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  • 06nov

    JORNALE

    Vaga na Câmara foi aberta com a morte de Nely Almeida


    O ex-deputado federal e ex-vereador de Curitiba Íris Simões (PR) assumiu novamente uma vaga na Câmara Municipal da capital na manhã desta segunda-feira (5).

    Durante o discurso de posse, Simões aproveitou para anunciar o fim da carreira política dele e do irmão, Carlos Simões, ex-deputado estadual.

    Íris herdou a vaga deixada pela ex-vereadora Nely Almeida (PSDB), que morreu na última segunda-feira (29), por ser o primeiro suplente não empossado da coligação firmada entre os dois partidos para a disputa da eleição em 2008.

    Ele foi presidente do Legislativo Municipal entre os anos de 1995 e 1996, durante o segundo mandato como vereador. Ele se elegeu deputado federal em 1998, tendo renovado o mandato em 2002. Em 2006 foi suplente de deputado federal e em 2010 teve o registro de candidatura negado.

    De acordo com Íris, foi justamente a negativa do pedido de registro que o levou a ponderar pela aposentadoria da vida pública.

    “Já fizemos nossa parte na política, agora vem o basta. Vamos ficar na nossa vida particular, cuidar das nossas coisas, da nossa família”, afirmou o vereador, que fica no cargo até o fim da legislatura atual.

    Ele desejou sorte aos novos parlamentares que entram na Casa a partir de 2013. “Tem muita gente nova chegando aí, que façam um bom trabalho”, afirmou.

    Íris Simões foi considerado inelegível em 2010 após ter sido condenado em 2006 junto de Carlos Simões, então deputado estadual, por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação na campanha eleitoral.

    De acordo com o Ministério Público Eleitoral, os irmãos faziam doações para eleitores de diversos utensílios, como inaladores, cadeiras de rodas, medicamentos, fraldas, muletas, dentaduras, entre outros.

    As doações eram feitas no escritório político dos irmãos, conhecido como “Casa do Povo”. A Polícia Federal chegou a apreender objetos e documentos no local em 2006, e Carlos Simões teve o mandato de deputado cassado em 2009.

    Apesar desta condenação, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, Iris Simões não se enquadra na Lei da Ficha Limpa, que barra políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada (por mais de um desembargador).

    Como a lei é de 2010, passou a valer em 2012 e não retroage, o registro de candidatura de 2008 foi mantido e ele pôde assumir a vaga.

    Publicado por jagostinho @ 18:34



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