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  • 21nov

    GAZETA DO POVO/DIEGO ANTONELLI

    Após quatro décadas de esquecimento, o transporte ferroviário está prestes a ganhar um novo impulso no Brasil.

    O traçado do Trem Pé Vermelho passa por Londrina e Maringá: pelo menos 13,2 milhões de passageiros devem ser transportados no primeiro ano de operação da linha – Foto :- Roberto Custódio/ Gazeta do Povo

    O go­­verno federal estuda a implantação de 19 novas linhas re­­­­gionais de trem de passageiros.

    Se todos os projetos vin­­garem, o país terá mais 3 mil quilômetros de trilhos pa­­ra locomoção de pessoas em 14 estados até 2020.

    Um dos estudos é paranaense e pla­­neja ligar as cidades de Pai­­çandu e Ibiporã, passando por Londrina e Maringá, no Norte do estado.

    Mais conhecido como “Trem­­ Pé-Vermelho”, o proje­­to es­­tá inscrito para receber verba do Programa de Aceleração do Cres­­cimento (PAC) Mobilidade Mé­­dias Cidades.

    Por estar em um estágio mais avançado que as outras 18 propostas, ele pode ser o primeiro trem regional a ser analisado pelo gover­­no federal e colocado em práti­­ca. O resultado da seleção deve ser divulgado na primeira quinzena do mês que vem.

    Segundo o presidente da As­­sociação Brasileira da In­­­dús­­tria Ferroviária (Abifer), Vi­­cente Abate, o projeto do Pa­­raná e o que pretende ligar Ben­­to Gonçalves a Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, estão mais adiantados que os demais.

    Contudo, o trem gaúcho não foi inscrito no PAC e dificilmente será apreciado ainda nes­­te ano pela União. Ambos os estudos foram feitos pelo La­­boratório de Transportes da Universidade Federal de San­­ta Catarina.

    Segundo o estudo que embasa o projeto paranaense, a demanda no trecho é de 36 mil passageiros por dia.

    O “Trem Pé-Vermelho” vai interligar 13 cidades de pequeno e médio portes. O custo estimado do investimento, no regime de parceria público privada (PPP), é de R$ 671,8 milhões.

    A ferrovia terá cerca de 150 quilômetros de extensão e a previsão é que transporte pelo menos 13,2 milhões de passageiros no primeiro ano de operação.

    Há ainda a possibilidade de que o trem a ser implantado seja do tipo Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que trafega entre 80 e 100 quilômetros por hora.

    Região rica

    Segundo o projeto, as cidades que serão aten­­didas pela linha têm juntas 1,75 milhão de habitantes.

    A região concentra aproximadamente 26% do Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná, que foi de R$ 251 bilhões em 2011.

    Há mais de 44 mil empresas operando na região, sendo 8,4 mil indústrias e 23 complexos industriais.

    “Temos uma demanda mui­­to grande de passageiros que são funcionários dessas empresas. O trem facilitaria o deslocamento dessas pessoas”, diz Nilvado Benvenho, conselheiro da Associação Comercial e Industrial de Londrina.

    Publicado por jagostinho @ 13:06



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