi criado em resposta aos principais problemas detectados pela pesquisa Datafolha, encomendada pela APM, sobre o atendimento dos planos de saúde aos pacientes. 

    As queixas recorrentes no levantamento foram dificuldades para a marcação de consultas e realização de exames e procedimentos de maior custo, falhas importantes no atendimento em pronto-socorro, as consequências do descredenciamento de médicos, hospitais e laboratórios, entre outros pontos.

     

    Publicado por jagostinho @ 17:37



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Uma resposta

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  • Míriam11 Disse:

    Saúde pública falida . Paga-se plano privado para ter um atendimento na hora em que necessitar e ainda assim , não funciona…vamos recorrer ao judiciário . Encher os fóruns de ações com danos morais , quero ver se a coisa não muda…

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